domingo, 30 de novembro de 2025

Os braços abertos

 

De um Ocidente que deseja parecer decente, mantendo um imobilismo reverente perante um oriente - também sulista (este por contaminação) - para provar respeito humanista, bondade universalista, que a palavra “comunismo” subentende virtuosamente, em etimologia abarcante, ou mais envolvente. Que Alberto Gonçalves não cale nunca as suas reflexões necessárias a uma sociedade que virou em doçura irrisoriamente fraudulenta, aparentemente colhida nos livros da virtude à esquerda, que é de bom-tom reverenciar – ou apenas subentender - porque obtida em leituras de produção mais recente, e não nas da tradição mais antiquada - mais saloia, por conseguinte.

Um “islamofóbico” volta a confessar-se

Nem se trata de eles serem “maus” e nós “bons”: trata-se de sermos diferentes, no “modo de vida” e no modo como eles defendem os “modos” deles e nós desprezamos os nossos.

ALBERTO GONÇALVES Colunista do Observador

OBSERVADOR, 29 nov. 2025, 00:2167

Na quarta-feira, em Washington, dois membros da Guarda Nacional dos EUA foram baleados por um afegão com estatuto de refugiado, que gritou “Allah Akbar” no momento dos disparos. Um deles, uma mulher, acabou por morrer dos ferimentos. O outro continua em risco de vida. Canais televisivos como a CNN e MSNBC passaram as semanas anteriores ao ataque a chamar “fascista” (e “nazi”, não esquecer “nazi”) à presença de militares nas zonas “complicadas” da cidade, em apoio à polícia. Alguns comentadores chamaram os militares de “caçadores de escravos. Outros apelaram a que os “não-brancos” adquirissem armas e resistissem. Dias antes, uma senadora democrata previu que os militares começariam a disparar sobre civis. Pelos vistos, aconteceu o inverso, embora isso não tenha invertido as opiniões da esquerda, que finge lamentar o ataque e continua a insultar Trump com sinceridade.

Há um aspecto comum ao atentado de Washington e, por exemplo, os atentados de Junho, em Boulder, Colorado (12 feridos, todos judeus) ou de Nova Orleães a 1 de Janeiro (14 mortos, 57 feridos): a religião dos terroristas. E não vou inventariar as tentativas de terrorismo frustradas pelas autoridades ao longo do ano, nem incluir os protestos violentos a pretexto de Gaza, nem recuar para além de 2025. Se a América tem um problema geral com a imigração, tem um problema particular com a imigração de muçulmanos. Ainda assim, se comparada com a Europa, a América vende saúde.

Na Europa, a situação é grave a ponto de, ao longo das duas últimas décadas, o terrorismo dito islâmico ter deixado aos poucos de ser notícia, e as medidas preventivas se tornarem referências permanentes na paisagem. A menos que um camião passe a ferro uma ou duas dúzias de incautos, os esfaqueamentos ou tentativas de esfaqueamentos de transeuntes já se encontram integrados no pitoresco local. Nos mercados natalícios, nas feiras, nos eventos desportivos, nos centros históricos e turísticos e onde calha não faltam barreiras físicas, reforço policial, câmaras de vigilância, vistorias aleatórias, encerramento de ruas e demais tralha securitária para desmotivar os “jihadistas” de matar e desmotivar os restantes cidadãos de viver dignamente. E, face ao que sucede em África, do Níger à Nigéria, do Mali a Moçambique, do Burkina Faso à Somália, a Europa pode agradecer a Deus – ou, o que se calhar é hoje mais adequado, a Alá.

Em Fevereiro de 2011, enquanto os ocidentais elogiavam o carácter “secular” e “democrático” da Primavera Árabe e diversas jornalistas estrangeiras eram violadas no Cairo, escrevi para o “Diário de Notícias” uma cronicazinha intitulada “Um ‘islamofóbico’ confessa-se”. Eis, com um pedido antecipado de desculpas, um longo excerto:

“(…) Chamo-me Alberto e sou um bocadinho “islamofóbico”. Nem sei bem porquê. Talvez porque, no meu tempo de vida, nenhuma outra religião inspirou tantas chacinas (já repararam que há pouquíssimos atentados reivindicados por católicos, baptistas, judeus, budistas ou hindus?). Talvez porque nenhuma outra religião relevante pune os apóstatas com a pena de morte. Talvez porque não perceba que os países subjugados à palavra do Profeta consagrem na lei ou no costume o desprezo (e coisas piores) de mulheres, homossexuais, pretos, brancos e fiéis de outras religiões. Talvez porque não se possa dizer que a “sharia” trata as minorias abaixo de cão dado que, não satisfeitos com o enxovalho dos semelhantes, os muçulmanos também acreditam que os cães são uma emanação do demónio e sujeitam os bichos a crueldades inomináveis. Talvez porque alguns líderes espirituais do islão foram convictos aliados de Hitler na época do primeiro Holocausto e alguns dos seus sucessores ganham a vida a exigir o segundo. Talvez porque a presumível maioria de muçulmanos ditos “moderados” é discreta ou omissa na condenação dos muçulmanos imoderados. Talvez porque, nas raras oportunidades democráticas de que dispõem, os muçulmanos ditos “moderados” teimem em votar nos partidos menos moderados (na Argélia ou em Gaza, por exemplo). Talvez porque inúmeros muçulmanos se ofendam com as liberdades que o Ocidente demorou séculos a conquistar, incluindo o subvalorizado mas fundamental direito ao deboche. Talvez porque uma considerável quantidade de imigrantes muçulmanos no Ocidente rejeite qualquer esboço de integração e, pelo contrário, procure impor as respectivas (e admiráveis) tradições. Talvez porque, no Ocidente, o fervor islâmico colhe a simpatia dos espíritos totalitários à direita (já vi “skinheads” a desfilar lenços palestinianos e a manifestar-se em prol do Irão) e, hoje, sobretudo à esquerda.

E é isto. São minudências assim que determinam a minha fobia, no fundo uma cisma pouco fundamentada. Um preconceito, quase. Sucede que muitos dos que, do lado de cá de Bizâncio, acham intolerável tal intolerância, são pródigos na exibição impune de fobias ao cristianismo ou ao judaísmo (o popular “anti-sionismo”). E essa disparidade masoquista, receosa e ecuménica de pesos e medidas constitui, no fundo, o reconhecimento do confronto que nos opõe ao islão, (…) e o maior sintoma de que eles estão a ganhar por desistência. Adivinhem quem está a perder.”

Não vale a pena maravilharem-se com a minha capacidade premonitória. Acertei na previsão porque os sinais eram imensos, e a previsão fácil. Infelizmente. Em quase 15 anos, nada mudou ou tudo mudou para pior. Sobretudo mudou a dimensão do êxodo, com cerca de 50 milhões de imigrantes a subirem entretanto ao Hemisfério Norte. Desses, uns 18 ou 20 milhões são muçulmanos. Destes, é plausível que uma percentagem mínima e consequente chegue ou fique rapidamente “radicalizada”, e que uma percentagem muito maior leve por cá uma existência decente mas subordinada a “valores” incompatíveis com os que temos – ou tínhamos. Não é plausível que o arrranjo corra bem. Nem se trata de eles serem “maus” e nós “bons”: trata-se de sermos diferentes, no “modo de vida” e no modo como eles defendem os “modos” deles e nós desprezamos os nossos. E no modo como muitos dentre eles nos acham “maus”, e muitos de nós concordam.

Um livro célebre de 1996 lembrava que “o islão tem fronteiras sangrentas”. Desde então, as fronteiras reergueram-se, difusas, em cada praça e avenida de Berlim, Londres, Paris, Estocolmo ou Nova Iorque. Às vezes, o sangue jorra. Porém, a demografia deixará a violência obsoleta. A demografia e a resignação: outro livro “polémico”, este de 1922, notava que o colapso dos impérios coincide com a invasão de povos “jovens e férteis”. Ambos os livros profetizaram que o Ocidente se derrotaria a si mesmo.

ISLÃO       RELIGIÃO       SOCIEDADE~

COMENTÁRIOS (de 82)

José Paulo Castro: Em Portugal, foi em 1981 que a taxa de fertilidade passou abaixo do mínimo aceitável para a manutenção demográfica. Mais de 4 décadas a envelhecer. Hoje em dia, a parte dos nascimentos devida a mães imigrantes quase se equipara à das nativas. O que quer dizer que sem isso a contribuição das nativas ainda seria menor... No resto da Europa, o cenário é parecido ou até pior.  O líder turco Erdogan disse um dia às imigrantes turcas na Holanda para terem cinco filhos cada uma até serem 10-15% da população, para que nunca mais seja possível fazer leis contra eles. Mais claro não podia ser. O que fazem os holandeses? Votam em partidos liberais globalistas que fazem pactos de governo com todos os outros partidos para que o PVV nunca governe, mesmo ganhando. Um pouco pela Europa toda, o cenário político é igual. O Ocidente quer mesmo destruir-se. Ou já não é Ocidente: perdeu a noção da sua essência há umas décadas. Começo a achar que aqueles 'atrasaditos' retrógrados da Opus Dei, com a sua promoção de famílias de cinco a oito filhos por mulher, ainda vão ser quem consegue inverter a tendência e apontar uma solução para competir com o Islão nos nossos domínios.                    Maria Emília Santos: É assim tal e qual, mas em Portugal, os partidos do governo e toda a esquerda, como é óbvio, votaram contra a proposta do Chega, para se parar de financiar mesquitas para esses terroristas que assim que puderem já nos matam! E pior ainda! São cedidos terrenos do nosso País, em zonas nobres para a construção de lugares para eles, como está a ser construído na Madeira uma madraça que é nada mais nada menos que uma escola do Alcorão! Pobre Portugal! Quando acordar já será muito tarde e já não haverá salvação! Traidores!                   Maria Paula Silva: Muito, muito, muito BOM! Todos os ocidentais têm  neste momento, ou terão em breve,  um problema particular com a imigração de muçulmanos.  Não sejamos ingénuos. E sim, eles desprezam-nos. E sim, maioritariamente são aliados dos partidos comunistas. Obrigada AG, não desista.               João Floriano: Já passaram 14 anos desde a publicação do texto que AG aqui transcreve, e ele era cronista no DN. Em 2011 ainda poucos portugueses estavam preocupados com o islamismo na Europa. O meu filho viveu muitos anos em Vallecas, um bairro madrileno  e já em 2014 falava da mudança que se estava  a verificar: a invasão de islâmicos e sul-americanos que mudaram a atmosfera do bairro. Eu achava que havia por ali muito exagero. Mas não havia. Uma das consequências quase imediatas foi o aumento do custo da habitação. Numa casa familiar  passavam a viver 20 ou mais recém-chegados, em beliches, colchões no chão e mesmo que no final do contrato de arrendamento a casa estivesse em mau estado, o proprietário fazia as contas e entre alugar por 500 euros ou 1500 mesmo com buracos nas paredes, optava pelos 1500. Do mesmo modo o ambiente no prédio degradava-se a olhos vistos com barulho, lixo,  rixas, portas de entrada  partidas, vandalismo nas garagens. O resultado era o afastamento dos moradores habituais que iam procurar casa fora de Madrid, o que também teve e está  a ter consequências no mercado imobiliário, tipo dominó. Mas a verdade é esta como AG bem escreve: não é  a questão de haver bons e maus, porque há de tudo  em todas as crenças. O problema são as diferenças inconciliáveis que não permitem em muitos casos uma convivência pacífica como se pode ver nos inúmeros atentados e esfaqueamentos que se banalizaram. Qualquer chamada de atenção para este estado de coisas é imediatamente abafado por forças sobretudo de esquerda, muito preocupadas com o discurso de ódio, como se viu ontem no debate de Catarina Martins com Ventura, quando esse mesmo discurso de ódio tem sido usual por parte da esquerda. Já nos esquecemos de todos os lindos e amorosos adjectivos com que Bloco e seus proxis mimoseavam  a direita? Foi a esquerda que nos arrastou para a divisão, para o antagonismo, para as barricadas. Mas a situação já seria suficientemente má e não haveria necessidade de a piorar com a oikofobia que mina a Europa na actualidade. Releio regularmente o texto de Auturo Pérez Reverte e cada vez o acho mais actualizado. Muitos factores estão contra os «velhos» europeus: a taxa paupérrima de fertilidade em comparação com o vigor reprodutivo dos «novos» europeus, os números de chegadas que só fazem crescer legal ou ilegalmente , sem que os governos possam tomar atitudes de concreta oposição ao fenómeno; não precisávamos da oikofia que está  a destruir a Europa              Paul C. Rosado > Pedra Nussapato: Generalização abusiva? É a essência do islão ser fascista, opressor e violento. É claramente perceptível no Corão e  na matriz cultural de todas as sociedades islâmicas. No Islão isso é a regra e não a excepção,  ao contrário do que ocorre na sociedade ocidental. Se ainda não percebeu isto, temo que não tenha uma pedra no sapato, mas sim no lugar do cérebro.               Maria Cabral: Nem preciso ser islamofóbica, basta-me ser mulher para cheirar o perigo. Não entendo como pode uma só mulher achar que estará segura. Também não entendo as mulheres muçulmanas que apesar de tudo são bastantes. Estão à espera do quê? Quando vêm para o Ocidente onde encontram protecção e mantêm-se naquela escravidão. Serão elas a raiz do problema? Confesso que me escapa alguma coisa mas julgo que há antes de mais um problema de doença mental seríssimo.                    João Floriano > Pedra Nussapato: Caro Pedra: Em relação a esta questão que infelizmente agora surgiu no Alentejo e que merece toda  a minha repulsa (parece que voltamos ao tempo da escravatura nos cafezais brasileiros ou nos campos de algodão do Sul dos estados confederados com capatazes - efectivos da GNR -  a vigiar os trabalhadores), está-se  a desviar  atenção do que realmente levou a este escândalo. Ontem Ventura deixou isso bem claro perante Catarina Martins, geringonceira e que aprovou um conjunto de leis desastrosas sobre imigração selvagem e que possibilitou estes casos ultrajantes.              Lily Lu > Pedra Nussapato: Atentados terroristas, São 95% perpetrados por muçulmanos. Crimes de escravidão, não são 95% perpetrados por portugueses.                     A FJ: Esta é a verdadeira razão para a ascensão da "extrema-direita" por essa Europa fora. Chamar a isto racismo ou fascismo é uma tentativa manhosa da esquerda de branquear a sua responsabilidade no estado de coiias actual. Felizmente o eleitorado já percebeu, os políticos vão ter de perceber também. Se viver numa sociedade em que qualquer um pode ser esf*queado ou vi*lado a cada esquina é humanismo, bem podem m*ter o humanismo num sítio que eu cá sei. Se acham que estou a exagerar vejam a situação no UK ou na Suécia, não pela CS tradicional, obviamente. Para esses está tudo bem. Felizmente, em Portugal, a "torneira aberta" trouxe os seus problemas, mas aparentemente não trouxe radicais islâmicos.                 granel cardoso > Manuel Ferreira21: Ou corremos com eles, ou eles nos converterão à força, como está escrito no dito livro deles, o Corão, que significa submissão.             granel cardoso: Obrigado AG, por dizer o que se passa frente aos nossos olhos e os media e que os ditos políticos do sistema, principalmente, escondem e negam. Existe uma guerra entre o Islão e a civilização, nomeadamente a ocidental, que esta última não quer ver e principalmente defender-se, e até combate quem o quer fazer.                 Paul C. Rosado: O Islão é, mais que uma religião, uma ideologia inequivocamente fascista. Isso é claro para todos. A esquerdalha finge que não vê, porque prefere fascistas ao capitalismo. Temos de dizer-lho na cara, sempre que possível.             Luis Silva > Pedra Nussapato: Não consegues alinhar uma ideia decentemente. Sofres de discurso caótico.

Sr Leão: Ao sábado, o artigo do AG é sempre o farol que no Observador consegue brilhar mais forte do que outro qualquer.                  Pedro Belo > Pedra Nussapato:  Generalizações??  😂😂  Fazia-lhe bem sair da aldeia e ver como estão as maiores cidades da Europa.                          Paulo Silvestre: Excelente, corajoso e lúcido! Relativamente à identificação do atacante de Washington, fiquei sempre com a impressão de que se tratava de "um veterano de guerra com problemas mentais" e que basicamente "a culpa foi de Trump pelo facto de ter mobilizado a guarda nacional" 🤭                Carlos Chaves:  “Não vale a pena maravilharem-se com a minha capacidade premonitória.” É difícil não acontecer Alberto, 2011!!!! Ambos os livros profetizaram que o Ocidente se derrotaria a si mesmo.” Está em curso a profecia a tornar-se realidade... e por nossa culpa, nossa tão grande culpa!

Obrigado por mais esta soberba crónica!                     António Soares > Pedra Nussapato: Essa sua ideia é provocada pela presença de gravilha no casco...                    José B Dias: Ambos os livros profetizaram que o Ocidente se derrotaria a si mesmo. E não é só na questão da imigração e do alargar do conceito de refugiado a quem nunca tem volta por mais que a ameaça tenha desaparecido ...                      Pedro Correia: Uma vez mais, certíssimo!!!                         J. D.L.: Allahu Akbar!, excelente crónica.                     Manuel Ferreira >21: Excelente artigo. Esperemos que não tenhamos que correr com eles novamente para o Norte de África. A história às vezes repete-se.                    Ana Luís da Silva: Excelentíssimo! Sem necessidade de acrescentar mais nada.               Alberico Lopes: É também por causa do Alberto que continuo a ser subscritor deste jornal que já foi um grande jornal e de referência mas que, estou certo voltará a ser, logo quer extirpe da sua redacção os intrusos do largo do rato, que estão a tentar "islamizar" também este nosso espaço!                     Manuel Magalhaes: Grandes verdades caladas no Ocidente pela cobardia e o comodismo de ideologias idiotas e como facilmente se pode concluir altamente prejudiciais e perigosas!!!               José Paulo Castro > Komorebi Hi: Esse facto serve para esconder a diminuição constante dos nascimentos das portuguesas nativas, de facto. Mas escusa de atribuir isso a um plano das elites pois a decisão de não ter filhos e desses filhos emigrarem depois, é exclusiva delas e dos próprios portugueses.  O apoio à imigração veio apenas disfarçar o problema de base: os portugueses não se reproduzem e não ficam no país, nem voltam. Os "portugueses de facto" estão a diminuir há décadas e continua assim.                     Luis Figueiredo > A FJ: a "torneira aberta", como lhe chama, não trouxe em Portugal radicais islâmicos...por enquanto, acrescentaria                     José Cortes: Muito bem! Não desistir!                 Carlos Almeida: Gostei muito!                      Maria Tubucci: Muito bem Sr. AG. Na minha terra quem manda é o dono da casa. Se alguém chegar à minha casa respeita as regras da minha casa. Assim, quem não respeita o que eu como, bebo ou visto, não é bem-vindo. Regresse à sua cultura e isto não é xenofobia é realidade, pois eu não tenho de aturar, sustentar ou sequer tolerar na minha casa quem me odeia, me detesta. E mais, a islamofobia não é uma fobia, mas sim um chavão usado para amordaçar e impedir que as pessoas debatam as consequências do islão, que não é uma religião, mas um sistema político que escraviza metade da sua população, as mulheres, e os restantes povos onde se implanta e onde quer sempre impor as suas leis.  Aprendi história, sei o islão fez ao longo da história e o que continua a fazer, não evoluiu, é uma ideologia totalitária muito semelhante ao comunismo, daí o facto de os comunistas e dos islamistas se darem tão bem. Pelo menos enquanto os islâmicos não mandam, pois quando mandam os comunas são os primeiros a provar a lâmina. Eu não aceito o termo “islamofóbico” porque é o que eles usam para me chantagear, e eu na minha casa não aceito uma ideologia: inferior, retrograda, misógina e sanguinária. Assim sendo, porta da rua é a serventia da casa...                   Lily Lu: É fabuloso, AG.                      Komorebi Hi > José Paulo Castro: Então o número de nascimentos em Portugal aumenta o número de residentes ou de portugueses de facto? Isso é uma narrativa que nem de longe corresponde à realidade, é conveniente para estatísticas convenientes à narrativa dos "liberais" do Centrão e aos seus aliados comunistas e para fazer crer que a "esperança de vida" aumentou, a maioria dos nascimentos por cá são de gente que veio cá parir por turismo de saúde e a coisa continua. A imigração/invasão apoiada pelos globalistas aconteceu com permissão dos governos democratas/socialistas nos USA desde Obama/Biden/Kamala/Clinton e pelo Centrão da UE que destruiu a Europa com o suborno do PCC/RPC e a coisa continua.                       João Cunha-Rêgo: Excelente artigo! Concordo a 100% em tudo o que está escrito. Só quem não conhece o mundo, é que pode fazer determinadas afirmações sem qualquer tipo de nexo. Vou fazer o papel do diabo 👿 Tentar contrariar ideias feitas 😅 Já que o Alberto Gonçalves conhece muito bem os EUA aconselho-o a fazer a pesquisa sobre os principais mass shootings. Estes massacres são efectuados por indivíduos com motivações de extrema-direita, supremacia branca, ódio racial e a minorias, entre outros casos até de paranóia. Quer isto significar que não há ligação relação entre o islão e o terrorismo? Não. Significa só que não representa nem de perto a totalidade da violência extremista ou massacres nos EUA. Isto são factos,  não percepções.  Vamos culpar todos os cristãos pelos atentados da extrema-direita e supremacistas brancos?  Temos um problema com o radicalismo islâmico. Temos. Mas o Alberto Gonçalves sabe que a esmagadora maioria das vítimas de terrorismo jihadista são… muçulmanos?                  João Pitrez Ferreira: Que delícia de crónica Alberto, muito obrigado. Que a voz não doa.

 

 

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