Ao TEXTO precedente: “Impecável retrato”
sobre a crónica de ANTÓNIO RODRIGUES DO CARMO “A indignação de Pacheco Pereira e o antissemitismo: Como
travestir ressentimento em moral”:
Vicente Ferreira da Silva: Magistral! klaus muller: Este coronel escreve muito bem. Eu sempre pensei que um militar,
para além da arte da guerra, pouco teria de interesse para um civil como eu. Estava enganado! Luís Rosado: É por crónicas destas que
ainda assino este jornal. BRAVO. Coxinho: Claro que não leio o Público.
E se lesse jamais esbanjaria o meu tempo com esse Pacheco. Mas de bom grado reservo o
tempo suficiente para ler os artigos do "nosso" Coronel. Hoje, para além da "carga
de artilharia pesada" referida pela Maria Tubucci, quero salientar a carga
adicional de granadas humorísticas disparadas com uma pontaria assinalável e
que, claro, acertaram em cheio no alvo. Maria Tubucci: Excelente! Que valente carga
de artilharia pesada sobre o PP, Sr. Coronel. Já há algum tempo que o PP
andava a pedi-las, levou-as todas de uma vez. Mas, como diz o meu pai, burro
velho não toma ensino, cristalizou no tempo. E pior, ao levar esta ensaboadela
vai ficar satisfeito, por que falam dele, ainda está vivo, ainda é importante,
ainda é polémico. Mesmo que só diga e escreva baboseiras... Rui Lima: Uma vez extremista foi líder
do PCP - ML, a recaída é sempre possível é com muita tristeza que vejo JPP ao
lado de grupos extremistas.
Rui Lima > Rui Lima: Falta-me realçar a qualidade e
a força deste artigo desmantelando com verdades a retórica dos extremistas . Miguel Macedo: Isso mesmo! Esse Pacheco
Pereira é realmente sinistro!! Maria Cunha: Excelente artigo António Alberto Barbosa Pinho: Muito bem, Sr. Coronel. Luís
Ferreira: O autor enquanto militar de um ramo musculado vê tudo por um prisma
militar, pelo que se lhe desculpa as desculpas esfarrapadas para justificar as
intervenções da auto-designada IDF ou Tzahal. Convinha alargar as leituras dele
e de muitos dos acólitos comentadores, como o de Chris Hedges “a genocide
foretold”. Está lá tudo e não se pode acusar o autor de anti-semita sequer ou
das exacções postuladas pelo senhor coronel. Jose Carmo > Luís Ferreira: Que desculpas? Concretize? João Floriano: Nunca gostei ou prestei grande
atenção a um intelectual como Pacheco Pereira. Depois de o ver semanalmente em
acção no Princípio
da Incerteza, resolvi que não valia a pena perder o meu tempo e até matei dois coelhos
com uma só cajadada porque Alexandra Leitão é muito semelhante a Pacheco
Pereira. Alexandra Leitão está no PS quando se identifica de razão, alma e
coração com as Bloquistas e o LIVRE. Pacheco Pereira está associado ao PSD,
mas adora tudo o que cheire a comunismo. Ambos beneficiam da ligação a um
partido grande, que lhes oferece mais possibilidades e vantagens, embora seja
facilmente verificável de que lado estão. Infelizmente falecido, Miguel Macedo,
paz à sua alma, era um modelo de bom senso. Segundo creio Pedro Duarte ocupa o
lugar de Miguel Macedo, o que não devia acontecer sendo Ministro deste governo
e portanto com uma imparcialidade e objectividade de comentário que pode ser
posta em causa. Este tipo de crónicas que tradicionalmente se classificam de
ataques «ad hominem», tem vantagens e inconvenientes. Pessoalmente apesar de
não gostar de personalidades que já aqui foram visadas como o general Agostinho
Costa, o qual se excedeu na sua admiração por Putin e pela Rússia nos
comentários ao Desfile da Vitória em Moscovo, prefiro evitar fulanizações.
Embora estejamos a falar de coisas diferentes, o Sr. General considerou os
russos ou melhor a antiga União Soviética como a grande vencedora na Europa da
II Guerra Mundial. Para ele não interessa o desembarque do Dia D, quando as
praias da Normandia ficaram vermelhas com o sangue de ingleses, americanos,
canadenses e australianos entre outros ou o desembarque aliado em Itália ou a
campanha do deserto contra Rommel. Lá concordou que os americanos estiveram em
grande no Indo-Pacífico, mas de resto «arrasou» o painel quando colocou a
pergunta de quem foram os primeiros a entrar em Berlim. e nos números de mortos
também tropeçou mas isso agora não vem ao caso. Prefiro portanto análises mais
panorâmicas, menos concentradas no indivíduo. Mas se preferirmos escolher
alguém que se distingue pelo antissemitismo, então falemos de alguém com
sérias responsabilidades a nível do planeta, alguém que sendo secretário geral
da ONU passa pela vergonha de ser persona non
grata em Israel, alguém que está do lado
errado, alguém que favorece o discurso do Hamas e do Irão, alguém que só se
preocupa com as alterações climáticas: António Guterres que tem feito
muitissimo, tem dado o seu melhor para que a ONU venha a perder a força, a
autoridade moral e o prestígio que já teve. Jose Carmo > João Floriano: Concordo. klaus muller > João Floriano: o gen. Agostinho também se
"esquece" que, se não fosse a ajuda material dos States à URSS na II
Guerra Mundial, era provável que hoje estivéssemos a discutir a tensão na
fronteira sino-germânica. Miguel
Sanches: O enviesamento mental de Pacheco Pereira tresanda. É obsceno. E não se envergonha das
brutalidades que escreve. Mas vindo de quem andava com o livrinho vermelho
debaixo do braço, estamos conversados. João David: O povo hebreu abandonou o
território que habitava depois da destruição do templo por Tito em 70 de, e
espalhou- se pela Rússia, Polónia e Europa onde se notabilizou em todas as
actividades que lhe foram permitidas, revelando dotes intelectuais èsuperiores
aos das populaces indigènes, suscitando de modo geral raiva e inveja que
culminaram nos progroms e finalmente no holocausto nazi, com a justificação de
serem sub-humanism. Agora o Governo em funções em Israel também considera
sub-humano o povo Palestiniano e entende que a sua eliminação se justifica,
Assistimos assim em directo a um novo holocausto, pela destruição brutal de
extensas Áreas e respectivos habitantes, incluindo hospitais, e condenando os
restantes a morrer de fome. Infelizmente muita gente por ca entende que
criticar estar atrocidades revelam antisemitismo, erro de percepção. Jose Carmo > João David: Falacioso: a eliminação do
Hamas não é a eliminação dos árabes de Gaza. Antonio C Moreira > João David: Parece-me que confunde os
palestinianos com o Hamas. Mas isso é um erro, crasso diria eu. O Hamas é uma organização
terrorista que fez refém o povo de Gaza, que mata e usa os habitantes daquele
território como escudos humanos a seu bel prazer, que desvia para os seus fins
políticos e militares a ajuda destinada àquela população martirizada. Recordo
o Observador de 23abr25 citando o Presidente da Autoridade Palestiniana, quando
este exigiu ao Hamas que liberte os reféns e deponha as armas: "Sou eu que pago o preço, é o nosso
povo que paga o preço, não é Israel. Libertem-nos". “O Hamas deve pôr fim ao controlo da Faixa de Gaza,
entregar todos os assuntos e as suas armas à Autoridade Nacional Palestiniana”,
declarou Abbas, sublinhando ser este o único cenário que pode garantir
“segurança e estabilidade na Palestina e na região”. klaus muller > João David: Por alguma razão nenhum país
muçulmano e árabe aceita palestinianos. Maria Augusta Martins: Os gazeteiros (habitantes de Gaza) a despeito de
tantos massacres e mortes continuam a proliferar que nem coelhos. Eram cerca de
200 mil na guerra dos 7 dias há cinquenta e tal anos, agora à volta de dois
milhões. Não há monda que os desbaste nem ajudas que os saciem! Luís
Carvalho: Bem haja por
tal contraditório, só é pena PP ter-se esquecido dos milhares de palestinianos
que se manifestaram contra o Hamas recentemente, sem que isso merecesse uma
qualquer reflexão. Maria
Nunes: Muito bem. Não leio nem o Público nem
PP, pois são muito sectários além de destilarem ódio. josé
sequeira: Conhecendo a
história do Hamas percebe-se que, mesmo não sendo uma criação de Israel (não
vou tão longe), serviu às mil maravilhas, no início deste século, para combater
os outros palestinianos e assim frustrar os planos da comunidade internacional
no sentido da criação de dois estados na região. Sempre que as negociações
estavam a evoluir lá vinha o conveniente (para Israel) atentado do Hamas. Mesmo
não sendo do lado dos palestinianos da Cisjordânia a coisa servia para criar
mais colunatos nessa região, cuja anexação completa obviamente sempre foi o
objectivo. Sobre o 7 de Outubro coloca-se sempre a
pergunta sacramental: Como é que o sistema de contra-espionagem mais avançado
do mundo, num dia em que um festival internacional reunia milhares de pessoas
paredes meias com a faixa de Gaza, foi (propositadamente, não há outra
explicação) adormecido o que permitiu a infiltração de umas centenas de
terroristas? Jose
Carmo > josé sequeira: As teorias da conspiração são boas para entreter
mentes perturbadas josé
sequeira > Jose Carmo: qual é a sua justificação para o apagão da segurança
de Israel nesse dia 07 de Outubro, quando, dada a existência desse festival,
com milhares de pessoas, essa segurança deveria ter sido pelo contrário
reforçada? Talvez o caríssimo tenha uma explicação, que eu aceitarei de bom
grado. Jose
Carmo > josé sequeira: Investigue. Responder a teorias da conspiração é
dar-lhe credibilidade, coisa que pessoas normais não fazem. Quer uma com a mesma
"lógica" delirante dos tolinhos da paranóia? Por que razão, sendo os
EUA o país com mais aviões de combate e melhor intelligence, uns meros aviões
civis mataram 3000 pessoas? Tenho a certeza de que o leitor, em vez de usar a
Tesoura de Ockam e procurar a resposta mais simples e óbvia, vai desencantar,
como muitos tolinhos da teoria da conspiração, uma conspiração qualquer que
prova que a vítima é culpada. josé
sequeira > Jose Carmo: certo, já percebi. Não tem justificação
para o sucedido em 7 de Outubro e por isso responde com o célebre
"investigue". Depois tergiversa para outro tema. É típico. Não me interessa investigar.
Nunca estive, nem estou, do lado do Hamas. Tenho alguns conhecimentos sobre
todo este processo e considero que os que agora se designam por palestinianos
deverão ter sobretudo razões de queixa dos que não aceitaram a partilha
decidida em 1947, ou seja os estados árabes da zona. A partir daí a hipótese de
dois estados praticamente desapareceu. Israel tem agora um problema maior do
que tinha, mas isso só daqui a alguns anos se verá. António Pinto: Excelente Maria
Soares: Soberbo! José
Fernandes: Se fosse hoje, grande parte dos europeus fecharia os olhos a Auschwitz.
Gaza é responsabilidade de 2 contendores, mas esquece-se sempre o que fez
reféns e mantém reféns os irmãos palestinianos. Duarte
Olim: Este artigo deveria humilhar quem, sem justificação, se deixa enredar pela
propaganda do Hamas e adere a esses movimentos de indignação acéfalos que se
manifestam contra um Estado Democrático que, desde a sua fundação, sempre foi
ameaçado por inimigos hostis que não toleram a sua existência. José B Dias: ... não precisa de factos,
proporcionalidade ou vergonha. Basta-lhe um teclado, meia dúzia de chavões,
adjectivos trágicos e uma certeza moral tão inabalável como o Livro Vermelho
maoista. Pacheco
Pereira nunca foi personagem cujas afirmações e comportamentos me merecessem
grande simpatia, se alguma, e o apoio a grupos de terroristas não é
naturalmente excepção. Mas ao reler alguns dos muitos textos do aqui cronista,
invariavelmente sobre a Besta russa e o Super Cavaleiro Branco do Ocidente,
sobre o Ogre Putin e o Príncipe Zelensky ou sobre o Ignorante-mor Trump, o
Destruidor dos Mundos, e a Liga da Justiça da liderança europeia e amigos,
Capitão América incluído, não posso senão concluir que estaremos perante um
tradicional caso de projecção onde alguém fala sobre si próprio ao pretender
falar de terceiro! Jose
Carmo > José B Dias: Seria mais útil se, em vez de comentar o dedo que lhe
aponta a Lua, comentasse a Lua. José B Dias > Jose Carmo: Estou certo de que Pacheco Pereira não lho teria dito
de forma diferente ... e também lhe teria eventualmente escapado que foi bem da
"Lua" que falei! Manuel
Matos: Guardei este
artigo para a posteridade... Helena
Oliveira: Muito bom Luís
Ferreira: O autor devia ser nomeado ministro da propaganda de Israel. Pelos vistos
as imagens das localidades totalmente destruídas talvez sejam uma invenção ou
uma criação da IA. Esqueceu-se de colocar entre os israelitas os 200.000 que
adquiriram a nossa nacionalidade por factos ocorridos há 500 anos (já agora os
mouros expulsos tenham os mesmos direitos) . Se há textos anti-semitas este é
totalmente sionista. Jose
Pires > Luís Ferreira: Ganhe vergonha! Jose
Carmo > Luís Ferreira: O leitor é antissionista? Luís
Ferreira > Jose Pires: Ganhe-a você porque parece só
ver um dos lados da contenda. Detestando o Hamas por manter uma população refém,
já todos percebemos as reais intenções dos israelitas: expulsar as populações e
transformar aquilo num resort para ricos. Por alguma razão Trump foi quem
aventou essa hipótese. Jose
Pires > Luís Ferreira: Pois com certeza, o Trump já
estava a postos, quando o Hamas decidiu matar os inocentes israelitas em 7
Outubro!!! Por acaso, até foi Israel quem iniciou a guerra, quem raptou
inocentes e assassinou barbaramente centenas de outros tantos. Realmente, ele
há cada um! Luis
Santos: Não posso comentar porque não leio o público e não perco tempo com o tal
Pacheco. Antonio C
Moreira: Acutilante, porque oportuno, bem fundamentado e certeiro, é o coronel
Rodrigues do Carmo no presente artigo em comentário. Como habitualmente,
rigoroso nos factos históricos e no seu enquadramento geopolítico e claro na
exposição. Deixo duas achegas aos factos e um comentário pessoal ao percurso público
e estilo de Pacheco Pereira (PP), que acompanho desde março de 1975. 1.Primeira
Achega – A Nova Estratégia de Israel, pós
7out2023. Em 26abr24 escrevi, nesta mesma casa, em comentário ao artigo do mesmo
autor com o título “Terá Israel a clareza estratégica para fazer check-mate
aosaiatolas?”, o seguinte: «A
primeira preocupação de qualquer país atual– "estado soberano" é a
forma político-jurídica moderna de “comunidade política” – é e tem de ser a Segurança. Por
maioria de razão, Israel com território geograficamente pequeno e sem
profundidade estratégica, em região maioritariamente adversa ou mesmo com
outros estados soberanos inimigos, depende e sempre dependerá para a sua
sobrevivência da sua capacidade de assegurar a sua SEGURANÇA, incluindo a
Defesa contra quem pretende a sua aniquilação, não só política, como física dos
judeus em geral e dos residentes israelitas (que inclui nos seus nacionais
árabes e judeus) em particular. Não
mudando a sua GRANDE ESTRATÉGIA, Israel sentiu o ataque terrorista do 7out23
com o qual manifestamente não contava ou cuja ameaça desvalorizou. Acordou em choque e com o evidente
fracasso das medidas de segurança implantadas, que não protegeram os seus
habitantes nem o seu território. Este fracasso NUNCA poderia ser repetido.
Tratou-se, tratava-se de uma ameaça
mortal à sua existência e à sua sobrevivência. Algo
tinha de mudar na Segurança de Israel e na capacidade de impedir que tal ataque
se repita ou possa repetir. Daí a necessidade que os seus responsáveis
políticos sentiram como imprescindível e urgente – uma nova estratégia. A
anterior tinha-se esgotado, já não protegia, já não servia. E, mais
adiante no meu comentário em transcrição parcial: O
primeiro ministro Netanyahu tem-se encarregado de informar as grandes linhas
dessa Nova Estratégia (NE). a) Garantir que um ataque como o de 7out23 nunca mais
poderá ocorrer. Para isso, serão incapacitados aqueles que poderiam estar em
condições de o fazer – principalmente o Hamas e o Hezbolah, enquanto
procuradores e braços armados do Irão. b) Tal
incapacitação nunca será suficiente por si, se não for acompanhado com perda
real de poder e de capacidade militar do seu inimigo Irão (de nada adianta
incapacitar um mandatário se o mandante mantém o seu poder intacto e pode
nomear e armar novo procurador…). c) Ganhar novo Poder de
Dissuasão, assente na capacidade de projectar poder e atacar com sucesso
seja onde for e seja quem for que ameace Israel e os Israelitas. Concordo,
pois, com o Autor quando sublinha que a Nova Estratégia de Israel já não é, nem
poderia ser, a de continuar a retaliar. Não! Só a inutilização militar (leia-se: capacidade militar
de atacar Israel ou os israelitas) do Hamas, dos
outros procuradores do Irão, numa fase, e do próprio Irão posteriormente, permitirá
aos cidadãos de Israel (incluindo as suas minorias árabes e outras) a
segurança a que têm direito. 2 Segunda Achega – Os
números do Hamas – um exemplo da manipulação Todos nos recordaremos das
parangonas de choque, escândalo e indignação, com condenações de vários países
e organizações internacionais, quando o “Ministério da Saúde de Gaza” – leia-se
ala política do Hamas – acusou Israel de ter bombardeado o hospital Ahli Arab
em 17out23 e ter causado mais de 600 mortes, entre as quais uma grande
percentagem de doentes, mulheres e crianças. A ONU, a UE, vários países em todo
o mundo acusaram imediatamente Israel. Assistiu-se a manifestações,
algumas violentas, em frente a embaixadas israelitas ou centros culturais
judaicos. A Autoridade Palestiniana decretou 3 dias de luto nacional, etc. Passadas
48 horas já se sabia que o único bombardeamento naquela data e naquele hospital
fora o de um disparo, aparentemente falhado, de um foguete, disparo esse feito
pela Jihad Islâmica, o qual acabou por cair no parque de estacionamento anexo
ao referido hospital e causado vítimas entre as pessoas que lá se encontravam (o
número máximo apontava para menos de 10 mortos e entre 40 e 50 feridos). Tudo desapareceu, silenciou, quando a
acusação caiu por terra e desmascarado o autor do disparo. No entanto, o Hamas continuou a
incluir os números inicialmente anunciados no cômputo de vítimas dos ataques
israelitas... 3. Comentário pessoal ao percurso público e
estilo de Pacheco Pereira (PP) Reconheço a capacidade intelectual de
PP, que usa ao serviço das suas simpatias ou antipatias pessoais ou políticas.
Nisso é coerente. Embora de probidade duvidosa. Quem o conheça ou tenha ouvido
em mais de uma ocasião, retira três conclusões: a) sempre ataca quem não gosta; b) sempre defende quem gosta; c) normalmente analisa os
restantes (sobram poucos) membros da Humanidade com alguma isenção. Quem o
conheça nas suas intervenções públicas sabe ainda que adopta aquela típica
expressão de inferioridade pessoal que é a mania de se presumir superior
moralmente, com que alguma esquerda gosta de tratar os restantes cidadãos. Em
algumas ocasiões, as suas simpatias ou antipatias levam a verdadeiros dejectos
que conspurcam as páginas ou écrans onde são lançados. É o caso do que foi
analisado, justificadamente “com pinças e máscara”, por Rodrigues do Carmo. Mas,
justiça lhe seja feita. Reconheço também que tem vindo a construir uma obra
útil ao País em termos históricos com a sua biblioteca / museu de acesso
público. João
Floriano > Antonio C Moreira: Não sigo PP com tanta atenção
como o António Moreira mas concordo integralmente com o ponto 3 do seu comentário, onde
analisa o estilo do visado na crónica. Penso já ter visto Pacheco Pereira
apresentar a sua biblioteca/museu e mesmo duvidando da objectividade da sua
organização e acervo (deve ser demasiado à esquerda para o meu gosto, tendo em
consideração o quanto PP admira o PCP), concordo que poderá ser um bom local de
investigação para os interessados. Nuno
Teixeira: Excelente
como sempre, caro António. Meio Vazio: No porta-aviões! Rui Lima: Exatamente 👍🏻 Isabel
Gomes 👏👏👏👍
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