Vistosa, por vezes, na opção política,
por amor à novidade ideológica do momento, que nos moderniza a nós.
A aliança entre a extrema-esquerda e o
radicalismo islâmico
Para esses movimentos, Israel
simboliza o triunfo de tudo o que sempre combateram: o capitalismo,
a economia de mercado, a democracia liberal e os valores ocidentais.
JOÃO MARQUES DE ALMEIDA Colunista do Observador
OBSERVADOR, 29 SET. 2025, 00:2082
Há uns meses os serviços de segurança franceses escreveram um
relatório para o Presidente Macron. O principal
tema do relatório era a infiltração
crescente nos últimos anos de grupos radicais islâmicos na sociedade e em
instituições francesas. Muitas das actividades destes grupos são
financiadas por países estrangeiros, como a ARGÉLIA, O IRÃO, O QATAR E A
TURQUIA.
O relatório também mostrava que há uma
aliança entre as extremas-esquerdas
francesas e os grupos islâmicos radicais. Os serviços de informação olham para esta
aliança como uma ameaça grande à segurança interna francesa. A aliança entre o partido de Melenchon (a
França Insubmissa) e os movimentos islâmicos radicais, até em listas comuns para eleições locais, não é
novidade para quem segue a política francesa.
Os serviços de informações alemão e
britânico também
produziram relatórios semelhantes. As alianças entre as extremas-esquerdas e os islâmicos radicais
também existem na Alemanha
e no Reino Unido. Em terras alemãs, é o De Linke que se alia aos islâmicos radicais,
e no Reino Unido é
o novo partido de Corbyn. Na Alemanha e no Reino Unido, a situação não é tão grave como em França. A razão
não tem a ver com o número de imigrantes, já que é semelhante nos três países. Tem
a ver com a dimensão política da
extrema-esquerda: é muito maior em França do que na Alemanha e no Reino Unido.
Neste momento, Gaza transformou-se na maior causa do
esquerdismo-islamismo. Os grandes
aliados do Hamas são o Irão,
o Qatar e as extremas esquerdas europeias. Não são os outros países árabes. Tirando o Qatar, nenhum
outro estado árabe apoia o Hamas. Por que
razão o governo do Egipto não abre a sua fronteira com a Faixa de Gaza, apesar
da tragédia humanitária no território? Por uma razão muito simples: não
quer elementos do Hamas no seu país.
É
fundamental fazer uma distinção entre quem neste momento discorda da política
do governo israelita em Gaza e os grupos
de extrema-esquerda que sempre odiaram Israel, como Melenchon, Corbyn e, em Portugal, o
Bloco de Esquerda e o PCP. Já
eram favoráveis ao Hamas e anti-Israel muito antes dos ataques terroristas de 7
de Outubro de 2023. Para esses movimentos, Israel simboliza o
triunfo de tudo o que sempre combateram: o
capitalismo, a economia de mercado, a democracia liberal e os valores
ocidentais. Entre o
Hamas e as virtudes ocidentais,
preferem o primeiro. Para as
extremas esquerdas, o radicalismo islâmico é o grande
aliado para as suas lutas revolucionárias na Europa.
De
acordo com a sua tradição histórica, as extremas-esquerdas
representam o pior das ideologias até hoje produzidas na Europa e, como sempre,
aliam-se ao pior que existe: os Bolcheviques, o estalinismo, o maoismo, a Albânia,
Cuba, o Chavismo e agora o radicalismo islâmico e o Hamas. Há uma linha condutora nas extremas
esquerdas ao longo dos últimos cem anos: combater
a cultura, as tradições e os valores ocidentais. Hoje, o grande aliado das extremas-esquerdas
para combater os valores ocidentais é o radicalismo islâmico.
CONFLITO
ISRAELO-PALESTINIANO MUNDO EXTREMA
ESQUERDA POLÍTICA
COMENTÁRIOS (de 82)
Uiros Ueramos: Em Portugal, França, Alemanha,
Espanha, Itália ou Reino Unido, vemos partidos como o Bloco de Esquerda, o PCP, o Livre e o PAN sistematicamente com
narrativas que não escondem a simpatia pelo Hamas. Não se trata
apenas de crítica à política de Israel, trata-se de uma escolha deliberada de
lado: entre o radicalismo islâmico e os valores ocidentais, escolhem o primeiro.
A história não engana: ontem foi Estaline, Mao, Castro ou Chávez. Hoje é o Hamas. Sempre a mesma lógica, atacar o capitalismo, a economia de mercado, a
democracia liberal, as tradições e valores do Ocidente. Gaza é apenas o palco mais recente de uma velha
guerra ideológica. É notável a desfaçatez. Enquanto milhões morreram na Ucrânia e
em conflitos africanos sem uma única manifestação da extrema-esquerda, para
Gaza não faltam cartazes, gritos e até flotilhas “humanitárias” autênticos
cruzeiros de luxo disfarçados de causa revolucionária, orçados em dezenas de
milhares de euros por cabeça. E o mais grave: esta aliança não
é mera retórica. Relatórios
dos serviços de informações de França, Alemanha, Bélgica, Países Baixos,
Itália, Suécia e Reino Unido confirmam a infiltração de grupos islâmicos
radicais e a colaboração activa de forças de extrema-esquerda. Uma convergência perigosa que mina a segurança interna
e cria uma frente ideológica contra as próprias sociedades democráticas que
lhes dão palco para a extrema-esquerda europeia o que lhes interessa é a
oportunidade de, mais uma vez, se colocar ao lado do pior que existe para
atacar o Ocidente. O que ontem foi estalinismo,
maoismo ou chavismo, hoje veste a túnica do islamismo radical. A linha de continuidade é clara: sempre contra
as liberdades, sempre contra a democracia, sempre contra o Ocidente. Ricardo
Ribeiro: O problema não é só a extrema-esquerda, que em
Portugal, por exemplo, é praticamente residual. A questão torna-se mais
grave quando partidos ditos centristas, Ps e Psd, dão apoio e confirmam essa
política criminosa anti-ocidental.Exemplos não faltam, refiro apenas 2: 1 - Geringonça do Ps com
essa extrema para tomar conta do poder tendo como contrapartida e consequência
a implementação dessas políticas. 2 - Governo do Psd e respetivo reconhecimento do pseudo estado da
Palestina. Portanto quem tem visão contrária a essas políticas só tem uma
solução (Cds não conta pois está aliado a um dos partidos referidos), é votar
no que sobra com todos os seus defeitos, que os tem. Adivinhem qual é?... José
Fernandes: Parece não ser só a extrema. Há ainda os jornaleiros que costumam
esquecer os reféns israelitas e ... palestinianos. Manuel Almeida Gonçalves: Uma boa, válida e bem exposta
perspectiva. Hugo
Vieira > Ricardo Ribeiro: Só não concordo com uma coisa
que escreveu e que acho importante. Extrema-esquerda em Portugal não é
residual. PS tem dado demasiados sinais de ser extrema-esquerda. PSD é
centro-esquerda. Este país está tão inclinado para a esquerda que nem
nos apercebemos da dimensão do problema. Quase Famoso: Não se esqueçam, enquanto os
muçulmanos forem a minoria, irão sempre gritar pelos direitos das minorias. Em
todo o lado onde os muçulmanos são a maioria, o direito das minorias pura e
simplesmente não existe. José Mendes Gil: Artigo certeiro e transparente. A extrema esquerda tem ódio ao Ocidente, à
liberdade e democracia e a Israel . Prefere os assassinos do Hamas. " Do rio até ao mar
" representa aniquilar Israel . Esquecem um dos autores : A. Hitler e os
campos de extermínio
João Angolano: Curto e grosso só não concluiu
um pouco mais sobre o caso Macron que sabendo do que se passa nada faz e até oferece ao Hamas uma
bandeira…mas Macron é tão só mais um caso de um pervertido europeu que chega
ao poder ….aliás como há aos pontapés e até nós cá em Portugal temos isso mas
um pouco mais fofinho.
Ana Torres: Aqui em Portugal não é diferente, existe uma clara
aliança entre o PS, a extrema-esquerda e o radicalismo islâmico, assim como a
maioria da CS e dos comentadores de serviço, Pizarro anda de braço dado com
a comunidade islâmica do Bangladesh no Porto com a ganância de obter os seus
votos, nas últimas eleições viram-se imagens na tv de Mariana Mortágua após
votar ir cumprimentar e a dar uma entrevista aos líderes das comunidades
islâmicas em Lisboa, assim como Rui Tavares é um firme defensor de uma
sociedade multicultural, desde que os filhos possam estudar num colégio de
elite e longe dessa realidade. Jorge
Espinha: A sua crónica devia ser diária . Obrigado! Rui Lima: Parabéns, hoje é preciso muita coragem na Europa para
falar verdade sobre Israel todos estão com o extremismo do Hamas (objectivamente) até o nosso
governo que muitos dizem ser de direita . Um livro que vai sair fala dessa
aliança da esquerda com o Islão o radical
"Os Cúmplices do Mal" que fala do “islamo-gauchisme “ O
seu Omar Youssef Souleiman que fugiu da Síria e viveu
Arábia Saudita o encontrou um ambiente em França não é diferente deste países
de onde fugiu. Hoje quase toda a esquerda é totalitária foram para tribunal
para impedir a publicação deste livro, faz lembrar o processo Kravchenko que
tinha desertado escreveu um livro, J’ai choisi la liberté (“Escolhi a
liberdade”), publicado em francês em 1947, no qual denuncia o regime de
Stalin, também ele foi perseguido em França pelos comunistas . Carlos Chaves: Isto a ser devidamente
comprovado, era razão suficiente para ilegalizar estes partidos nas democracias
ocidentais! Estão a pôr em causa a nossa segurança, o nosso bem-estar, os
nossos valores, a nossa cultura, e as nossas tradições! Autênticos traidores,
não têm lugar nas nossas sociedades! O PS e o PSD deviam levar uma coça valente
nas eleições, não esqueçamos que apoiaram o reconhecimento de um “estado”
terrorista! António
Lamas: É a aliança mais contra-natura do mundo de sempre. Como é possível juntar
direitos das mulheres, defesa da homossexualidade, a imposição da ordem pelas
armas, a falta de democracia com o radicalismo islâmico? A extrema-esquerda é
mesmo estúpida Carlos
Chaves > Ana Torres: E a cereja em cima do bolo,
é o PSD ter reconhecido um “estado” terrorista! Ou seja, não são só os
socialistas a fazerem má figura, a esses já estamos habituados que a façam! graça Dias: Caro João Almeida, os meus
Parabéns por este seu "grito de alerta" , e que muito gostaria que o 1°Ministro Luís Montenegro tenha
oportunidade de ler e concluir como a sua ignorância o levou a CERTIFICAR a
agenda política do Mr. Macron bem consciente dos SEUS PROBLEMAS internos. Recomendo
o livro" CÚMPLICES DO MAL do jornalista franco-sirio Omar Youssef
Souleimane. Todos podemos compreender melhor no que se traduzem as manifestações
"PALESTINA LIVRE" Cruzeiros " Flotilhas " ...PROPAGANDA DO
ANTISSEMITISMO e o apelo a um novo HOLOCAUSTO. Paulo Cardoso > José Roque: Teve a oportunidade de
expandir a análise, com a justificação da sua válida opinião, mas optou por
simplesmente classificar sem fundamentar. A análise está fundamentada. Por
muito redutora e limitada que a possa considerar, é bem mais esclarecedora que
o seu comentário. Bailaruco
Madeira: Bom artigo. A Extrema Esquerda, tal como os seus Aliados e Amigos Radicais
Islâmicos, constituem dois CANCROS nas sociedades europeias, que têm que ser
combatidos vigorosamente, sem tréguas. Maria
Oliveira: João Marques de Almeida está absolutamente certo. Nuno Abreu: Muito bom. Muito bom mesmo.
Tudo clarinho como a água. Mortágua e Raimundo são farinha do mesmo saco. Querem
acabar com a civilização Ocidental.
António Costa e Silva: Falta escrever sobre a cumplicidade e colaboração dos
"moderados", da esquerda, do centro e da direita, na promoção da
invasão da Europa pelo islão. Ser "moderado", hoje, é ser traidor;
dos seus Avós, dos seus Pais e dos seus filhos. Ser verdadeiramente moderado, é
promover a deportação dos invasores à força, hoje, para prevenir a
inevitabilidade da violência amanhã.
Ricardo Ribeiro > Hugo Vieira: Verdade! Estava-me a referir
ao que este cronista considera extrema esquerda no seu artigo. Jose Bastos: Escreva assim que continuo a
ser seu leitor assíduo Total concordância. João
Diogo: Excelente texto. Fernando
Soares Loja: Na mouche. E o que mais
impressiona é que a esquerda até sacrifica as suas ideias e deixa cair ao chão
as suas bandeiras, como a igualdade entre homens e mulheres e a protecção dos
LGBTQ, para apoiar movimentos islâmicos que são, como sabemos, opressores das
mulheres e inimigos dos LGBTQ. A incoerência da esquerda no seu melhor. Paulo
Coelho: O problema é que não necessitam converter os convertidos. Traduzindo, quem
lê esta crónica, já sabe isso. Mesmo que fosse apenas a nível do subconsciente.
Como sempre, o que é necessário é o velho "follow the money". Miguel Seabra: A aliança entre a esquerda e o
radicalismo islâmico está bem presente nas UN. A propósito vamos ter esta
semana uma conferência da UNesco, para “ definir a agenda cultural dos próximos
anos”. Em Barcelona com o Pedro Sanches como mestre de cerimónias. A UNESCO não
tem nenhuma credibilidade, tal como a as UN em geral. Há uns anos aprovaram uma
resolução determinando que o Povo Judeu não tem qualquer ligaçâo histórica e
cultural com a cidade de Jerusalém. Esta resolução foi aprovada com os votos
favoráveis dos Países muçulmanos e seus aliados e com a covarde e vergonhosa
abstenção das democracias ocidentais incluindo Portugal. Entre os raros votos
contra, destacou-se a Itália, certamente receosa de alguma resolução a
questionar se Roma é património cultural italiano….Para esta interessante
reunião em Barcelona esperam-se boas novidades. Talvez a revelação de que Pedro
Sanchez é descendente de Maomé…. graça
Dias > Nuno Abreu: Deve-se acrescentar uma
relevante parte do partido socialista, o Livre e até o PAN, aos quais acresce
jornalistas e comentadeiros. vitor
gonçalves > António Lamas: Posteriormente, depois de
atingir o poder, eliminavam os islâmicos , como têm feito nas sociedades
marxistas ao longo dos tempos. O contrário também é verdade; o Ayatola komeini
foi apoiado inicialmente em 79 pelos comunistas e depois de atingir e
consolidar o poder, fez uma purga e matou a totalidade das elites socialistas e
comunistas. E tudo a mesma m@rda. António
Alberto Barbosa Pinho: Absolutamente certo. graça
Dias: HOJE em Portugal ( e em muitos outros países) a extrema esquerda ( PS,
BE,PCP e Livre), e alguns dos grupos de comunicação são um "COMPLEXO
INDUSTRIAL " da Propaganda: faz DOUTRINAÇÃO intensiva, pretende reescrever
a História, impõe o PENSAMENTO ÚNICO , manipula a verdade, manipula
políticos frágeis em carácter e pensamento, impõe alterações de programas de ENSINO,
Organizações como a ONU as ONGs ( onde gentinha da extrema esquerda está
luxuosamente instalada), fazem parte deste poderoso "COMPLEXO INDUSTRIAL
", que condiciona a liberdade e promove discursos de ódiooo. Edite: "Complexo Industrial "
visa alcançar um sistema de DITADURA TOTALITÁRIA. Coxinho > Fernando Soares Loja: A "incoerência da
esquerda" é coerente com uma outra realidade que está subjacente e bem
camuflada por essa mesma esquerda: o propósito inconfessável de reduzir a
população mundial desencadeando guerras e catástrofes "climáticas",
provocando divisões no seio da sociedade com o pretexto falso do humanitarismo,
conferindo privilégios e subsídios a minorias religiosas, estimulando a entrada
massiva de muçulmanos no território nacional, sabendo de antemão que está a
favorecer a destruição da coesão social... Ou seja: desde a experiência
estalinista da URSS, a esquerda sempre usou a falsidade do humanitarismo para
promover o caos de que precisa para sobreviver. Maria Soares: Muito bem! graça
Dias: Caríssimo João Almeida: Se me permite, recomendo
livro "CÚMPLICES DO MAL " sobre as
ligações entre o artigo La France Insoumise ( partido da extrema esquerda
francesa do Jean Luc Mélenchon) e o ISLAMISMO. Livro do jornalista
franco-sirio Omar Youssef Souleimane, em que o autor na contracapa escreve como
" um grito de alarme que denúncia a aliança obscura da France Insoumise
com o islamismo e o seu plano, para desestabilizar a democracia francesa. NOTA: O partido de Jean Luc
Mélenchon inclusive recorreu a advogados para impedir o lançamento do (o autor
do livro escreve em inúmeras manifestações de apoio à PALESTINA LIVRE,
igualmente em associações palestinas marcadas com a presença de Islâmicos.
Livro muito bem documentado com factos e testemunhas irrefutáveis). Podemos
concluir no que se traduz as,"
Flotilhas, Palestina livre ", e que
lastimavelmente o1º Ministro Luís
Montenegro Certificou ! José Piçarra: O fio condutor de todas as
alianças, algumas antagónicas ou contraditórias, dos movimentos de
extrema-esquerda é fazer acontecer a dita revolução, seja da maneira como for.
Esse fim último justifica todo e qualquer meio. Não querem criar nada, só
destruir. Carlos
Chaves > Ana Torres: Caríssima Ana Torres, ou muito
me engano, mas o preço eleitoral a pagar pela arrogância (para ser simpático),
de Luís Montenegro e Paulo Rangel, vai ser elevado! Até este inaceitável
episódio, relevei alguns erros grosseiros já cometidos por este governo, mas
este não tem perdão, este governo não me representa, são autênticos traidores à
Pátria! graça
Dias > Ricardo Ribeiro: Só posso concordar com a
evidência do que aqui escreve. Lamentavelmente o nosso 1º Ministro Luís
Montenegro e a sua cultura básica e imaturidade política, deu um duro golpe na
política externa de Portugal, mas também na confiança que milhares de alguns
portugueses lhe deram.
Joel Marques > Novo Assinante: Na Nigéria já mataram mais de duzentos mil cristãos,
já queimaram cerca de dezoito mil templos. Onde está a indignação? Onde estão
os protestos? Onde estão as bandeiras? Onde estão as capas de jornais? Onde está
a esquerda humanista? Nada! Zero!! Porquê? Aniquilar tudo o que é judaico -
cristão é para ser exterminado, aniquilado, varrido da face da terra. E os
milhões de deslocados no Sudão? E em Moçambique? Coerência precisa-se! Isto de
condenar apenas os judeus por lutarem pela sua sobrevivência, é odioso, é
racismo. Mas claro, são os valores da esquerda. Mas pode ser que um dia estes
valorosos extremistas islâmicos vos batam à porta. E é um caminho sem retorno!
Aguentem-se. João
Floriano > Ricardo Ribeiro: Mas mesmo residual mantém-se muito activa na CS.
Veja-se o caso do Observador, o caso dos canais de televisão onde se contam
pelos dedos de uma mão os comentadores a favor de Israel, enquanto que os do
Hamas são «às paletes», lembrando o Nélio de Herman José. joao
lemos: nem mais. pensar
que assim não é, não sendo de esquerda radical, é tão só desempenhar o papel de
"idiota úitl" Carlos
Carvalho: Infelizmente
ainda temos alienados mentais que votam nesses grupelhos, sobretudo o bloco
comunista. Muita culpa do “jornalismo” não do articulista.
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