De um Ocidente que deseja parecer decente, mantendo um imobilismo
reverente perante um oriente - também sulista (este por contaminação) - para provar respeito humanista, bondade universalista, que a palavra “comunismo”
subentende virtuosamente, em etimologia abarcante, ou mais envolvente. Que Alberto
Gonçalves não cale nunca as suas reflexões necessárias a uma sociedade
que virou em doçura irrisoriamente fraudulenta, aparentemente colhida nos
livros da virtude à esquerda, que é de bom-tom reverenciar – ou apenas
subentender - porque obtida em leituras de produção mais recente, e não nas da
tradição mais antiquada - mais saloia, por conseguinte.
Um “islamofóbico” volta a confessar-se
Nem se trata de eles serem “maus” e nós “bons”: trata-se de sermos
diferentes, no “modo de vida” e no modo como eles defendem os “modos” deles e
nós desprezamos os nossos.
ALBERTO GONÇALVES Colunista do
Observador
OBSERVADOR, 29 nov. 2025, 00:2167
Na quarta-feira, em Washington, dois membros da Guarda Nacional dos EUA
foram baleados por um afegão com estatuto de refugiado, que gritou “Allah
Akbar” no momento dos disparos. Um deles, uma mulher,
acabou por morrer dos ferimentos. O outro continua em risco de vida. Canais
televisivos como a CNN e MSNBC passaram as semanas anteriores ao ataque a
chamar “fascista” (e “nazi”, não esquecer “nazi”) à presença de militares nas
zonas “complicadas” da cidade, em apoio à polícia. Alguns comentadores
chamaram os militares de “caçadores de
escravos”. Outros apelaram a
que os “não-brancos” adquirissem armas e resistissem. Dias antes,
uma senadora democrata previu que os militares começariam a disparar sobre
civis. Pelos vistos, aconteceu o inverso, embora isso não tenha invertido as
opiniões da esquerda, que finge lamentar o ataque e continua a insultar Trump
com sinceridade.
Há um aspecto comum ao atentado de Washington e, por exemplo, os atentados de Junho, em Boulder, Colorado
(12 feridos, todos judeus) ou de
Nova Orleães a 1 de Janeiro (14 mortos, 57 feridos): a
religião dos terroristas. E
não vou inventariar as tentativas de terrorismo frustradas pelas autoridades ao
longo do ano, nem incluir os protestos violentos a pretexto de Gaza, nem recuar
para além de 2025. Se a América tem um problema geral com a imigração, tem um problema
particular com a imigração de muçulmanos. Ainda assim, se comparada com a
Europa, a América vende saúde.
Na Europa, a situação é grave a ponto
de, ao longo das duas últimas décadas, o terrorismo dito islâmico ter deixado
aos poucos de ser notícia, e as medidas preventivas se tornarem referências permanentes
na paisagem. A
menos que um camião passe a ferro uma ou duas dúzias de incautos, os
esfaqueamentos ou tentativas de esfaqueamentos de transeuntes já se encontram
integrados no pitoresco local. Nos mercados natalícios, nas feiras, nos eventos desportivos, nos
centros históricos e turísticos e onde calha não faltam barreiras físicas,
reforço policial, câmaras de vigilância, vistorias aleatórias, encerramento de
ruas e demais tralha securitária para desmotivar os “jihadistas” de matar e
desmotivar os restantes cidadãos de viver dignamente. E, face
ao que sucede em África, do Níger à Nigéria, do Mali a Moçambique, do Burkina
Faso à Somália, a Europa pode agradecer a Deus – ou, o que se calhar é hoje
mais adequado, a Alá.
Em Fevereiro de 2011,
enquanto os ocidentais elogiavam o carácter “secular” e “democrático” da
Primavera Árabe e diversas jornalistas estrangeiras eram violadas no Cairo,
escrevi para o “Diário de Notícias” uma cronicazinha intitulada “Um
‘islamofóbico’ confessa-se”. Eis, com um pedido antecipado de desculpas,
um longo excerto:
“(…) Chamo-me Alberto e sou um bocadinho
“islamofóbico”. Nem sei bem porquê. Talvez porque, no meu tempo de vida, nenhuma
outra religião inspirou tantas chacinas (já repararam que há pouquíssimos
atentados reivindicados por católicos, baptistas, judeus, budistas ou hindus?).
Talvez porque nenhuma outra religião relevante pune os
apóstatas com a pena de morte. Talvez porque não perceba que os países
subjugados à palavra do Profeta consagrem na lei ou no costume o desprezo (e
coisas piores) de mulheres, homossexuais, pretos, brancos e fiéis de outras
religiões. Talvez porque não se possa dizer que a “sharia” trata as minorias
abaixo de cão dado que, não satisfeitos com o enxovalho dos semelhantes, os
muçulmanos também acreditam que os cães são uma emanação do demónio e sujeitam
os bichos a crueldades inomináveis. Talvez
porque alguns líderes espirituais do islão foram convictos aliados de Hitler na
época do primeiro Holocausto e alguns dos seus sucessores ganham a vida a
exigir o segundo. Talvez
porque a presumível maioria de muçulmanos ditos “moderados” é discreta ou
omissa na condenação dos muçulmanos imoderados. Talvez porque, nas raras oportunidades democráticas de
que dispõem, os muçulmanos ditos “moderados” teimem em votar nos partidos menos
moderados (na Argélia ou em Gaza, por exemplo). Talvez porque inúmeros muçulmanos se ofendam com as
liberdades que o Ocidente demorou séculos a conquistar, incluindo o
subvalorizado mas fundamental direito ao deboche. Talvez
porque uma considerável quantidade de imigrantes muçulmanos no Ocidente rejeite
qualquer esboço de integração e, pelo contrário, procure impor as respectivas
(e admiráveis) tradições. Talvez
porque, no Ocidente, o fervor islâmico colhe a simpatia dos espíritos
totalitários à direita (já vi “skinheads” a desfilar lenços palestinianos e a
manifestar-se em prol do Irão) e, hoje, sobretudo à esquerda.
E é isto. São minudências assim que
determinam a minha fobia, no fundo uma cisma pouco fundamentada. Um
preconceito, quase. Sucede que muitos dos que, do lado de cá de Bizâncio,
acham intolerável tal intolerância, são pródigos na exibição impune de fobias
ao cristianismo ou ao judaísmo (o popular “anti-sionismo”). E essa
disparidade masoquista, receosa e ecuménica de pesos e medidas constitui, no
fundo, o reconhecimento do confronto que nos opõe ao islão, (…) e o maior
sintoma de que eles estão a ganhar por desistência. Adivinhem quem está a
perder.”
Não vale a pena maravilharem-se com a minha capacidade premonitória.
Acertei na previsão porque os sinais eram imensos, e a previsão fácil.
Infelizmente. Em quase 15 anos, nada mudou ou tudo
mudou para pior. Sobretudo
mudou a dimensão do êxodo, com cerca de 50 milhões de imigrantes a subirem
entretanto ao Hemisfério Norte. Desses, uns 18 ou 20 milhões são
muçulmanos. Destes, é plausível que uma percentagem mínima e consequente chegue
ou fique rapidamente “radicalizada”, e que uma percentagem muito maior leve por
cá uma existência decente mas subordinada a “valores” incompatíveis com os que
temos – ou tínhamos. Não é plausível que o arrranjo corra bem. Nem se
trata de eles serem “maus” e nós “bons”: trata-se de sermos diferentes, no
“modo de vida” e no modo como eles defendem os “modos” deles e nós desprezamos
os nossos. E no modo como muitos dentre eles nos acham “maus”, e muitos de nós
concordam.
Um livro célebre de 1996
lembrava que “o islão tem fronteiras sangrentas”. Desde
então, as fronteiras reergueram-se, difusas, em cada praça e avenida de Berlim,
Londres, Paris, Estocolmo ou Nova Iorque. Às vezes, o sangue jorra. Porém, a
demografia deixará a violência obsoleta. A demografia e a resignação: outro
livro “polémico”, este de 1922, notava que o colapso dos impérios coincide com
a invasão de povos “jovens e férteis”. Ambos os livros profetizaram que o
Ocidente se derrotaria a si mesmo.
COMENTÁRIOS (de 82)
José Paulo Castro: Em Portugal, foi em 1981 que a
taxa de fertilidade passou abaixo do mínimo aceitável para a manutenção
demográfica. Mais de 4 décadas a envelhecer. Hoje em dia, a parte dos
nascimentos devida a mães imigrantes quase se equipara à das nativas. O que
quer dizer que sem isso a contribuição das nativas ainda seria menor... No
resto da Europa, o cenário é parecido ou até pior. O líder turco Erdogan
disse um dia às imigrantes turcas na Holanda para terem cinco filhos cada uma
até serem 10-15% da população, para que nunca mais seja possível fazer leis
contra eles. Mais claro não podia ser. O que fazem os holandeses? Votam em
partidos liberais globalistas que fazem pactos de governo com todos os outros
partidos para que o PVV nunca governe, mesmo ganhando. Um pouco pela Europa
toda, o cenário político é igual. O Ocidente quer mesmo destruir-se. Ou já
não é Ocidente: perdeu a noção da sua essência há umas décadas. Começo a
achar que aqueles 'atrasaditos' retrógrados da Opus Dei, com a sua promoção de
famílias de cinco a oito filhos por mulher, ainda vão ser quem consegue
inverter a tendência e apontar uma solução para competir com o Islão nos nossos
domínios. Maria Emília Santos: É assim tal e qual, mas em Portugal, os
partidos do governo e toda a esquerda, como é óbvio, votaram contra a proposta
do Chega, para se parar de financiar mesquitas para esses terroristas que assim
que puderem já nos matam! E pior
ainda! São cedidos terrenos do nosso País, em zonas nobres para a construção de
lugares para eles, como está a ser construído na Madeira uma madraça que é nada
mais nada menos que uma escola do Alcorão! Pobre Portugal! Quando acordar já será muito tarde e já não
haverá salvação! Traidores! Maria Paula
Silva: Muito, muito, muito
BOM! Todos os ocidentais têm neste momento, ou terão em breve, um
problema particular com a imigração de muçulmanos. Não sejamos ingénuos. E
sim, eles desprezam-nos. E sim, maioritariamente são aliados dos partidos
comunistas. Obrigada AG, não desista. João Floriano: Já passaram 14 anos desde a publicação do
texto que AG aqui transcreve, e ele era cronista no DN. Em 2011 ainda poucos
portugueses estavam preocupados com o islamismo na Europa. O meu filho viveu
muitos anos em Vallecas, um bairro madrileno e já em 2014 falava da
mudança que se estava a verificar: a invasão de islâmicos e sul-americanos
que mudaram a atmosfera do bairro. Eu achava que havia por ali muito
exagero. Mas não havia. Uma das consequências quase imediatas foi o aumento do
custo da habitação. Numa casa familiar passavam a viver 20 ou mais recém-chegados,
em beliches, colchões no chão e mesmo que no final do contrato de arrendamento
a casa estivesse em mau estado, o proprietário fazia as contas e entre alugar
por 500 euros ou 1500 mesmo com buracos nas paredes, optava pelos 1500. Do
mesmo modo o ambiente no prédio degradava-se a olhos vistos com barulho,
lixo, rixas, portas de entrada partidas,
vandalismo nas garagens. O resultado era o afastamento dos moradores habituais
que iam procurar casa fora de Madrid, o que também teve e está a ter
consequências no mercado imobiliário, tipo dominó. Mas a verdade é esta como AG
bem escreve: não é a questão de haver bons e maus, porque há de tudo
em todas as crenças. O problema são as diferenças inconciliáveis que não
permitem em muitos casos uma convivência pacífica como se pode ver nos inúmeros
atentados e esfaqueamentos que se banalizaram. Qualquer chamada de atenção
para este estado de coisas é imediatamente abafado por forças sobretudo de
esquerda, muito preocupadas com o discurso de ódio, como se viu ontem no debate
de Catarina Martins com Ventura, quando esse mesmo discurso de ódio tem sido
usual por parte da esquerda. Já nos esquecemos de todos os lindos e amorosos
adjectivos com que Bloco e seus proxis mimoseavam a direita? Foi a
esquerda que nos arrastou para a divisão, para o antagonismo, para as
barricadas. Mas a situação já seria suficientemente má e não haveria
necessidade de a piorar com a oikofobia que mina a Europa na actualidade.
Releio regularmente o texto de Auturo Pérez
Reverte e cada vez o acho mais actualizado. Muitos factores estão
contra os «velhos» europeus: a taxa paupérrima de fertilidade em comparação com
o vigor reprodutivo dos «novos» europeus, os números de chegadas que só fazem
crescer legal ou ilegalmente , sem que os governos possam tomar atitudes de
concreta oposição ao fenómeno; não precisávamos da oikofia que está a
destruir a Europa. Paul C. Rosado > Pedra Nussapato: Generalização
abusiva? É a essência do islão ser fascista, opressor e violento. É claramente
perceptível no Corão e na matriz cultural de todas as sociedades
islâmicas. No Islão isso é a regra e não a excepção, ao contrário do que
ocorre na sociedade ocidental. Se ainda não percebeu isto, temo que não tenha
uma pedra no sapato, mas sim no lugar do cérebro. Maria
Cabral: Nem
preciso ser islamofóbica, basta-me ser mulher para cheirar o perigo. Não
entendo como pode uma só mulher achar que estará segura. Também não entendo as
mulheres muçulmanas que apesar de tudo são bastantes. Estão à espera do quê?
Quando vêm para o Ocidente onde encontram protecção e mantêm-se naquela
escravidão. Serão elas a raiz do problema? Confesso que me escapa alguma coisa
mas julgo que há antes de mais um problema de doença mental seríssimo. João
Floriano > Pedra Nussapato: Caro Pedra: Em relação a esta questão que infelizmente agora
surgiu no Alentejo e que merece toda a minha repulsa (parece que voltamos
ao tempo da escravatura nos cafezais brasileiros ou nos campos de algodão do
Sul dos estados confederados com capatazes - efectivos da GNR - a vigiar
os trabalhadores), está-se a desviar atenção do que realmente levou
a este escândalo. Ontem Ventura deixou isso bem claro perante Catarina
Martins, geringonceira e que aprovou um conjunto de leis desastrosas sobre
imigração selvagem e que possibilitou estes casos ultrajantes. Lily Lu
> Pedra Nussapato: Atentados terroristas, São 95%
perpetrados por muçulmanos. Crimes de escravidão, não são 95% perpetrados por
portugueses.
A FJ: Esta é a verdadeira razão para a ascensão da "extrema-direita"
por essa Europa fora. Chamar a isto racismo ou fascismo é uma tentativa manhosa
da esquerda de branquear a sua responsabilidade no estado de coiias actual.
Felizmente o eleitorado já percebeu, os políticos vão ter de perceber também.
Se viver numa sociedade em que qualquer um pode ser esf*queado ou vi*lado a
cada esquina é humanismo, bem podem m*ter o humanismo num sítio que eu cá sei.
Se acham que estou a exagerar vejam a situação no UK ou na Suécia, não pela CS
tradicional, obviamente. Para esses está tudo bem. Felizmente, em Portugal, a
"torneira aberta" trouxe os seus problemas, mas aparentemente não
trouxe radicais islâmicos. granel cardoso > Manuel Ferreira21: Ou corremos com eles, ou eles
nos converterão à força, como está escrito no dito livro deles, o Corão, que
significa submissão. granel cardoso: Obrigado AG, por dizer o que
se passa frente aos nossos olhos e os media e que os ditos políticos do
sistema, principalmente, escondem e negam. Existe uma guerra entre o Islão e a
civilização, nomeadamente a ocidental, que esta última não quer ver e
principalmente defender-se, e até combate quem o quer fazer. Paul C.
Rosado: O Islão é, mais que uma religião, uma ideologia inequivocamente fascista.
Isso é claro para todos. A esquerdalha finge que não vê, porque prefere
fascistas ao capitalismo. Temos de dizer-lho na cara, sempre que possível. Luis
Silva > Pedra Nussapato: Não consegues alinhar uma
ideia decentemente. Sofres de discurso caótico.
Sr Leão: Ao sábado, o artigo do AG é
sempre o farol que no Observador consegue brilhar mais forte do que outro
qualquer.
Pedro Belo > Pedra Nussapato: Generalizações?? 😂😂 Fazia-lhe bem sair da aldeia e ver como estão
as maiores cidades da Europa. Paulo
Silvestre: Excelente, corajoso e lúcido! Relativamente à identificação do atacante de
Washington, fiquei sempre com a impressão de que se tratava de "um
veterano de guerra com problemas mentais" e que basicamente "a culpa
foi de Trump pelo facto de ter mobilizado a guarda nacional" 🤭 Carlos Chaves: “Não vale a pena maravilharem-se com a minha capacidade
premonitória.” É difícil não acontecer Alberto, 2011!!!! “Ambos os livros
profetizaram que o Ocidente se derrotaria a si mesmo.” Está em curso a
profecia a tornar-se realidade... e por nossa culpa, nossa tão grande culpa!
Obrigado por mais esta soberba crónica! António
Soares > Pedra Nussapato: Essa sua ideia é provocada pela presença de
gravilha no casco...
José B Dias: Ambos
os livros profetizaram que o Ocidente se derrotaria a si mesmo. E não é só na
questão da imigração e do alargar do conceito de refugiado a quem nunca tem
volta por mais que a ameaça tenha desaparecido ... Pedro Correia: Uma vez mais, certíssimo!!! J. D.L.: Allahu Akbar!, excelente crónica. Manuel
Ferreira >21: Excelente
artigo. Esperemos que não tenhamos que correr com eles novamente para o Norte
de África. A história às vezes repete-se. Ana Luís
da Silva: Excelentíssimo!
Sem necessidade de acrescentar mais nada. Alberico Lopes: É também por causa do Alberto que continuo a ser
subscritor deste jornal que já foi um grande jornal e de referência mas que,
estou certo voltará a ser, logo quer extirpe da sua redacção os intrusos do
largo do rato, que estão a tentar "islamizar" também este nosso
espaço! Manuel
Magalhaes: Grandes
verdades caladas no Ocidente pela cobardia e o comodismo de ideologias idiotas
e como facilmente se pode concluir altamente prejudiciais e perigosas!!! José Paulo Castro > Komorebi Hi: Esse facto serve para esconder a diminuição
constante dos nascimentos das portuguesas nativas, de facto. Mas escusa de
atribuir isso a um plano das elites pois a decisão de não ter filhos e desses
filhos emigrarem depois, é exclusiva delas e dos próprios portugueses. O
apoio à imigração veio apenas disfarçar o problema de base: os portugueses não
se reproduzem e não ficam no país, nem voltam. Os "portugueses de
facto" estão a diminuir há décadas e continua assim. Luis
Figueiredo > A FJ: a "torneira aberta", como lhe chama, não trouxe em Portugal
radicais islâmicos...por enquanto, acrescentaria José
Cortes: Muito
bem! Não desistir! Carlos Almeida:
Gostei muito!
Maria
Tubucci: Muito
bem Sr. AG. Na minha terra quem manda é o dono da casa. Se alguém chegar à
minha casa respeita as regras da minha casa. Assim, quem não respeita o que eu
como, bebo ou visto, não é bem-vindo. Regresse à sua cultura e isto não é
xenofobia é realidade, pois eu não tenho de aturar, sustentar ou sequer tolerar
na minha casa quem me odeia, me detesta. E mais, a islamofobia não é uma fobia,
mas sim um chavão usado para amordaçar e impedir que as pessoas debatam as
consequências do islão, que não é uma religião, mas um sistema político que
escraviza metade da sua população, as mulheres, e os restantes povos onde se
implanta e onde quer sempre impor as suas leis. Aprendi história, sei o
islão fez ao longo da história e o que continua a fazer, não evoluiu, é uma
ideologia totalitária muito semelhante ao comunismo, daí o facto de os
comunistas e dos islamistas se darem tão bem. Pelo menos enquanto os islâmicos
não mandam, pois quando mandam os comunas são os primeiros a provar a lâmina. Eu
não aceito o termo “islamofóbico” porque é o que eles usam para me chantagear,
e eu na minha casa não aceito uma ideologia: inferior, retrograda, misógina e
sanguinária. Assim sendo, porta da rua é a serventia da casa... Lily Lu: É fabuloso, AG.
Komorebi Hi > José Paulo Castro: Então o número de nascimentos em Portugal
aumenta o número de residentes ou de portugueses de facto? Isso é uma narrativa
que nem de longe corresponde à realidade, é conveniente para estatísticas
convenientes à narrativa dos "liberais" do Centrão e aos seus aliados
comunistas e para fazer crer que a "esperança de vida" aumentou, a
maioria dos nascimentos por cá são de gente que veio cá parir por turismo de
saúde e a coisa continua. A imigração/invasão apoiada pelos globalistas
aconteceu com permissão dos governos democratas/socialistas nos USA desde
Obama/Biden/Kamala/Clinton e pelo Centrão da UE que destruiu a Europa com o
suborno do PCC/RPC e a coisa continua. João Cunha-Rêgo: Excelente artigo! Concordo a 100% em tudo o
que está escrito. Só quem não conhece o mundo, é que pode fazer determinadas
afirmações sem qualquer tipo de nexo. Vou
fazer o papel do diabo 👿
Tentar contrariar ideias feitas 😅 Já que o Alberto Gonçalves conhece muito bem
os EUA aconselho-o a fazer a pesquisa sobre os principais mass shootings.
Estes massacres são efectuados por indivíduos com motivações de
extrema-direita, supremacia branca, ódio racial e a minorias, entre outros
casos até de paranóia. Quer
isto significar que não há ligação relação entre o islão e o terrorismo? Não.
Significa só que não representa nem de perto a totalidade da violência
extremista ou massacres nos EUA. Isto são factos, não percepções. Vamos culpar todos os cristãos pelos
atentados da extrema-direita e supremacistas brancos? Temos um problema com o radicalismo
islâmico. Temos. Mas o Alberto Gonçalves sabe que a esmagadora maioria das
vítimas de terrorismo jihadista são… muçulmanos?
João
Pitrez Ferreira: Que delícia
de crónica Alberto, muito obrigado. Que a voz não doa.
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