Ao texto anterior
de RUI RAMOS “A ANGÚSTIA DO JORNALISTA DIANTE DE
ANDRÉ VENTURA”, contido em “Em ANDRÉ VENTURA”
COMENTÁRIOS (Continuação)
Ricardo Ribeiro: Muito bom texto. Excelente
essa analogia com a entrevista de emprego. Ainda não tinha visto esta questão
por esse prisma. Saliento que quando se vai a uma entrevista de emprego, a
ideia é agradar alguém, o possível empregador. Nestes casos quem serão estes
possíveis "empregadores"? A quem é que se tem de se mostrar estes
"fretes" cada vez mais estúpidos? Quem são essas "almas" superiores? Tudo isto em contraponto com a deontologia da
profissão e do interesse da população em geral... José Miranda: O Rui Ramos consegue sempre
surpreender pela positiva. É que é mesmo assim. Até nas redes sociais há uns “
profissionais “ que lutam diariamente por serem os mais hostis ao André
Ventura. Grande capacidade de análise. Paulo
Almeida: Que machadada brutal o Rui Ramos deu no director executivo e nos seus
colaboradores, e cito: "Tal como quando classificam os debates
de Ventura, não estão a pensar no líder do Chega, mas nos colegas e
correligionários que os possam acusar de simpatia pelo diabo ou de pouca fé, e
fazê-los “cancelar”. Não lhes interessa a verdade, mas apenas serem aceites." O Chefe acaba a sua crónica
humilhando o seu próprio director executivo e vários colegas que durante anos
deram notas surreais ao Ventura, que continuava sempre a subir nas eleições. E
que fizeram entrevistas patéticas que só queriam desmontar o Ventura e
encontrar incoerências. Incha Miguel Pinheiro. O Rui Ramos acaba de tirar o
palco ao director e muitos outros colegas, de uma forma claríssima. Para ele
dizer isso publicamente é um sinal forte. E tem toda a razão no que diz. Na
prática está a chamar a todos os jornalistas, que não tratam o Ventura
normalmente como outro político, uns vendidos que só pensam em serem aceites e
incompetentes. José
Tomás: Se fosse só nas entrevistas… Há apresentadores de telejornal que mudam de
tom de voz e fazem esgares quando falam do Chega. Seria só ridículo, não fosse
o caso de nós pagarmos o ordenado a alguns deles. Maria
Correia: Eehhehe Muito bom! São os complexos de esquerda de toda esta malta. Temem
que lhes chamem também "fascistas" se o tratarem com
urbanidade. Rui Martinho: Sempre arguto, bom observador e certeiro Rui Ramos
justifica bem uma assinatura do Observador. Na verdade, para o cidadão comum a
imagem que fica e perdura dessas entrevistas a AV é que os jornalistas
pretendem atacá-lo, humilhá-lo e nunca ouvirem as suas ideias sobre aspectos
importantes da nossa vida e da situação internacional que vivemos. Será que um
dia sairemos deste registo? Carlos F.
Marques: Artigo certeiro. As redações da CS estão cheias de "activistas de
aviário", e, na maioria dos casos, estúpidos. O tempo desta gentinha está
a chegar ao fim. Álvaro
Aragão Athayde: Uma pessoa estúpida, de acordo com Carlo M. Cipolla, é aquela que
consegue, ou tenta, gerar um dano a outra, sem que de tal resulte em vantagem
para si e, em muitos casos, resulte mesmo prejuízo. João
Floriano > Alfaiate
Tuga: Eu ainda não esqueci o Miguel Pinheiro a entrevistar o Ventura. Se o
Ventura não quer ser entrevistado, os jornalistas (????) não o querem
entrevistar. Querem fazer o que Rui Ramos descreve nesta crónica. Façam
perguntas interessantes, deixem o entrevistado falar, não o interrompam continuamente,
não levantem a voz para o abafar. E sobretudo não dêem a sua própria
opinião em quem ninguém está interessado. A melhor entrevista que eu já vi ser
feita ao Ventura foi pelo Goucha, talvez porque este não tem de provar nada a
ninguém. José Mendes Gil: Recordo-me que em 1975 ou 1976
José Carlos de Vasconcelos entrevistou o líder do CDS, Freitas do Amaral. Foi
uma entrevista competente e feita com urbanidade. Houve uma imensidão de
protestos, "porque o Freitas era fascista, nazi e outras coisas , e tinha
que ser encostado à parede". Como se vê, a estupidez é antiga. Miguel Seabra: “Uma espécie de entrevista de emprego” ….muito
bom! Obrigado, Rui Ramos
Paulo Sousa: Gostava de saber o que Ventura pensa sobre a reforma
dos sistema de pensões, do SNS, da venda da TAP, entre vários assuntos e,
realmente, nunca é abordado sobre isso. Humilde
Servo: Na mouche! MariaPaula
Silva > J. D.L.: então, não é Jornalismo. Lidia
Santos: Parabéns. José
Paulo Castro: E têm razão para isso, que quem paga aos patrões deles é o Estado, em
pacotes decididos por quem quer impor cercas a Ventura. Entretanto, em duas
autarquias que tinham o Chega como fiel da balança, Porto e Viseu, uns
vereadores trânsfugas do PS (Porto) e do PSD (Viseu) resolveram a questão. Eles
lá sabem como manter o posto de controlo do regime. José
Costa-Deitado: O “anti-Venturismo” é hoje o exame final do jornalismo português — e quase
todos o passam com distinção. O problema é que, para o passar, precisam
reprovar na verdade... Emanu@.Paciência
SemFim: "O cerco que a esquerda e parte da direita montaram a André Ventura
não dissuadiu 1,5 milhões de portugueses de fazerem do Chega, em seis anos, o
segundo maior partido parlamentar. Não se deixaram intimidar. Mas aqueles que
lutam por empregos, posições e destaque no sistema mediático, esses, sim,
ficaram apavorados." Esther
Eyng: Que análise cirúrgica!
Francisco Ramos: Que beleza. Alguém se deve sentir completamente nu na praça pública. Jorge
Barbosa: Excelente artigo afirmando uma verdade que ainda muitos jornalistas e
tantas gentes politicamente correctas, todos contradizem - e por mera estupidez
- pois trata-se de uma evidência que vem sendo sustentada há tempo demais. E
digo que esta atitude, supostamente jornalística, é estúpida porque é óbvio que
o André Ventura agradece.
Manuel RB: 100% de acordo. Contudo, esse acto de fé de colunistas
a pivots não se resume ao Chega e a Ventura. É vê-los dissertar sobre o
Hamas/Gaza ou sobre Trump. António
Cézanne: É exactamente isso, confirmo! Sou amigo de vários jornalistas, alguns desde
a infância, e todos eles são exactamente iguais, todos com feitios iguais,
aquele estilo meio arrogante como se tivessem a força toda do mundo. Arrogância
e manias da treta muito facilmente desmontadas com 2 ou 3 toques. Considero-os
muito pouco inteligentes e com aqueles cérebros completamente formatados ao
longo dos anos. Processo esse que conseguiu retirar daqueles cérebros aquela
parte responsável pelo raciocínio lógico. Não consigo ter paciência sequer para
almoçar com eles, nem sequer com aqueles amigos de infância. Todos eles foram
completamente formatados, com o tempo e o convívio entre eles, ficaram de facto
como diz o RR - estúpidos! Completamente fora do contexto exterior, com uma
experiência de vida quase reduzida a zero, por isso mesmo e por falta dessa
experiência, são muito facilmente desmontados. Sr Leão: Há vários anos que deixei de
frequentar as TVs nacionais, e iniciei a minha retirada justamente pelos
chamados telejornais. Seguiram-se os programas de comentário político e por fim
todo o lixo sobrante. Quanto aos jornais, fico-me pelas primeiras páginas, o
que me parece suficiente e por vezes mesmo mais do que suficiente. Excepção
para o Observador, mas nem o Observador escapa ao lápis azul da minha censura. Há
artigos cuja autoria desde logo desaconselha a leitura. E há artigos cuja
autoria recomenda a leitura. Assim me vou orientando para evitar más
disposições e perdas de tempo. Exemplo de artigos de leitura absolutamente
vedada: todos os da Lusa. Quanto aos restantes, geralmente vou buscar uma
orientação aos respectivos comentários. E não me tenho dado mal. Susana V:
“Não lhes interessa a verdade, mas apenas
serem aceites.” Esta frase ilustra na perfeição o problema dos jornalistas.
Lapidar! Jorge
Espinha: Perdem a oportunidade de desafiar o pensamento mágico do Chega. Todos os
aumentos das pensões em simultâneo com a baixa dos impostos. Como a maioria é
de esquerda , é difícil desafiar as ideias do Chega porque eles mesmos as
partilham. Se não perguntam ao PS ou à esquerda festiva de onde virá o dinheiro
como podem perguntar ao Chega? Em relação à imigração e uma vez que vivemos num
nevoeiro estatístico como podem contrariar as afirmações do Chega se não há
dados? Seja como for por alguma razão o grupo da SIC está com os pés para a
cova e há poucas esperanças para o resto dos media. J. D.L.Maria
> Paula Silva: Se não é Jornalismo, o
que será? (esta é uma pergunta retórica, e deve ser interpretada não como
pergunta, mas como afirmação)
Sr Leão: RR nunca nos desiludiu. E vai apontando o caminho. O
problema é que os cegos jamais verão o caminho. José Lúcio: Nos dias de hoje a “afirmação
de virtude “ envolve, sempre, mas sempre, mostrar uma atitude demonstrativa de
anti-Chega e anti-Andre Ventura. Só deste modo se pode ser, e continuar a ser,
aceite pelo BS - Bloco de Seriedade. Aceita-se… o problema é que este mesmo BS
já nos “vendeu” como grandes modelos a seguir, Sócrates, Costa, Mariana
Mortagua, entre outras relíquias e referências para o nosso desenvolvimento e
afirmação… klaus
muller: Fantástico! É isto mesmo que se passa com os entrevistadores de Ventura.
Rui Ramos acerta em cheio. Mas estas figurinhas não têm vergonha, por mais que se lhes aponte as
figuras tristes que fazem.
Fernando Matos: Bom tema, ninguém falou nisto antes. Acho que este
assunto merece ser mais discutido.
MariaPaula Silva > João
Floriano: Bom dia Floriani! a sua última pergunta é muito capaz de estar muito
perto da verdade. A arrogância do RAP já tresanda. GateKeeper: Top 10. Serafim Sousa e Silva > Jorge
Pereira: E tu, Jorge Pereira, fizeste alguma coisa de que te possas orgulhar?... Maria
Aguiar: Excelente análise! Não tinha
pensado sob este ponto de vista. Mas é isto mesmo. 🙏 Hugo
SilvaMario
Figueiredo: Fascistas, xenófobos, racistas, labregos, burros,... A diferença é que
André Ventura não dá a outra face, não desacelera, não tem medo. Outro, há
muito tinha desistido, consciente dos efeitos colaterais que esta sua
"versão" política, lhe trará no futuro, quando a carreira política
acabar. Ventura não tem medo, Ventura fez a esquerda sobranceira demonstrar o
que realmente é, expôs o jornalismo activista, resgatou centenas de milhar de
abstencionistas, colocou o país a discutir problemas que, até há poucos anos,
eram impossíveis de balbuciar, quanto mais condenar... o curioso é que
aqueles que afirmam que o "discurso" de Ventura, potência a
violência, o ódio, o racismo etc, têm tido azar. Nada do que
"desejam", ainda aconteceu, ou irá acontecer... a tal violência
racista, ou ódio étnico, não surgiu. É sinal que os portugueses não são
racistas, nem xenófobos e conseguem lidar com a diferença, desde que não
ultrapasse o limite da decência e da lei. Aliás, o que temos visto, é que
aqueles que acusam, o CH e Ventura, de espalhar o ódio, são os únicos que
utilizam a violência e a destruição, como justificação, para calar Ventura. manuel menezes: Mais uma grande análise
profunda e muito arguta de RR. "COM JORNALISTAS/COMENTARISTAS
DESTES", André Ventura não precisa de amigos. José B
Dias: Não lhes interessa a verdade, mas apenas serem
aceites. Tal como nestas caixas de comentários se vê ocorrer ... a sinalização
de virtude é a norma dos que se sentem mais confortáveis no seio e defesa de
posições que gerem "likes" e os escudem de escrutínio. A natureza humana é algo em que se pode sempre confiar
... maria
santos: Numa entrevista de emprego o melhor é agradar ao patrão. Jacinto Leite:
O PSD é um
partido social-democrata, logo de esquerda. O PSD não é de direita, talvez só a
direita da esquerda. José
Bento: Subscrevo em absoluto! Mas acrescento, a CS vai conseguir levá-lo ao poder! MariaPaula
Silva > José
Tomás: mas eles não estão lá para fazer esgares e dar opiniões que, aliás,
ninguém quer saber. Isso só revela a grande falta de profissionalismo
destes avençados todos.
Hoyo de Monterrey > Manuel
Almeida Gonçalves: O José Sócrates governou, colocou o país na bancarrota e está acusado de
crimes graves (até esteve em prisão preventiva). O Venturanao governou, teve
acusações de crimes menos graves dos quais foi absolvido ou o processo
arquivado. É muito diferente MariaPaula Silva > Rui
Martinho: quando a esquerda deixar de dominar a CS (o que acontece desde 1974). Até
ao 25 abril, pelo menos sabíamos quais eram os jornais de esquerda e os de
direita, e podíamos escolher e comparar... coitado do Estado Novo
que afinal era mais democrático que os democratas
abrileiros. Maria
Soares: Excelente análise! Alexandre Barreira: Pois. Caro Rui, Boa
"malha". E não haja quaisquer dúvidas. Que o "rapaz". Anda
a incomodar muito......boa gente.......! Jacinto
Leite: Para se ser jornalista em Portugal é preciso ser de esquerda. A maioria é
de esquerda. Lidia
Santos > Maria
Correia: De esquerda e de direita. Há que não permitir que venha alguém pôr em causa os interesses instalados
pelos dois maiores partidos.E por isso se protegem mutuamente e dão as devidas
diretrizes aos jornalistas e comentadores. Quem não cumprir essas ordens sabe o
que pode esperar... Vasco
EstevesMario
Figueiredo: A esquerda está a morrer . Como diria o escroto indiano habituem-se….
Comunas e esquerdolas nunca mais . E não sou do chega …. Que é o ataque dos
esquerdolas que aqui pululam e que são igualzinhos aos ditos jornalistazecos.
Vêm chega em todas as esquinas Ricardo
Ribeiro > José Paulo Castro: Regime Tutti Frutti...mas isto
há muitos anos...eles lá se entendem...
Paulo Orlando: Brilhante, finalmente alguém que percebeu. Falta agora
alguém que se preocupe em entender e respeitar os eleitores do Chega. Ventura Silva > Carlos
Ferreira: Certamente que nunca ouviu nenhum debate político.... Ou então está a insinuar que o
surgimento da demagogia em política foi obra e graça de André Ventura... É que
em demagogia, ninguém bate o politicamente tuga. Sr Leão > Carlos F.
Marques: Estará? Deus o ouça. Elizabeth
Coelho: Hilariante, obrigada.
joao lemos: nem mais, nem menos! precisam todos do pão que lhes pagam. Pedro
Macedo Alves: A frase “não lhes interessa a verdade, mas apenas sobreviver” capta o
essencial da questão. Lembrou-me uma ideia que li num livro de um psicólogo
conhecido, embora agora não me recorde do nome: do ponto de vista evolutivo, a
racionalidade humana não surgiu para nos conduzir à verdade, mas para aumentar
as nossas hipóteses de sobrevivência. Ou seja, não pensamos para compreender o
mundo tal como ele é, mas para agir de forma a manter-nos vivos, aceites e
integrados no grupo. Mesmo no século XXI, com acesso a mais informação do que
nunca, esses mecanismos básicos continuam a operar quase da mesma forma. Quando
entendemos isto, torna-se mais simples perceber certos comportamentos:
distorções, simplificações, justificações automáticas, a necessidade de proteger
a própria imagem e de pertencer. Não é apenas uma questão de jornalistas ou de
comunicação social; é uma característica humana. Antes de procurar a verdade,
tendemos sempre, de uma forma ou de outra, a procurar sobreviver. MariaPaula
Silva > Isabel
Amorim: a cagunfa e a miaúfa dão-lhes
cabo dos poucos neurónios que têm. E devem ser mesmo es
tú pi dos porque ao fim de 6 anos ainda não perceberam (CS e
os políticos de esquerda) que são os principais promotores do Chega... o Chega
nem que pagasse a uma boa agência de publicidade conseguiria tanto como com a
palermice desta gente.
João Pedro Valente: Muito bem visto. Jorge Carvalho:
Excelente artigo. Tim do A: Artigo muito. Disse toda
a verdade. Miguel
Macedo > Sr
Leão: Muito bem! João
Basílio: Excelente. Jorge Almeida: Não discordo da tese de Rui Ramos, mas estou inclinado
a concordar mais com o que o Jorge Fernandes descreveu anteontem no seu artigo
aqui no Observador, intitulado "Chega e media: uma simbiose
perfeita". Essencialmente é nele defendido que é um jogo entre
Ventura e as TV's, do qual ambos (e apenas eles) beneficiam. Ventura
beneficia claramente porque ganha cada vez mais palco, larga soundbytes a torto
e a direito e faz o papel de vítima perseguido pelo sistema, de que tanto gosta
e se aproveita. As TV's também beneficiam, porque, do fundo da sua situação
catastrófica, sem audiências nem receitas, vêem nisto uma oportunidade de
ganhar audiências e eco nas redes sociais. Chegamos a um ponto em que o
público encara isto como um combate de wrestling (sim, porque é tudo encenado)
e até vai querer ver, porque sabe que os pseudo-moderadores e os
pseudo-comentadores vão passar o tempo a antagonizar o Ventura e este último a
disparar sem parar, numa berraria sem fim, durante a qual nenhuma ideia ou
política se discutem, mas apenas as supostas virtudes de uns e a condição de
vítima e perseguido do outro. São dois parasitas que se sugam mutuamente e
conspurcam o ambiente por onde proliferam, sem querer saber dos resultados. As
TV's insuflam ainda mais o Ventura e este vai emporcalhando cada vez mais o
ambiente político e social do país. Viva a miséria moral! Inclino-me mais para
isto porque é evidente que ninguém pode ser tão estúpido a este ponto e em
doses tão maciças (todas as TV's, todos os pseudo-moderadores,
pseudo-jornalistas e os pseudo-comentadores). É verdade que para além do
hidrogénio, a estupidez é a matéria mais comum no universo, mas, francamente,
ainda assim........ Tristão: Hoje tendo a concordar, em
parte. Não sabem entrevistar embora Ventura também não se deixe entrevistar. Ele
tem aquele registo confrontacional que não dispensa, está habituado e é a sua
imagem de marca. Este estilo foi bem afiado no tempo do comentador defensor do
Benfica. Quanto mais histriónico, melhor. Mas isto também pode ter
relativamente propositado, a política como espectáculo, vende, dá audiências.
Ninguém quer saber do conteúdo…infelizmente. Fernando ce: Nem mais. Esta analise aplica-se também a Miguel
Pinheiro e Rui Pedro Antunes, jornalistas do Observador. Estão mais
interessados em mostrar que são os campeões do anti-Ventura, em vez de
fazerem as perguntas que devem ser feitas e como devem ser feitas. Mau
jornalismo. Que triste. MariaPaula
Silva > Lúcio
Monteiro: o problema é que o problema que refere, de se quebrarem as regras
deontológicas, começa logo e desde há longa data pelos pseudo-jornalistas /
entrevistadores que raramente deixam o entrevistado falar. Essas regras
já foram quebradas há muitos anos e muito antes de o Chega existir. À excepção
do Vítor Gonçalves. Maria Paula Silva > Francisco Ramos: muitos alguéns... :)) Emanu@.Paciência SemFim. CNN. PT.: Sempre em frente sem parar
até ganhar " O CÉU "
José: Foi a senhora da Sic com o seu exercício que me vendeu
o voto no Ventura! "Claramente" que angariou uns milhares!!! MariaPaula
Silva > maria
santos: não só agradar como cumprir com o guião que lhes foi previamente
dado!!! Bom fim de semana, maria santos! MariaPaula Silva >Sr Leão: idem idem, tal e qual como eu. Larguei as televisões
há cerca de 25 anos, tb. comecei pelos noticiários e depois foi o resto...
raramente a ligo. E quando há programas bons, na RTP2 por exemplo, acabo por
vê-los na RTPPlay no computador. Quanto aos jornais, incluindo o Observador, sigo
exactamente o mesmo critério. É que não há tempo para mais. Saliento que aqui
no Observador há bons podcasts, que aconselho: E o Resto é História A Vida em Revolução Ideias Feitas Máquinas que Pensam (aos sáb., adoro e aconselho
ouvir desde o 1º) Encontro com a
Beleza (aos dom., música) e os Podcasts
Plus (muito bem feitos, só houve 1 ou 2 + fracos) e havia um que acabou, mas podem
ouvir-se os que ficaram que é o Ciência Pop, com o Prof. Carlos
Fiolhais, sempre divertido.
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