Duma
sociedade pretensiosa, mas imperfeita no seu pedantismo educacional de uma “virtude”
tantas vezes rebuscada, em termos designativos, que a evolução cultural
favorece, em vez de corrigir, em extremismos geralmente de um esquerdismo
altamente modernizador, os velhos preceitos incutidos segundo fórmula antiga – “de pequenino se torce o pepino – sem relevância
que preste, a mão criminosa muitas vezes aceite como consequência desculpável
não da vileza própria mas na sugestão da vileza alheia, que todos temos direito
a punir, em hostilidade de um puritanismo antes perverso.
Para lá do Bem e do Mal
Esquerda e direita acabaram
comportando-se de formas diametralmente opostas: ainda que os excessos da
esquerda sejam sempre pacíficos e virtuosos e o silêncio da direita opressivo e
violento.
NUNO LEBREIRO
Investigador académico, membro do podcast Linhas Direitas
OBSERVADOR, 18
set. 2025, 00:1742
A
propósito do assassinato de Charlie
Kirk, muito se
tem escrito sobre a crescente “polarização” política, vista como a base da
violência por trás do hediondo crime e, portanto, o maior problema que urge
resolver nas democracias ocidentais. Nesse sentido, somos todos convidados a recuperar os valores fundamentais, e
fundacionais, do diálogo, da tolerância, da pluralidade democrática, visando um
desescalar da tensão social. Reparar relações, relativizar
desacordos, fazer um esforço para entender o outro, tudo parte de um apelo
generalizado, vocalizado por gente séria, minimamente preocupada com a
manutenção das liberdades e valores das nossas sociedades, bem como, claro
está, demonstrando um módico de sentido moral sobre o que é certo e errado, o que é admissível e o que não é, dentro de uma
comunidade política.
Já outros, desde jornalistas inimputáveis de redacções anónimas como o Expresso, ou o Público, até a uma imensa mole nas redes sociais, optaram por tentar minimizar o ocorrido,
bem como justificar as razões por trás de tão bárbaro e violento acto,
focando-se na vítima. Em parte baseados em publicações virais de
excertos descontextualizados, muito também se extrapolou sobre o carácter
“divisivo”, “radical”, “explosivo” de Charlie
Kirk — a
verdadeira causa, claro, do “incidente”, pois que se fosse um moderado
conciliador ainda agora estaria vivo. E assim se condenou também o
acto, apenas que acrescentando um proverbial “mas” no final da frase de
abertura. O crime é mau, é certo, “mas”
a vítima, sendo quem era, não tinha deixado de ter contribuído para o destino
que lhe estava traçado.
Depois, outros, como por exemplo o boçal
Costa
Ribas, um pobre de espírito possuído por variadíssimos síndromes de
intolerância fanática contra pessoas que revelem
em público qualquer vislumbre de apoio a Donald Trump — um caso
clínico, aliás, que merece atenção, quer pela saúde e interesse do próprio que,
vermelho, inchado com um galináceo, parece capaz de rebentar a qualquer
instante, quer para se compreender que
obscuros interesses e razões mantêm tão ridículo energúmeno no ar —,
logo procuraram inverter o ónus moral da carnificina, não apenas desvalorizando a matança, como
também atacando, demonizando e
vilipendiando o carácter moral da vítima. O crime, afinal, não pode ser assim tão mau se o morto, sendo mau, vil
e torpe, passar a portador de parte da culpa da “ocorrência”.
Em seguida, mais abaixo, outros houve
ainda que ironizaram com a situação, ou que a politizaram, como que se as
razões para um assassinato fizessem parte da análise e discussão política
normal — assim fez, por exemplo, o
vendedor de banha da cobra Paixão Martins com um cartoon no X onde perguntava
se o apoio de Kirk à intervenção militar de Israel em Gaza tinha valido a pena
uma vez que Charlie acabara morto tal qual multidões de pobres crianças palestinianas.
Ainda na mesma onda mental, mas menos polido, o lapouço hebetante Jonet,
apontou a “ironia” de Kirk ser morto
enquanto advogava a defesa da segunda emenda constitucional estado-unidense.
Aqui, repare-se, através da alegada “ironia”, o destino de Kirk já era, de alguma forma, merecido em função das
suas opiniões políticas — vives pela espada, morres pela espada, eis
a fórmula cósmica como o Universo se reequilibra após a passagem terrível pela
Terra de alguém tão belicista, violento, odioso quanto Charlie Kirk.
Finalmente, no fundo do poço imundo da
degradação ética e moral, outros houve ainda que celebraram efusivamente a morte de Kirk. Hordas de selvagens
comemoraram o assassinato, elogiaram a pontaria do criminoso, inclusive
sugerindo nomes de pessoas que se deveriam seguir na carnificina que essa
gente, militante da extrema-esquerda, imagina necessária para impor a sua
bondosa e tolerante sociedade — se ao menos todos estes funestos seres
ominosos que não aceitam a cartilha cultural, social e política da esquerda e
falam publicamente contra ela fossem todos mortos, aí sim o paraíso na Terra
seria possível. Incrivelmente, no refugo moral do Ocidente, não se alcança que,
acima de tudo, essa gente barafusta com o espelho, apontando nos outros tudo
aquilo que eles, e apenas eles, disseminam, vendem e advogam no mundo.
Já do outro lado da tal
“polarização”, reinou, naturalmente a consternação. Chocados por um autêntico murro no
estômago, quem conhecia Charlie Kirk e o seu trabalho, compreendeu de imediato
que, para além do hediondo assassinato, ficava um vazio de uma figura que
representava, não apenas uma nova geração norte-americana, mas, mais que isso,
o pináculo, por um lado, da força de mudança que essa mesma geração, em
chegando o seu tempo — como chegará inevitavelmente — irá impor no país, como,
por outro, sendo Charlie Kirk quem era, a sua impressionante capacidade de
mobilização e liderança dentro desse movimento. Não
foi à toa, portanto, que muitos, incluindo Donald Trump,
comentaram que os norte-americanos perderam alguém que, no futuro, poderia
muito bem vir a ser presidente dos EUA. Por isso, não, não foi apenas um “influencer apoiante de Trump” que foi
barbaramente assassinado. Ao contrário do que a imprensa veiculou por todo o
lado, Charlie Kirk foi, e é, muito mais do que isso.
Daí, sabendo, mas não o dizendo, logo as
detestáveis TV e órgãos de media mainstream começaram a alertar para a forma
como Kirk “representaria o mártir
perfeito” para a direita radical. Não obstante, e provavelmente para
grande surpresa de muitos desses comentadores e jornaleiros, a dita
“direita radical” limitou-se a rezar, chorar, lembrar e homenagear Charlie Kirk. Quem
diria? Afinal, os criminosos
fascistas, xenófobos, pró-nazis, perigosíssimos anti-democratas, radicalizados,
racistas e homofóbicos da direita — assim caracterizados à imagem de Donald
Trump e Charlie Kirk —, perante o mais bárbaro ataque a um dos seus mais
emblemáticos representantes, reagiram como as pessoas normais reagem: com
pesar, tristeza, mas civismo e normalidade democrática. Onde estão o perigo, a
violência e o radicalismo, afinal?
Curiosamente, quando em Maio de 2020, George Floyd, um criminoso de pequena monta
afro-americano, sob o efeito de fentanyl, em confronto com a polícia, ao ser
imobilizado durante cerca de 7 minutos, tem um ataque cardíaco e morre, a
esquerda encontrou nessa personagem o seu “mártir”. Vai daí e durante
dias e semanas, em protestos que as TV mainstream caracterizavam
como “maioritariamente pacíficos”, queimaram, destruíram e saquearam cidades
inteiras, derrubaram estátuas aos rios, bateram, roubaram e sovaram
indiscriminadamente, por todos os EUA. Aliás, Floyd, visto,
e vendido, como a vítima perfeita do racismo estrutural, justificou todos os
desacatos, bem como desencadeou uma onda de protestos que varreu o Ocidente
inteiro, até mesmo Portugal. A essa vaga de indignação, os media lançaram gasolina, incensaram
Floyd ao nível da santidade, bem como incentivando, e desculpando, as maiores barbaridades,
crimes mesmo cometidos em seu nome. Já
sobre Kirk, o exacto contrário ocorreu: desculpou-se e
justificou-se o crime, bem como se vilipendiou e deturpou a vítima. Depois,
no mundo real, esquerda e direita acabaram comportando-se de formas diametralmente
opostas: ainda que, como sempre, os excessos da esquerda sejam pacíficos e
virtuosos, tal como o silêncio da direita estruturalmente opressivo e violento.
Aqui se vê, de forma cristalina,
aliás, como a comunicação social, ecoando os interesses corporativos económicos
e políticos que a conduziram progressivamente ao actual, insuportável,
histérico unanimismo, se revelou nos últimos anos como um agente profundamente
divisivo, tanto diabolizando uns, que não são demónios, como santificando
outros que de santos não têm nada.
Daí, o fenómeno da polarização ter muito mais em si mesmo do que o mero cerrar
fileiras e uma agressiva incapacidade de chegar a pontes de entendimento,
plataformas de negociação, entre partes que se julgam inconciliáveis. Em boa
verdade, não estamos a falar simplesmente de dois lados da equação política
que, progressivamente, se afastaram um do outro chegando agora a um ponto onde
o diálogo se tornou impossível.
Não. Pelo contrário, estamos a falar de
um lado, no caso o esquerdo, que em poucas décadas inventou para si própria uma
nova conduta moral e, daí, com o rigor próprio dos maiores zelotas, a tratou de
impor a todo o resto da sociedade. A reboque da — Cristianíssima, já agora — noção de valorização das
vítimas, a esquerda tratou de dividir a sociedade em grupinhos e grupelhos
identitários, em nome dos quais se propôs a reinar, afirmando-os enquanto
minorias maltratadas e oprimidas que urgia libertar. Esse desígnio
de bondade libertadora tornou-se, então, a fonte de inspiração moral da
esquerda, o farol de virtudes que, contra a opressão e pela libertação, os fez
arrogante e estupidamente sonhar com juntar todos os oprimidos e revolucionários
do mundo — desde o indivíduo biologicamente oprimido pelos seus cromossomas até
ao extremista islâmico que luta contra os infiéis Ocidentais — debaixo de uma
única bandeira arco-íris. Enfim, o paraíso na Terra.
A nova moral foi, depois,
precisamente porque rende vender a ideia dos “bonzinhos” que lutam pelos
“coitadinhos” dos “oprimidos”, comprada pela esquerda em geral, bem como pela
maioria da comunicação social, todos cobardes demais para se atreverem a
enfrentar o perigo do cancelamento social, de não serem vistos como sendo bons
o suficiente, de não serem reconhecidos como politicamente virtuosos. Eis o caldo moralista, ainda que
profundamente hipócrita, abjecto e imoral, através do qual a extrema-esquerda
colonizou mentalmente os pobres de espírito, indo tamanho feito ao limite de
colocar em causa a realidade histórica, social e cultural — tudo “redefinindo”
e “re-interpretando” —, bem como apropriando-se, e alterando, a linguagem, em
particular, conceitos tão básicos como a evidente conceptualização
biológica, científica e de senso-comum sobre o que são homens e mulheres. E
ai de quem, como Charlie Kirk, ousasse recusar as novas definições, a nova
linguagem, a nova moral. Esses, os “maus”, logo foram despidos de qualquer
virtude, consequentemente vilipendiados como racistas, homofóbicos, fascistas,
etc., etc.
Este é, no entanto, o momento de relembrar que, apesar de tudo o que
moral, filosófica e historicamente ocorreu no Ocidente e que possa ter
contribuído para aprofundar a polarização*, o cisma que vivemos decorre,
essencialmente, do abandono por parte da esquerda do consenso civilizacional
que fez, e faz ainda por menos que o queiram admitir, o Ocidente, rumo a um
devaneio anti-civilizacional que gerou uma guerra cultural sem precedentes
Não se pode, portanto, mesmo que de forma obviamente bem-intencionada, apelar a
todos para, em conjunto, resolvermos o problema da polarização que agora
mata por delito de opinião política. E não se pode porque essa mesma
polarização não foi causada por quem, como se viu mais uma vez, nos momentos
mais violentos — e aqui relembremos também
as tentativas de assassinato a Trump, por exemplo —, em que mais
atacada foi, nunca respondeu com violência, desacato ou falta de respeito pelas
instituições políticas democráticas, incluindo
a 6 de Janeiro de 2021 quando, com duas ou três excepções, e como notou Norm
MacDonald com graça, os perigosos insurrectos passearam pelo
Capitólio, ordeiramente, sempre sem se desviar das cordas de veludo encarnado
que indicavam as entradas e saídas.
Aliás,
apesar de todos os labéus, dos “-istas”, dos vitupérios, não é também a
perigosa direita radical que quer infringir os princípios mais básicos da
democracia liberal Ocidental, tais como a liberdade de expressão, por exemplo.
Pelo contrário, é a extrema-esquerda, e o seu imoral moralismo a que se chama
“politicamente correcto”, junto com os oligarcas políticos alegadamente
moderados que, de Bruxelas, pretendem beneficiar do fortalecimento dos poderes
centrais sobre as pessoas, que pretendem regular o discurso político, controlar
a informação que circula nas redes sociais e estabelecer a censura prévia sobre
tudo o que, de acordo com eles, prejudique a sua noção de democracia, de
verdade científica, de “consenso”. Ora, lamento, mas, e essa é a
verdadeira razão polarizadora, não pode haver negociação sobre estes princípios
fundamentais sem os quais uma democracia cessa de o ser. Charlie Kirk também não foi, portanto,
uma vítima da “polarização”, uma subtil, é certo, mas ainda assim inaceitável
desresponsabilização face ao que significa, quer a
polarização, quer Charlie Kirk: não, este
último foi uma vítima de uma guerra contra os valores fundamentais do Ocidente,
valores pelos quais ele lutou e deu a vida.
As regras do jogo democrático
não se negoceiam, tal como, numa civilização, os princípios e valores
fundamentais que a sustentam também não. Nesta guerra há, portanto,
culpados e inocentes. E desde logo
culpados são todos aqueles que lançaram esta guerra cultural contra a nossa
civilização, bem como todos os outros que fizeram vida mediática, política e
económica diabolizando gente inocente que apenas pretende viver a sua vida como
sempre a viveu, que recusa a modernidade moralista de esquerda enfiada pelas
goelas abaixou ou, mais simples ainda, que pensa de forma divergente da maioria.
São, portanto, facilmente identificados os responsáveis, não apenas da
famigerada polarização, mas também das suas vítimas — e sobre isto não pode
haver dúvidas, nem concessões ou branqueamentos.
*
Sobre as causas da polarização, para os interessados, chamo a atenção para o
meu ensaio “O Véu de Ignorância: Pluralismo, Racionalismo e Conflito na
Democracia Liberal”, publicado no Capítulo 6 do livro “Polarização: Ensaios de
História, Filosofia e Teoria Política” (Aletheya, 2023), um olhar mais profundo
e sério sobre o problema.
ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA AMÉRICA MUNDO 42
COMENTÁRIOS
(de 46)
Maria Helena Oliveira: Enquanto houver vozes como a
do autor há ainda esperança
Manuel Lourenço: O Observador também está cheio
de “Jonets”…e “Costas Ribas”
isabel ferreira: Lúcida, necessária e esperançosa opinião. Nós, os que respeitamos a cultura
ocidental, a ciência, a ética e a moral de raiz cristã, sentimo-nos oprimidos,
censurados, desrespeitados e insultados. Espero que o exemplo de Charlie Kirk
perdure. FERNANDO
> DSP: Esta análise é
profunda e muito corajosa, bem ancorada em princípios e factos ligados pela lógica
e saber do autor. O estilo literário "à Eça" , ajuda a enfrentar a
inevitável extensão do texto. Do melhor que tenho lido por aqui. Rosa Graça: Disse tudo o que penso.
Excelente. Coxinho: São os colunistas desta
estirpe que mantêm o Observador.
José B Dias: ... junto com os oligarcas políticos alegadamente moderados que, de
Bruxelas, pretendem beneficiar do fortalecimento dos poderes centrais sobre as
pessoas, que pretendem regular o discurso político, controlar a informação que
circula nas redes sociais e estabelecer a censura prévia sobre tudo o que, de
acordo com eles, prejudique a sua noção de democracia, de verdade científica,
de “consenso”. Mas por cá disto pouco ou nada se fala ... e o Povão mantém-se distraído
com as tricas e mexericos dos " famosos por serem famosos"! E com o
Mourinho. vitor carvalho: Provavelmente
o melhor artigo que já li no Observador. Luís CR Cabral: Muito bem. Continue sem medo a dizer a verdade. Daniel N > João
Paulo Nery: Tem todo o
direito a ser ou não de esquerda, e daquela que bem entender. Contudo,
adjectiva como ignorante a opinião alheia mas no fim não elucidou ninguém. Um
comentário vazio de conteúdo pelo que agradeço que traga luz ao debate. José Lúcio: Muito
bom! António
Costa e Silva: É muito bom (e raro) ler um artigo escrito em
português de gente; em português na forma e em português na substância.
Não é preciso ser visionário para ver, tal a
quantidade e clareza dos sinais que nos chegam, mas foi um visionário que
disse, há poucos dias: "violence is coming" e "you either fight
back, or you die. Nuno Cruz: Não esquecer que o wokismo
está a ser usado como arma por parte de inimigos externos ... É como se fosse
um vírus mental. Manuel F
> João
Paulo Nery: Já agora podia ser mais explicito e começar por indicar o que entende por
"terrorismo social" e desmontar a ignorância afirmada... Miguel Macedo: Muito bem! Como sempre! Rosa Silvestre: Muito bem! 👏👏👏 Manuel Magalhaes: Muito bom, infelizmente é preciso coragem para
escrever assim e pôr a nu a realidade como ela é , o mundo está a apodrecer
pela mão da esquerda actual e há que pregá-lo aos 4 ventos e sem medo dos
nefastos politicamente correctos que comprovadamente nos têm conduzido até
aqui!!! José
Bento > João
Paulo Nery: Eu sou
defensor ardente do uso de automóveis... espero que não deseje que eu seja
atropelado! José
Lúcio > isabel
ferreira: Trata-se de
facto de um excelente texto. E concordo com o que refere sobre valores, cultura
e tradições. Só no Ocidente é que parece que se quer fazer uma ”experiência “
de supressão tipo tábua rasa dos valores estruturantes da Comunidade (esta
preocupação foi expressa por Vaclav Havel, agnóstico assumido e que conheceu ao
vivo a “bondade” da extrema esquerda).
João Paulo Nery: De
facto o Observador está cheio de "Jonets e Costa Ribas", mas de
outros também! E ainda bem! Haja pluralidade! Embora a qualidade e competência
deixar muito a desejar no seu todo. Em minha opinião estas resmas de
comentadores/opinadores e também jornalistas são o espelho do estado em que
está esta sociedade e nível de desenvolvimento civilizacional. Caótico!
Nenhum comentário:
Postar um comentário