De Trump, é claro. E o mundo não
protesta?!!! Trump devia ser despedido do cargo que ocupa. Desejo que os povos
europeus sejam mais cordatos. Nem Zelensky nem a Ucrânia, depois do que têm
passado às mãos de um rigoroso infame russo, merecem ser assim aviltados por um
idiota americano, que também se supõe alguém, o mísero, a quem se aceitam as
alarvidades, por, aparentemente se julgar poderoso. Haja Deus!
Zelensky recusa trair a nação e
proporá alternativas a plano de Trump
Zelensky diz que este "é um dos
momentos mais difíceis e de maior pressão" da história da Ucrânia, que
enfrenta "escolhas muito difíceis" face à proposta norte-americana de
Donald Trump.
OBSERVADOR, 21 nov. 2025, 17:35 13
O Presidente ucraniano, VOLODYMYR
ZELENSKY, afirmou esta sexta-feira que se recusa a “trair” a nação e
anunciou que vai propor alternativas ao plano dos Estados Unidos para o
conflito com a Rússia, que implica cedências territoriais a Moscovo.
“Apresentarei argumentos,
persuadirei e proporei alternativas“, disse o líder ucraniano numa declaração por vídeo à nação, na qual
sublinhou que não trairá o seu país.
VOLODYMYR ZELENSKY avisou que
este “é um dos momentos mais
difíceis e de maior pressão” da história da Ucrânia, que se confronta com “escolhas
muito difíceis” face à proposta norte-americana recebida na quinta-feira por
Kiev.
“Ou perde a sua dignidade ou corre o
risco de perder um aliado fundamental”, declarou,
referindo-se aos Estados Unidos.
Mais tarde, o
Presidente da Ucrânia revelou na rede social X que falou “durante quase uma hora com o vice-presidente dos EUA
JD Vance e o Secretário do Exército dos EUA Dan Driscoll”.
“Conseguimos
cobrir muitos dos pormenores das propostas do lado dos EUA para acabar com a
guerra e estamos a trabalhar para fazer um caminho para uma forma digna e
verdadeiramente eficaz para conquistar uma paz duradoura”, escreveu
o Presidente ucraniano.
“Estou agradecido pela atenção e disposição
para trabalharem em conjunto connosco e com os nossos parceiros. Concordámos em
trabalhar com os EUA e a Europa a um nível de conselheiros nacionais para abrir
um caminho para a paz realmente atingível”,
continuou.
Na publicação, afirma que a Ucrânia “sempre respeitou e
continua a respeitar os EUA”, falando também no respeito “pelos desejos de Donald Trump de pôr fim
à guerra”. Zelensky afirma que vê “todas as propostas realistas de forma positiva”.
“Concordámos
em manter contacto constante e as nossas equipas estão prontas para trabalhar
24 horas, sete dias por semana”, acrescentou.
Trump quer que Ucrânia assine acordo de paz antes do Dia de Ação de
Graças
O
Presidente norte-americano quer que a Ucrânia assine o plano sobre o fim da
guerra com a Rússia antes da próxima quinta-feira, Dia de Ação de Graças. A
notícia do prazo foi avançada pela imprensa norte-americana e, mais tarde,
confirmada por Trump numa entrevista à Fox Radio.
Donald
Trump está a pressionar Volodymyr Zelensky para que apoie a proposta antes de
27 de novembro, e ameaça retirar o apoio à Ucrânia se não o fizer, disseram
cinco pessoas familiarizadas com o assunto ao jornal.
Os
Estados Unidos estão a enviar sinais à Ucrânia de que tudo poderá ficar em
suspenso se não assinar dentro de uma semana, referiram dois funcionários, de
acordo com a notícia citada pela agência espanhola EFE.
O plano de 28 pontos, inspirado no da
guerra na Faixa de Gaza, coloca em causa algumas das linhas vermelhas de
Zelensky, como a cessão de território ucraniano a
domínio russo.
O
documento inclui a exigência de que Kiev retire as tropas do território que
ainda controla na região oriental do Donbass, formada pelas unidades
administrativas de Lugansk e Donetsk.
Prevê também que o exército ucraniano seja
reduzido para 600.000 efetivos depois da guerra, em vez dos cerca de 880.000
atuais, e que a Ucrânia renuncie à entrada na NATO, prevista na Constituição.
Em troca, a Ucrânia receberá garantia de segurança face a uma
eventual nova ofensiva russa.
A
intenção de Trump é que a Ucrânia assine o pacto, para que seja depois
apresentado ao líder russo, Vladimir Putin, segundo a EFE.
A
presidência russa negou ter recebido oficialmente a proposta dos Estados
Unidos.
O
secretário do Exército dos Estados Unidos, Daniel Driscoll, apresentou a
proposta norte-americana a Zelensky na quinta-feira, em Kiev.
Apesar de a Ucrânia não ter participado na elaboração do documento,
Washington disse que estava a dialogar com Moscovo e Kiev “por igual”.
Zelensky falou
esta sexta-feira ao telefone com os líderes alemão, francês e britânico para se
assegurar de que as posições de princípio de Kiev têm o apoio europeu. Friedrich Merz, Emmanuel Macron e Keir
Starmer saudaram os “esforços norte-americanos” para pôr fim à guerra e
asseguraram a Zelensky o “apoio total e inalterado no caminho para uma paz
duradoura e justa”, segundo o Governo alemão.
Putin encara plano como “base para
solução definitiva” do conflito
O
Presidente russo, Vladimir Putin, considerou esta sexta-feira que o plano dos
Estados Unidos para o conflito na Ucrânia pode “servir de base para uma
solução definitiva”, ameaçando ocupar mais território ucraniano caso Kiev o
rejeite.
“Pode
servir de base para uma solução definitiva e pacífica, mas este plano não foi
discutido connosco de forma concreta“, declarou Putin, durante uma reunião
governamental transmitida na televisão russa. “E consigo adivinhar porquê. Acredito que a razão seja a mesma: a
administração dos EUA ainda não conseguiu assegurar o acordo do lado ucraniano.
A Ucrânia está contra ele”, citou a agência TASS.
O líder do Kremlin indicou que está
pronto para negociações e “resolver os problemas através de meios pacíficos”, o que disse requerer
“obviamente uma discussão minuciosa de todos os detalhes” dos 28 pontos
propostos pelo homólogo norte-americano, Donald Trump.
“Estamos
prontos para isso”, acrescentou Putin, referindo que a proposta foi apenas
discutida “em termos gerais” entre Moscovo e Washington, que, segundo
indicou, pediu às autoridades russas que “fizessem certas concessões e
demonstrassem flexibilidade”.
GUERRA NA
UCRÂNIA UCRÂNIA EUROPA MUNDO VOLODYMYR
ZELENSKY ESTADOS
UNIDOS DA A MÉRICA AMÉRICA RÚSSIA
COMENTÁRIOS (de 13)
Lúcio Monteiro: Zelensky deve contar com o apoio europeu e mandar Trump dar uma volta ao
bilhar grande. Trump não é confiável. Trump é tóxico.
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