quarta-feira, 14 de maio de 2025

COMENTÁRIOS (de 49)

 

Ao TEXTO precedente: “Impecável retrato” sobre a crónica de ANTÓNIO RODRIGUES DO CARMO A indignação de Pacheco Pereira e o antissemitismo: Como travestir ressentimento em moral”:

Vicente Ferreira da Silva: Magistral!                  klaus muller: Este coronel escreve muito bem. Eu sempre pensei que um militar, para além da arte da guerra, pouco teria de interesse para um civil como eu. Estava enganado!                 Luís Rosado: É por crónicas destas que ainda assino este jornal. BRAVO.                   Coxinho: Claro que não leio o Público. E se lesse jamais esbanjaria o meu tempo com esse Pacheco. Mas de bom grado reservo o tempo suficiente para ler os artigos do "nosso" Coronel. Hoje, para além da "carga de artilharia pesada" referida pela Maria Tubucci, quero salientar a carga adicional de granadas humorísticas disparadas com uma pontaria assinalável e que, claro, acertaram em cheio no alvo.                  Maria Tubucci: Excelente! Que valente carga de artilharia pesada sobre o PP, Sr. Coronel. Já há algum tempo que o PP andava a pedi-las, levou-as todas de uma vez. Mas, como diz o meu pai, burro velho não toma ensino, cristalizou no tempo. E pior, ao levar esta ensaboadela vai ficar satisfeito, por que falam dele, ainda está vivo, ainda é importante, ainda é polémico. Mesmo que só diga e escreva baboseiras...            Rui Lima: Uma vez extremista foi líder do PCP - ML, a recaída é sempre possível é com muita tristeza que vejo JPP ao lado de grupos extremistas.                      Rui Lima > Rui Lima: Falta-me realçar a qualidade e a força deste artigo desmantelando com verdades a retórica dos extremistas .                Miguel Macedo: Isso mesmo! Esse Pacheco Pereira é realmente sinistro!!                 Maria Cunha: Excelente artigo       António Alberto Barbosa Pinho: Muito bem, Sr. Coronel.                 Luís Ferreira: O autor enquanto militar de um ramo musculado vê tudo por um prisma militar, pelo que se lhe desculpa as desculpas esfarrapadas para justificar as intervenções da auto-designada IDF ou Tzahal. Convinha alargar as leituras dele e de muitos dos acólitos comentadores, como o de Chris Hedges “a genocide foretold”. Está lá tudo e não se pode acusar o autor de anti-semita sequer ou das exacções postuladas pelo senhor coronel.                Jose Carmo > Luís Ferreira: Que desculpas? Concretize?            João Floriano: Nunca gostei ou prestei grande atenção a um intelectual como Pacheco Pereira. Depois de o ver semanalmente em acção no Princípio da Incerteza, resolvi que não valia a pena perder o meu tempo e até matei dois coelhos com uma só cajadada porque Alexandra Leitão é muito semelhante a Pacheco Pereira. Alexandra Leitão está no PS quando se identifica de razão, alma e coração com as Bloquistas e o LIVRE. Pacheco Pereira está associado ao PSD, mas adora tudo o que cheire a comunismo. Ambos beneficiam da ligação a um partido grande, que lhes oferece mais possibilidades e vantagens, embora seja facilmente verificável de que lado estão. Infelizmente falecido, Miguel Macedo, paz à sua alma, era um modelo de bom senso. Segundo creio Pedro Duarte ocupa o lugar de Miguel Macedo, o que não devia acontecer sendo Ministro deste governo e portanto com uma imparcialidade e objectividade de comentário que pode ser posta em causa. Este tipo de crónicas que tradicionalmente se classificam de ataques «ad hominem», tem vantagens e inconvenientes. Pessoalmente apesar de não gostar de personalidades que já aqui foram visadas como o general Agostinho Costa, o qual se excedeu na sua admiração por Putin e pela Rússia nos comentários ao Desfile da Vitória em Moscovo, prefiro evitar fulanizações. Embora estejamos a falar de coisas diferentes, o Sr. General considerou os russos ou melhor a antiga União Soviética como a grande vencedora na Europa da II Guerra Mundial. Para ele não interessa o desembarque do Dia D, quando as praias da Normandia ficaram vermelhas com o sangue de ingleses, americanos, canadenses e australianos entre outros ou o desembarque aliado em Itália ou a campanha do deserto contra Rommel. Lá concordou que os americanos estiveram em grande no Indo-Pacífico, mas de resto «arrasou» o painel quando colocou a pergunta de quem foram os primeiros a entrar em Berlim. e nos números de mortos também tropeçou mas isso agora não vem ao caso. Prefiro portanto análises mais panorâmicas, menos concentradas no indivíduo. Mas se preferirmos escolher alguém que se distingue pelo antissemitismo, então falemos de alguém com sérias responsabilidades a nível do planeta, alguém que sendo secretário geral da ONU passa pela vergonha de ser persona non grata em Israel, alguém que está do lado errado, alguém que favorece o discurso do Hamas e do Irão, alguém que só se preocupa com as alterações climáticas: António Guterres que tem feito muitissimo, tem dado o seu melhor para que a ONU venha a perder a força, a autoridade moral e o prestígio que já teve.      Jose Carmo > João Floriano: Concordo.                 klaus muller > João Floriano: o gen. Agostinho também se "esquece" que, se não fosse a ajuda material dos States à URSS na II Guerra Mundial, era provável que hoje estivéssemos a discutir a tensão na fronteira sino-germânica.             Miguel Sanches: O enviesamento mental de Pacheco Pereira tresanda. É obsceno. E não se envergonha das brutalidades que escreve. Mas vindo de quem andava com o livrinho vermelho debaixo do braço, estamos conversados.                 João David: O povo hebreu abandonou o território que habitava depois da destruição do templo por Tito em 70 de, e espalhou- se pela Rússia, Polónia e Europa onde se notabilizou em todas as actividades que lhe foram permitidas, revelando dotes intelectuais èsuperiores aos das populaces indigènes, suscitando de modo geral raiva e inveja que culminaram nos progroms e finalmente no holocausto nazi, com a justificação de serem sub-humanism. Agora o Governo em funções em Israel também considera sub-humano o povo Palestiniano e entende que a sua eliminação se justifica, Assistimos assim em directo a um novo holocausto, pela destruição brutal de extensas Áreas e respectivos habitantes, incluindo hospitais, e condenando os restantes a morrer de fome. Infelizmente muita gente por ca entende que criticar estar atrocidades revelam antisemitismo, erro de percepção.               Jose Carmo > João David: Falacioso: a eliminação do Hamas não é a eliminação dos árabes de Gaza.                Antonio C Moreira > João David: Parece-me que confunde os palestinianos com o Hamas. Mas isso é um erro, crasso diria eu. O Hamas é uma organização terrorista que fez refém o povo de Gaza, que mata e usa os habitantes daquele território como escudos humanos a seu bel prazer, que desvia para os seus fins políticos e militares a ajuda destinada àquela população martirizada. Recordo o Observador de 23abr25 citando o Presidente da Autoridade Palestiniana, quando este exigiu ao Hamas que liberte os reféns e deponha as armas: "Sou eu que pago o preço, é o nosso povo que paga o preço, não é Israel. Libertem-nos". “O Hamas deve pôr fim ao controlo da Faixa de Gaza, entregar todos os assuntos e as suas armas à Autoridade Nacional Palestiniana”, declarou Abbas, sublinhando ser este o único cenário que pode garantir “segurança e estabilidade na Palestina e na região”.                      klaus muller > João David: Por alguma razão nenhum país muçulmano e árabe aceita palestinianos.                Maria Augusta Martins: Os gazeteiros (habitantes de Gaza) a despeito de tantos massacres e mortes continuam a proliferar que nem coelhos. Eram cerca de 200 mil na guerra dos 7 dias há cinquenta e tal anos, agora à volta de dois milhões. Não há monda que os desbaste nem ajudas que os saciem!               Luís Carvalho: Bem haja por tal contraditório, só é pena PP ter-se esquecido dos milhares de palestinianos que se manifestaram contra o Hamas recentemente, sem que isso merecesse uma qualquer reflexão.                 Maria Nunes: Muito bem. Não leio nem o Público nem PP, pois são muito sectários além de destilarem ódio.                 josé sequeira: Conhecendo a história do Hamas percebe-se que, mesmo não sendo uma criação de Israel (não vou tão longe), serviu às mil maravilhas, no início deste século, para combater os outros palestinianos e assim frustrar os planos da comunidade internacional no sentido da criação de dois estados na região. Sempre que as negociações estavam a evoluir lá vinha o conveniente (para Israel) atentado do Hamas. Mesmo não sendo do lado dos palestinianos da Cisjordânia a coisa servia para criar mais colunatos nessa região, cuja anexação completa obviamente sempre foi o objectivo. Sobre o 7 de Outubro coloca-se sempre a pergunta sacramental: Como é que o sistema de contra-espionagem mais avançado do mundo, num dia em que um festival internacional reunia milhares de pessoas paredes meias com a faixa de Gaza, foi (propositadamente, não há outra explicação) adormecido o que permitiu a infiltração de umas centenas de terroristas?                 Jose Carmo > josé sequeira: As teorias da conspiração são boas para entreter mentes perturbadas                 josé sequeira > Jose Carmo: qual é a sua justificação para o apagão da segurança de Israel nesse dia 07 de Outubro, quando, dada a existência desse festival, com milhares de pessoas, essa segurança deveria ter sido pelo contrário reforçada? Talvez o caríssimo tenha uma explicação, que eu aceitarei de bom grado.              Jose Carmo > josé sequeira: Investigue. Responder a teorias da conspiração é dar-lhe credibilidade, coisa que pessoas normais não fazem. Quer uma com a mesma "lógica" delirante dos tolinhos da paranóia? Por que razão, sendo os EUA o país com mais aviões de combate e melhor intelligence, uns meros aviões civis mataram 3000 pessoas? Tenho a certeza de que o leitor, em vez de usar a Tesoura de Ockam e procurar a resposta mais simples e óbvia, vai desencantar, como muitos tolinhos da teoria da conspiração, uma conspiração qualquer que prova que a vítima é culpada.         josé sequeira > Jose Carmo: certo, já percebi. Não tem justificação para o sucedido em 7 de Outubro e por isso responde com o célebre "investigue". Depois tergiversa para outro tema. É típico. Não me interessa investigar. Nunca estive, nem estou, do lado do Hamas. Tenho alguns conhecimentos sobre todo este processo e considero que os que agora se designam por palestinianos deverão ter sobretudo razões de queixa dos que não aceitaram a partilha decidida em 1947, ou seja os estados árabes da zona. A partir daí a hipótese de dois estados praticamente desapareceu. Israel tem agora um problema maior do que tinha, mas isso só daqui a alguns anos se verá.           António Pinto: Excelente                     Maria Soares: Soberbo!              José Fernandes: Se fosse hoje, grande parte dos europeus fecharia os olhos a Auschwitz. Gaza é responsabilidade de 2 contendores, mas esquece-se sempre o que fez reféns e mantém reféns os irmãos palestinianos.              Duarte Olim: Este artigo deveria humilhar quem, sem justificação, se deixa enredar pela propaganda do Hamas e adere a esses movimentos de indignação acéfalos que se manifestam contra um Estado Democrático que, desde a sua fundação, sempre foi ameaçado por inimigos hostis que não toleram a sua existência.                  José B Dias: ... não precisa de factos, proporcionalidade ou vergonha. Basta-lhe um teclado, meia dúzia de chavões, adjectivos trágicos e uma certeza moral tão inabalável como o Livro Vermelho maoista. Pacheco Pereira nunca foi personagem cujas afirmações e comportamentos me merecessem grande simpatia, se alguma, e o apoio a grupos de terroristas não é naturalmente excepção. Mas ao reler alguns dos muitos textos do aqui cronista, invariavelmente sobre a Besta russa e o Super Cavaleiro Branco do Ocidente, sobre o Ogre Putin e o Príncipe Zelensky ou sobre o Ignorante-mor Trump, o Destruidor dos Mundos, e a Liga da Justiça da liderança europeia e amigos, Capitão América incluído, não posso senão concluir que estaremos perante um tradicional caso de projecção onde alguém fala sobre si próprio ao pretender falar de terceiro!                 Jose Carmo > José B Dias: Seria mais útil se, em vez de comentar o dedo que lhe aponta a Lua, comentasse a Lua.                 José B Dias > Jose Carmo: Estou certo de que Pacheco Pereira não lho teria dito de forma diferente ... e também lhe teria eventualmente escapado que foi bem da "Lua" que falei!                  Manuel Matos: Guardei este artigo para a posteridade...           Helena Oliveira: Muito bom                 Luís Ferreira: O autor devia ser nomeado ministro da propaganda de Israel. Pelos vistos as imagens das localidades totalmente destruídas talvez sejam uma invenção ou uma criação da IA. Esqueceu-se de colocar entre os israelitas os 200.000 que adquiriram a nossa nacionalidade por factos ocorridos há 500 anos (já agora os mouros expulsos tenham os mesmos direitos) . Se há textos anti-semitas este é totalmente sionista.                Jose Pires > Luís Ferreira: Ganhe vergonha!              Jose Carmo > Luís Ferreira: O leitor é antissionista?               Luís Ferreira > Jose Pires: Ganhe-a você porque parece só ver um dos lados da contenda. Detestando o Hamas por manter uma população refém, já todos percebemos as reais intenções dos israelitas: expulsar as populações e transformar aquilo num resort para ricos. Por alguma razão Trump foi quem aventou essa hipótese.               Jose Pires > Luís Ferreira: Pois com certeza, o Trump já estava a postos, quando o Hamas decidiu matar os inocentes israelitas em 7 Outubro!!! Por acaso, até foi Israel quem iniciou a guerra, quem raptou inocentes e assassinou barbaramente centenas de outros tantos. Realmente, ele há cada um!                  Luis Santos: Não posso comentar porque não leio o público e não perco tempo com o tal Pacheco.                 Antonio C Moreira: Acutilante, porque oportuno, bem fundamentado e certeiro, é o coronel Rodrigues do Carmo no presente artigo em comentário. Como habitualmente, rigoroso nos factos históricos e no seu enquadramento geopolítico e claro na exposição. Deixo duas achegas aos factos e um comentário pessoal ao percurso público e estilo de Pacheco Pereira (PP), que acompanho desde março de 1975. 1.Primeira Achega – A Nova Estratégia de Israel, pós 7out2023. Em 26abr24 escrevi, nesta mesma casa, em comentário ao artigo do mesmo autor com o título “Terá Israel a clareza estratégica para fazer check-mate aosaiatolas?”, o seguinte: «A primeira preocupação de qualquer país atual– "estado soberano" é a forma político-jurídica moderna de “comunidade política” – é e tem de ser a Segurança. Por maioria de razão, Israel com território geograficamente pequeno e sem profundidade estratégica, em região maioritariamente adversa ou mesmo com outros estados soberanos inimigos, depende e sempre dependerá para a sua sobrevivência da sua capacidade de assegurar a sua SEGURANÇA, incluindo a Defesa contra quem pretende a sua aniquilação, não só política, como física dos judeus em geral e dos residentes israelitas (que inclui nos seus nacionais árabes e judeus) em particular. Não mudando a sua GRANDE ESTRATÉGIA, Israel sentiu o ataque terrorista do 7out23 com o qual manifestamente não contava ou cuja ameaça desvalorizou. Acordou em choque e com o evidente fracasso das medidas de segurança implantadas, que não protegeram os seus habitantes nem o seu território. Este fracasso NUNCA poderia ser repetido. Tratou-se, tratava-se de uma ameaça mortal à sua existência e à sua sobrevivência. Algo tinha de mudar na Segurança de Israel e na capacidade de impedir que tal ataque se repita ou possa repetir. Daí a necessidade que os seus responsáveis políticos sentiram como imprescindível e urgente – uma nova estratégia. A anterior tinha-se esgotado, já não protegia, já não servia. E, mais adiante no meu comentário em transcrição parcial: O primeiro ministro Netanyahu tem-se encarregado de informar as grandes linhas dessa Nova Estratégia (NE). a) Garantir que um ataque como o de 7out23 nunca mais poderá ocorrer. Para isso, serão incapacitados aqueles que poderiam estar em condições de o fazer – principalmente o Hamas e o Hezbolah, enquanto procuradores e braços armados do Irão. b) Tal incapacitação nunca será suficiente por si, se não for acompanhado com perda real de poder e de capacidade militar do seu inimigo Irão (de nada adianta incapacitar um mandatário se o mandante mantém o seu poder intacto e pode nomear e armar novo procurador…). c)     Ganhar novo Poder de Dissuasão, assente na capacidade de projectar poder e atacar com sucesso seja onde for e seja quem for que ameace Israel e os Israelitas. Concordo, pois, com o Autor quando sublinha que a Nova Estratégia de Israel já não é, nem poderia ser, a de continuar a retaliar. Não! Só a inutilização militar (leia-se: capacidade militar de atacar Israel ou os israelitas) do Hamas, dos outros procuradores do Irão, numa fase, e do próprio Irão posteriormente, permitirá aos cidadãos de Israel (incluindo as suas minorias árabes e outras) a segurança a que têm direito. 2 Segunda AchegaOs números do Hamas um exemplo da manipulação Todos nos recordaremos das parangonas de choque, escândalo e indignação, com condenações de vários países e organizações internacionais, quando o “Ministério da Saúde de Gaza” – leia-se ala política do Hamas – acusou Israel de ter bombardeado o hospital Ahli Arab em 17out23 e ter causado mais de 600 mortes, entre as quais uma grande percentagem de doentes, mulheres e crianças. A ONU, a UE, vários países em todo o mundo acusaram imediatamente Israel. Assistiu-se a manifestações, algumas violentas, em frente a embaixadas israelitas ou centros culturais judaicos. A Autoridade Palestiniana decretou 3 dias de luto nacional, etc. Passadas 48 horas já se sabia que o único bombardeamento naquela data e naquele hospital fora o de um disparo, aparentemente falhado, de um foguete, disparo esse feito pela Jihad Islâmica, o qual acabou por cair no parque de estacionamento anexo ao referido hospital e causado vítimas entre as pessoas que lá se encontravam (o número máximo apontava para menos de 10 mortos e entre 40 e 50 feridos). Tudo desapareceu, silenciou, quando a acusação caiu por terra e desmascarado o autor do disparo. No entanto, o Hamas continuou a incluir os números inicialmente anunciados no cômputo de vítimas dos ataques israelitas... 3. Comentário pessoal ao percurso público e estilo de Pacheco Pereira (PP) Reconheço a capacidade intelectual de PP, que usa ao serviço das suas simpatias ou antipatias pessoais ou políticas. Nisso é coerente. Embora de probidade duvidosa. Quem o conheça ou tenha ouvido em mais de uma ocasião, retira três conclusões: a) sempre ataca quem não gosta; b) sempre defende quem gosta; c) normalmente analisa os restantes (sobram poucos) membros da Humanidade com alguma isenção. Quem o conheça nas suas intervenções públicas sabe ainda que adopta aquela típica expressão de inferioridade pessoal que é a mania de se presumir superior moralmente, com que alguma esquerda gosta de tratar os restantes cidadãos. Em algumas ocasiões, as suas simpatias ou antipatias levam a verdadeiros dejectos que conspurcam as páginas ou écrans onde são lançados. É o caso do que foi analisado, justificadamente “com pinças e máscara”, por Rodrigues do Carmo. Mas, justiça lhe seja feita. Reconheço também que tem vindo a construir uma obra útil ao País em termos históricos com a sua biblioteca / museu de acesso público.                 João Floriano > Antonio C Moreira: Não sigo PP com tanta atenção como o António Moreira mas concordo integralmente com o ponto 3 do seu comentário, onde analisa o estilo do visado na crónica. Penso já ter visto Pacheco Pereira apresentar a sua biblioteca/museu e mesmo duvidando da objectividade da sua organização e acervo (deve ser demasiado à esquerda para o meu gosto, tendo em consideração o quanto PP admira o PCP), concordo que poderá ser um bom local de investigação para os interessados.                    Nuno Teixeira: Excelente como sempre, caro António.                 Meio Vazio: No porta-aviões!              Rui Lima: Exatamente 👍🏻        Isabel Gomes 👏👏👏👍

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