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Putin é "talvez o pior criminoso de
guerra dos nossos tempos", critica chanceler alemão
Friedrich Merz considera que
Putin talvez seja o "pior criminoso de guerra dos nossos tempos".
Assim, a Europa deve entender que está a lidar com um "criminoso" e
não deve ser "fraca".
OBSERVADOR, 03 set. 2025, 00:37 8
O chanceler alemão, Friedrich Merz,
deixou esta quarta-feira duras críticas ao Presidente russo. “É um criminoso de guerra. É talvez o pior criminoso de guerra dos
nossos tempos”, classificou o líder germânico, numa entrevista televisiva
à Sat1, citada na imprensa alemã.
Para o chanceler alemão, a Europa deve
entender que está a “lidar com um criminoso de guerra”. “Não deve haver espaço para fraqueza”, defendeu
Friedrich Merz.
O chanceler
alemão defendeu também que as eventuais garantias de segurança à Ucrânia deverão ser
enquadradas pela chamada Coligação dos Dispostos e não pela União Europeia (UE), como
sugeriu a chefe do executivo de Bruxelas, Ursula
von der Leyen.
Em conferência de imprensa conjunta com
a presidente da Suíça, Karin Keller-Sutter, em Berlim, o líder alemão
afirmou que espera defender
este ponto de vista sobre as garantias de segurança, exigidas por Kiev para
celebrar um acordo de paz com a Rússia, na reunião da Coligação dos Dispostos,
convocada para quinta-feira pelo Presidente francês, Emmanuel Macron.
“A
garantia de segurança mais importante que podemos oferecer agora é o apoio
suficiente aos esforços da Ucrânia para defender o país. E sabemos que devemos continuar, mesmo
para além de possíveis negociações de cessar-fogo e de paz, porque a Ucrânia
precisa de estar preparada para defender o país a longo prazo, e queremos
ajudá-la”, afirmou Friedrich Merz.
“Quando digo ‘nós’, refiro-me sobretudo
à Coligação dos Dispostos”, precisou,
argumentando que “a UE desempenha certamente um papel”, mas, no que toca a
apoio militar, este “é do domínio
exclusivo dos Estados-membros e dos restantes países envolvidos”.
Friedrich Merz citou o
exemplo do Reino Unido, que
já não é membro da União Europeia, mas está no círculo dos países que lideram a
Coligação dos Dispostos.
“É
por isso que é uma tarefa que cabe mais a esta constelação do que à UE”,
insistiu, fazendo eco do ministro da
Defesa alemão, Boris Pistorius, que já tinha criticado as declarações da
presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, na segunda-feira sobre
um possível envio conjunto de tropas de manutenção da paz.
O chanceler alemão apoiou ainda a
oferta reiterada de Keller-Sutter para acolher futuras conversações de paz entre a Rússia e a
Ucrânia em Genebra.
GUERRA NA
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COMENTÁRIOS (de 8)
Jorge Barbosa: Este Merz parece ser uma
lufada de ar fresco na UE.
Eduardo Cunha: Temos homem... Já não era sem tempo. David
Pinheiro: Talvez??? E onde andaram os europeus nestes 3 anos e meio, CARO "amigo"
Merz, chame os bois pelos nomes e critique os seus colegas europeus fracos.
Começando pelos seus antecessores no cargo. E abra os cordões à bolsa no apoio
à Ucrânia, não se fique apenas pelos discursos bonitos, que nisso os seus
colegas europeus são especialistas. Francisco
Louro: Actos. Precisamos de actos. Forneçam os mísseis necessários para pôr todas
as refinarias de petróleo a arder na Rússia. A forma de acabar com o Putinismo
é rebentar com a economia russa. Também os Chineses ficam a chuchar no dedo sem
petróleo barato. Angola e outros produtores agradecem com o aumento do preço do
petróleo.
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