Sobre a viagem da Mariana Mortágua, e o que ela lá foi fazer a Gaza e
por aí. Está visto que foi tudo por amor à Palestina ou mesmo ao Hamas na tal questão
israelita, e espero que ela seja bem ressarcida pelo seu contributo para nossa
projecção nacional. Guerras não são connosco, normalmente, mas atitudes de camaradagem
virtuosa, sendo mais do nosso foro, dão-nos muita projecção, e gratos lhe devemos
ficar, portanto.
O reconhecimento da Palestina é um
prémio ao terrorismo
Os países que vão reconhecer o
“Estado” da Palestina querem fazê-lo no contexto da ONU. Lamento dizer, mas no
que toca a Gaza, a ONU tem servido para legitimar discursos terroristas.
JOÃO MARQUES DE ALMEIDA Colunista
do Observador
OBSERVADOR, 18 set. 2025, 00:2284
Daqui a umas décadas, os
historiadores irão escrever qualquer coisa do género: “Os ataques terroristas do Hamas a Israel
no dia 7 de Outubro de 2023 foram o início de um processo político e
diplomático que levou países europeus a reconhecerem o Estado da Palestina.” É um
modo de entrar nos livros de história por uma má razão.
Repetindo o óbvio: o reconhecimento do “Estado” da Palestina
nada vai mudar em relação ao que acontece em Gaza. E também não vai criar um “Estado” da Palestina que
não existe. Há critérios objectivos, consagrados no
direito internacional, para se fundar um Estado; esses critérios não existem na
Palestina. Os países europeus que
reconhecerem o “Estado” da Palestina não estão a fazer diplomacia — estão a
comportar-se como ONGs e estão a mostrar impotência política. Se as
coisas ficassem por aqui, seria patético, mas não seria muito grave.
O
que é grave é mesmo a vitória que os países europeus vão dar ao Hamas. Desde
logo, estão a elevar o Hamas, um grupo
terrorista, acima da Autoridade Palestina. Os países
europeus não reconheceram o “Estado” da Palestina por causa da AP. Vão
reconhecer por causa do Hamas.
Os países europeus que reconhecerem o
“Estado” da Palestina estão a transformar o Hamas no principal actor político
palestiniano. Os mesmos
países que consideram o Hamas um grupo terrorista, preparam-se para elevá-lo a
principal representante do povo palestiniano. Os
responsáveis políticos europeus podem dizer e jurar que não é assim. Mas será
assim que a maioria dos palestinianos entenderá a situação. O que a AP não conseguiu durante décadas de
negociações diplomáticas, o Hamas conseguiu com um ataque terrorista. Os
países que vão reconhecer o “Estado” da Palestina querem fazê-lo no contexto da
ONU. Lamento dizer, mas no
que toca a Gaza, a ONU tem
servido para legitimar discursos terroristas (já para não falar da participação de
funcionários da ONU nos ataques terroristas do dia 7 de Outubro). Veja-se o
recente relatório da ONU afirmando que há um “genocídio” em Gaza. No sumário dos factos relativos ao
início da guerra em Gaza, o relatório diz o seguinte: “On 7 October 2023, Israel launched its military offensive in Gaza,
which included airstrikes and ground operations.” Onde estão
as referências aos ataques terroristas do Hamas? Onde se diz que o governo israelita começou os ataques militares em
Gaza como resposta aos ataques do Hamas? Em Outubro de 2023, não havia
qualquer presença israelita em Gaza. Era um território totalmente governado
pelo Hamas.
Isto mostra o que muitos na ONU
pensam sobre os ataques terroristas do dia 7 de Outubro: foi uma operação de
legítima defesa contra a “ocupação israelita da Palestina.” Mas em Gaza, não havia ocupação
israelita. Ou seja, no caso de Gaza, a ONU não tem credibilidade alguma.
Por fim, deixo uma pergunta aos
responsáveis do governo português (aparentemente, Portugal também irá
reconhecer o “Estado” da Palestina): colocaram como condição para esse reconhecimento que a AP e o Hamas
reconheçam o Estado de Israel?
CONFLITO
ISRAELO-PALESTINIANO MUNDO TERRORISMO PALESTINA ISRAEL MÉDIO ORIENTE
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COMENTÁRIOS de 84
Novo Assinante: Notícia de hoje deste jornal o Observador: "Concluímos a fase de demolição. Agora é hora de
construir". Ministro israelita diz haver uma potencial "bonança
imobiliária" em Gaza"
Bezalel Smotrich, titular da pasta das Finanças, diz que já foi concluída "demolição" do enclave e que o plano de divisão para a "renovação urbana" inclui os EUA e está na mesa de Trump. ... Estes planos são a base da “Riviera do Médio Oriente” desenhada por Donald Trump e apoiada pela extrema-direita israelita ... Concluímos a demolição, a primeira fase da renovação da cidade. Agora só precisamos de construir..." - Confirma-se o que aqui já escrevi centenas de vezes: o assassino em massa e novo Hitler, assassinou mais de setenta mil palestinianos apenas que Donald Trump e o seu o cunhado Jared Kushner lá façam fortuna construindo a Riviera da Gaza, um conjunto de um ressort de luxo. Foi apenas por isso que o criminoso de guerra com mandado de detenção emitido Benjamin Nethanyau assassinou mais de setenta mil pessoas. Novo Assinante: Continua o genocídio do povo palestiniano. Mais catorze palestinianos hoje barbaramente executados a tiro pelo criminoso de guerra e assassino em massa de mulheres, crianças e bebés Benjamin Nethanyau, o novo Hitler, a juntar aos mais de setenta mil já assassinados pelo criminoso de guerra Benjamin Nethanyau, tal como o Observador noticia no Em Directo de hoje. Novo Assinante: O assassino em massa de mulheres, crianças e bebés Benjamin Nethanyau está a violar o direito internacional ao atacar uma embarcação portuguesa que se dirige para um território que NÃO pertence a Israel e que está situado a uma enorme distância de Israel. Mas que esperar de um assassino em massa que acabou com a democracia em Israel e converteu o país numa ditadura ao impor uma lei que permite ao parlamento anular decisões do Supremo Tribunal apenas para que ele, assassino em massa Benjamin Nethanyau, não seja preso após ter sido condenado por corrupção, tal como este jornal o Observador noticiou? Novo Assinante: Que direito terá o assassino em massa de mulheres, crianças e bebés Benjamin Nethanyau acusado de crimes de guerra e de crimes contra a humanidade pelo TPI e com o respectivo mandado de captura emitido, tal como este jornal o Observador noticiou, de anexar um território que não pertence a Israel, de o continuar a arrasar todos os dias implodindo edificios de grande porte e ocupar esse mesmo território de forma ilegal e não reconhecida pela comunidade internacional, só para que Donald Trump e o seu o cunhado Jared Kushner lá façam fortuna construindo a Riviera da Gaza, um conjunto de um resorts de luxo? João Mourão: Já algum jornalista escreveu seriamente sobre os 2 milhões de árabes que vivem em Israel com todos os direitos e satisfeitos? Já algum jornalista analisou seriamente porque é que os imigrantes não vão para os outros Países Árabes/ muçulmanos (Arábia Saudita, Emirados, Egito, etc), ou para a Rússia e seus satélites? Já algum jornalista indagou porque é que o Ocidente tem a obsessão de querer resolver os problemas do mundo, em vez de resolver os que tem internamente? Já algum jornalista analisou quais e quantos Países deixam entrar imigrantes sem autorização prévia, sujeita a haver trabalho necessário e contratado (excepto os do chamado Ocidente) ? Temas que ajudariam a podermos todos trocar impressões de um modo sensato e civilizado. Debruçarmo-nos sobre um possível estado que todos sabermos ser a sua existência irrealista parece-me ser uma política de avestruz. graça Dias: Caríssimo João Marques Almeida: Um artigo de sucessivos factos e realismo, mas também com suficientes sublinhados sobre tão irracional decisão!... em que tantos países democráticos se submeteram decididamente ao Slogan da extrema esquerda Woke "Palestina livre " ( !) Palestina livre não é uma opinião política; É puro e inequívoco antissemitismo; É uma convocação a um novo genocídio. Sobre ONU, dispenso-me a comentários sobre tantas opacidades que regem aquele grande "Offshore". Caro João Marques Almeida partilho consigo todo o desconforto de tão esdrúxula decisão por parte de líderes frouxos e vazios de pensamento, onde a História não tem ligar. Obrigada. SDC Cruz: De facto, é triste e lamentável que Portugal possa equacionar o reconhecimento do "estado" da Palestina sem que antes pondere exigir ao Hamas e à Autoridade Palestiniana que reconheçam Israel. E o inacreditável é que Portugal possa reconhecer esse "estado" através de uma ONU em que o seu secretário-geral (o português António Guterres) sempre esteve ao lado dos terroristas do Hamas. De facto, é triste e lamentável! Alexandra Ferraz: Isto é gente ignorante que não se recomenda 😈 O Ocidente está contaminado por uma ideologia pandémica inexplicável 🙄. Mas ninguém estuda História? Não entendem que desde 1948 que os 'fakestinos' nunca quiseram a independência que a Onu proclamou para a 'Fakestina' e para Israel? Israel aceitou e trabalhou duro para se desenvolver. Os 'fakestinos' são um flop!!!. Nunca aceitaram a existência de 2 estados, tornaram-se refugiados no próprio território, na Jordânia, na Síria e no Líbano, onde só criaram graves problemas e por isso nenhum estado árabe os aceita mais, e vivem preguiçosamente das imensas ajudas humanitárias que o Ocidente estupidamente lhes entrega e que enriquecem os terroristas , proporcionam a rede enorme de túneis e providenciam o armamento com que atacam Israel. Eu só posso perceber que o mundo emburreceu e entrou em histeria colectiva. E não sei como isto vai acabar. Agora, o meu país não me consultou para reconhecer esta aberração histórica. Sr. Primeiro-Ministro está diariamente a dar tiros nos pés. Continue que não vai longe 😛. Xô estupidez monumental !!! E viva Israel ! Am Yisrael Chai 🇮🇱 Humilde Servo: Se o governo português alinhar nesta palhaçada, esquecendo o cadastro dos palestinianos no terrorismo, sem sequer exigir uma declaração formal do Hamas e da Autoridade Palestiniana de que reconhecem o estado de Israel, deixo de votar em qualquer força política portuguesa que apoie esta decisão. Filipe Paes de Vasconcellos: A cobardia no Ocidente instalou-se definitivamente. A cobardia do Sr. Guterres tornou-o cúmplice e o idiota utilíssimo do terrorismo. Guterres e a ONU tiveram durante os últimos 20 anos a ver, apoiar e financiar o Hamas sendo os grandes colaboracionistas da construção dos túneis e de toda a preparação do 7 de Outubro. De facto nada “veio do vácuo”. O enorme fracasso da ONU e da sua organização de apoio aos refugiados da palestina gastaram bilhões e bilhões de dólares que o Ocidente lhes pôs nas mãos durante 80 anos e o que têm para mostrar a quem os sustentou é um povo miserável e uma elite super milionária. Minha “querida” ONU não tem vergonha nas trombas? E, fico-me por aqui. João Reis > Hugo Marinho: Isto começou com um ataque terrorista que vitimou, não um regime opressor, não militares, mas sim jovens e adultos que podiam ser você, os seus filhos, a sua família. Agora pode dizer “mas os Isrr4aelitas também mataram jovens, crianças, adultos inocentes”. Sim mataram mas num acto de resposta. Na segunda guerra mundial também mataram alemães: já viu alguém preocupado com isso? Foram 2 milhões e não, eles não eram militares e não eram obrigatoriamente apoiantes de Hitler mas nem por isso sobreviveram. Não posso concordar com um ataque terrorista como forma de atingir um objectivo. Não posso concordar com iniciar uma “negociação “ assassinando 1000 civis e raptando mais de 200, matando uma parte deles em cativeiro. Não é uma boa forma de começar uma conversa, nem devia de forma alguma ser aceite como um primeiro passo para algo que não uma guerra. Desculpe mas isto ultrapassa as Palestinas, os Israéis, as políticas e posturas decentes desta vida. Rosa Silvestre: Excelente análise. Eu percebo que a França, a Espanha ou mesmo o Reino Unido queiram reconhecer um estado inexistente para apaziguar os problemas internos, mas Portugal precisa desta cabriola? jose ricardo da cruz pereira > João Mourão: Caro Sr João Mourão, nenhum jornalista escreve sobre seus exemplos citados, porque o jornalismo e seus pseudo jornalistas, estão a maioria rezando pela cartilha que lhes dá mais jeito para manter seus empregos. Não têm mais personalidade, coragem e vontade de escreverem as verdades às quais fecham os olhos. Lamentavelmente, até a ilha que era este jornal, também aos poucos vai perdendo a sua linha editorial independente com a qual me encantei e hoje desiludiu-me. Parabenizo-o pela forma objectiva com que escreveu. Paulo Coelho > Hugo Marinho: "Free Palestine, from the river to the sea" Sabe o que representa realmente? Aquilo que o Hamas (e os idiota úteis) advogam. O completo genocídio dos judeus (e demais pessoas que lá vivam) de Israel e o completo desaparecimento desse estado. Que na verdade, é o único na região onde vivem em conjunto, pretos, azuis, trans, lésbicas, gays, homens, mulheres, druzos, árabes, cristãos e judeus. Hugo Silva: É perguntar aos candidatos a PR, o que pensam sobre o assunto. Este governo já percebemos para que lado pende... quem mantém no governo uma fulana que referiu "pessoas que menstruam", está tudo dito. Já aquele quequinho, que era comentador, que agora é deputado europeu mas passa mais tempo em Portugal, e que é apoiante do Marques Mendes, já leu a cartilha sobre o assunto (passeio turístico da flotilha) "apoiamos a ideia só não o faríamos da mesma maneira". António Lamas: Estamos a ser enganados porque queremos. A Palestina serve para extrema-esquerda ocidental fazer barulho para consumo interno. As notícias que nos chegam são na sua maioria falsas ou deturpada. Só um exemplo A faixa de Gaza tem 365 klm2. Lisboa tem 100 klm2 A Madeira tem 750 klm2 Agora expliquem como esta área "só" tem 17 hospitais operacionais dos 36 que tinha antes da guerra. Ninguém questiona o que VERDADEIRAMENTE está a acontecer em Gaza? Filipa Mourão: Excelente artigo. Obrigada Alex Namegraça Dias: Graça, não são lideres frouxos. São líderes corruptos. Não podemos ver isto no contexto da política mas sim num contexto paralelo aos negócios da droga. Estes políticos que rotula de frouxos não são mais do que comprados pelos petrodollars para permitirem a invasão de imigrantes que explodiu com a guerra na Síria. Uma guerra artificialmente criada para justificar a debandada de milhões de islâmicos com o fim único de rebentar por baixo a Europa toda. Desde chineses a americanos, passando pela Índia, Rússia, Brasil e outros, todos querem a capitulação da Europa. E chegaremos à situação de, ou nós ou eles. Eu sou incondicionalmente pelo NÓS. E vocês, comentadores? Os jornalistas já sabemos que estão por eles, até pelo menos alguma mulher da sua família ser violada! Jose Pires: Com o reconhecimento do Estado da Palestina (coisa que não existe nem nunca irá existir) se acontecer por parte deste governo, NUNCA mais irei votar nesta gente. E já voto PSD há 40 anos....Envergonham a memória de Sá Carneiro, um Homem de coragem e de respeito e de qualquer social-democrata que se preze. Vergonha! Tristão: O reconhecimento da Palestina é um prémio ao terrorismo, mas também um prémio a um massacre de inocentes absolutamente inaceitável para quem ainda é defensor de princípios mínimos de dignidade da pessoa humana e acima de tudo, pelo respeito da própria vida humana. Bailaruco Madeira: Não se pode reconhecer o que não existe. A Palestina NÃO EXISTE. João Floriano: Em total acordo com João Marques de Almeida. No entanto estamos todos à espera que Paulo Rangel venha anunciar que Portugal está disposto a dar mais um tiro no pé e reconhecer um estado que nunca existiu nem tem quaisquer possibilidades de existir enquanto os terroristas mandarem na Palestina. Vitor Batista > António Lamas: 99% dos edificios eram bases do hamas com uma rede de túneis de fazer inveja ao metro de Moscovo. David Pinheiro: Os funcionários da ONU no terreno, em Gaza, são funcionários do Hamas. Daí que a ONU não tenha fontes credíveis para tomar quaisquer decisões. Eu sou do tempo em que não se negociava com terroristas... mas isto já foi há muito tempo atrás. Estranho mundo este... Paulo Coelho > Carlos Quartel: Acordo de defesa mútua? Leu a crónica de opinião onde está a comentar? Entre estados de democráticos e grupos terroristas (como referiu o cronista, claro que esses grupos definem-se como 'legitima defesa'). É isso? Acordo de defesa mútua entre estados democráticos e grupos de "legítima defesa palestinos" que advogam simplesmente a erradicação do estado de Israel e naturalmente a morte de todos os judeus? Ou acha que aquela coisa do "from the river to the sea" é lirismo Mário Gouveia: Obrigado pela clareza. A solução de dois estados foi sempre recusada pelos árabes, nomeadamente em 37, 47, 67, 2000 e 2005 e vai ser agora que a vão aceitar? Espero que este reconhecimento só seja feito após a entrega de todos os reféns e a saída do Hamas. Se não, vamos ser cúmplices de terroristas. JPGSG: Vergonha não me revejo nesta posição do governo português. E votei no PSD. Em junho o governo admitia o reconhecimento sob certas condições. As enunciadas na altura não se verificam. Paulo Rangel e o governo português, estão a prestar um mau serviço a Portugal. Coxinho: Sinceramente, acho que não servirá de nada continuar a publicar artigos que provem e comprovem a imoralidade, a injustiça e a estupidez do reconhecimento de um Estado que afinal não vai muito além de um bando de facínoras terroristas. Não, não servirá de nada. Quem concorda em reconhecer a Palestina sabe perfeitamente que isso significa reconhecer uma organização terrorista. E não vai mudar de opinião porque, no fundo no fundo, o que está em jogo não é a Palestina mas a vontade inconfessável de aniquilar o Estado de Israel e emporcalhar os valores morais do Ocidente. Artur Vieira: O sr. Montenegro, coadjuvado pelo seu ministro dos Negócios Estrangeiros, mais parecem saídos de um qualquer partido extremista ou de uma ONG mal-amanhada, demonstrando completa ignorância sobre o conflito, que nada tem a ver com raças, mas sim com a existência de um Estado judaico — o único onde qualquer judeu se pode refugiar quando países como França, Alemanha, Bélgica, África do Sul e, agora, também o Brasil, iniciam perseguições antissemitas em qualquer contexto que envolva judeus. Basta recordar os anos 1930, e o que acontecia nos países de Leste, mesmo antes da ascensão de Hitler ao poder: já então havia perseguições contra os judeus por qualquer pretexto. Manuel Magalhaes: A Europa é governada por gente medíocre, medrosa e completamente nas mãos das novas ideologias que apenas têm servido para a enfraquecer, estadistas precisam-se com urgência!!! José Paulo Castro: O relatório da ONU é feito com dados de fontes do Hamas. Não há fontes independentes em Gaza. O motivo por que o Ocidente e os seus políticos agem como agentes infiltrados do Qatar é um mistério. Há uns anos descobriram uns que eram pagos directamente por esse país. Depois do choque, a investigação parou sobre os restantes. Maria Tubucci: Excelente Sr. JMA. Se nossos os “líderes” hoje tiverem a pouca da vergonha de reconhecer um “estado” fantasma, os próximos líderes que entrarem só têm de reverter esse reconhecimento. Pois não se pode reconhece o que não existe, não se pode colocar um estado democrático ao mesmo nível de uma quinta de terroristas, muito menos premiar terroristas depois do terror que causaram e causam… Paulo Silva: Cedência e legitimação do Terror. O colunista apenas diz o óbvio que as cabeças de avestruz se recusam a ver... João Floriano > Alexandre Barreira: Eu estou curioso em saber se a Mortágua continua a receber o seu ordenado de deputada. É que tendo sido eleita por um grupo de portugueses ainda que cada vez menor, a mana Mortágua anda a defender interesses terroristas como se tivesse sido o Hamas a elegê-la. Paul C. Rosado: A ONU é hoje uma organização controlada por estados não democráticos, anti-ocidentais, muitos deles dependentes dos petro-dolares islâmicos. Uma aliança entre ditaduras esquerdistas e islão fascista. O que a ONU hoje faz tem de ter zero legitimidade, para qualquer pessoa séria e racional. Muitos países ocidentais estão nas mãos de lunáticos extremo-esquerdistas que querem que o ocidente impluda. Esta questão absurda de quererem dar um estado (que nem sequer existe) a terroristas invasores árabes muçulmanos é só mais um capítulo. António Afonso: Actualmente a ONU é uma organização inútil, à imagem da sua liderança. Albino Mendes: Claro que é um acto terrorista, . Albino Mendes: Claro que é um acto terrorista, não precisar lamentar dizer a verdade.
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