Dos tempos de hoje, narrada por JAIME
NOGUEIRA PINTO com a competência exaustiva de sempre, para justificação das
transformações políticas no mundo que chega…
Assim vai a democracia
A grande bipolarização na Euro-América é hoje a divisão entre
nacionalistas e globalistas ou, simplificando, entre os defensores de um mundo
de nações independentes e os de um mundo-humanidade.
JAIME NOGUEIRA PINTO, Colunista do Observador
OBSERVADOR, 10 mai. 2025, 00:1821
As
referências de Donald Trump ao Canadá como um possível 51º Estado dos Estados
Unidos prejudicaram os nacionalistas e conservadores canadenses, ou seja,
aqueles que, no Canadá, defendem o mesmo que ele defende nos e para os Estados
Unidos e que estavam largamente à frente nas sondagens quando Trudeau saiu. Um
nacionalista americano tem de respeitar um nacionalista canadiano, se não acaba
por ceder terreno aos globalistas em nome do nacionalismo.
Outra eleição perdida pelos
conservadores foi na Austrália. Embora
o presidente americano tenha negado qualquer afinidade com Peter Dutton (o candidato conservador
australiano, derrotado na eleição do passado fim-de- semana) e se tenha declarado amigo do vencedor (o
trabalhista Anthony
Albanese), o facto é
que Dutton se reclamou pró-trumpiano – o que, com a polémica à volta das
tarifas, se pode ter transformado num activo tóxico.
Também foi de mau gosto a imagem de Trump vestido de papa, numa
inqualificável, gratuita e ofensiva mistura de Inteligência Artificial e
Estupidez Natural. Entretanto, o presidente americano já
reagiu, e com contenção entusiasmada, à eleição do seu compatriota Robert Francis Prevost como Papa Leão XIV. A escolha
do nome é auspiciosa – Leão XIII foi o grande papa social do final do século XIX que,
com a encíclica Rerum
Novarum traçou uma “terceira via” entre o socialismo marxista e o
capitalismo liberal, na linha de vários pensadores e movimentos católicos de
leigos, como os Cercles Catholiques d’Ouvriers. A Rerum Novarum de 1891 marcou a doutrina social da Igreja,
de que o mundo de hoje bem precisa.
As tarifas
Trump parece dar razão aos seus
críticos na aplicação das famosas tarifas. O uso de tarifas, de barreiras e taxas alfandegárias, como
instrumento de política económico-financeira para alcançar determinados
objectivos, como a redução do déficit externo ou a reindustrialização de certas
actividades, é justificável
e defensável, mas a sua determinação e aplicação não pode ser
genérica, indiscriminada, como se houvesse uma conta de deve e haver entre a
América e o resto do mundo ou como se “o resto do mundo” fosse todo um bloco.
O homem por detrás deste modelo
tarifário e o principal conselheiro do Presidente na matéria é Peter
Navarro, a quem Elon Musk se apressou a chamar “moron” (imbecil). É certo que Navarro
tratara o dono da Tesla por “car assembler”, mas isso não explicará
tudo. Scott Bessent, Secretário de
Estado do Tesouro e financeiro de grande experiência e prestígio, apareceu
depois do anúncio da suspensão por 90 dias das tarifas a justificar Trump. Bessent
foi à Florida e voltou com Trump a Washington antes do anúncio da suspensão,
actuando como uma espécie de mediador entre as posições radicais de Musk e
Navarro. No seu encontro com os jornalistas, procurou
dar como razão do vaivém tarifário a táctica negocial do Presidente, mas não
restam dúvidas de que a reacção dos mercados foi decisiva para o recuo
estratégico. De qualquer forma, como agora se viu com o
acordo comercial com o Reino Unido, o método Trump parece funcionar.
Os amigos
Um outro ponto interessante é a selecção dos contactos europeus do
presidente americano, não em função da importância do país, mas da sua maior ou
menor proximidade ideológica. O POLITICO apresentou recentemente a lista dos
“amigos” europeus de Trump.
À
cabeça vem, sem surpresa, Giorgia
Meloni. Meloni teve
vários encontros privados com Trump em Paris, na reabertura de Notre-Dame, em
Mar-a-Lago, na Florida, na Inauguração e, mais recentemente, no auge da guerra
comercial, e tem sido
uma boa mediadora euro-atlântica entre o
trio americano Trump-Vance-Musk e a “Senhora
Dona Europa”, Ursula von der Leyen.
Viktor Orbán vem a
seguir. Apesar das posições independentes de Orbán em
relação à Rússia e
dos investimentos chineses na Hungria,
as afinidades ideológicas têm mantido a ligação e a troca de elogios.
Os polacos – como o candidato presidencial
nacional-conservador Karol Nawrocky, que Trump,
que nunca recebeu o primeiro-ministro Tusk, recebeu agora na Casa Branca
– estão também na lista. Como está, e há muito, o nacionalista inglês
Nigel Farage, líder do
Reform Party. De França, curiosamente, não é Marine Le Pen a eleita, mas Eric
Zémour, convidado em 20 de Janeiro para a posse.
A bipolarização
A grande bipolarização na Euro-América é hoje, claramente, a divisão
entre nacionalistas e globalistas ou, generalizando e simplificando, entre os
defensores de um mundo de nações independentes, guiando-se pelos seus
interesses nacionais, e os defensores de um mundo-humanidade, um imenso mercado
governado por uma oligarquia tipo Davos. Foi
em nome desse imenso mercado que se levou por diante, sobretudo nas três
décadas pós-Guerra Fria, as políticas que conduziram à desindustrialização e à
aceleração da queda demográfica na Europa. E se tais políticas podem ter
beneficiado – e beneficiaram – parte das populações das periferias, sobretudo
as asiáticas, fizeram-no à custa das classes trabalhadoras e das classes médias
do Ocidente.
Contra os globalistas têm surgido nos
últimos anos grandes movimentos populares na Europa e nos Estados Unidos, movimentos
que, apesar de combatidos e difamados pelo “sistema” e pelas suas poderosas
máquinas de propaganda, têm registado sucessos. O último e mais retumbante destes sucessos foi a vitória de Trump; a seguir vieram as subidas da AFD alemã nas eleições de Fevereiro e agora a ascensão do Reform Party no Reino Unido e a vitória de
Simion na primeira volta da eleição romena.
O “sistema” (gostava de usar um termo menos
conspiratório, mas é difícil encontrar outro) tem
recorrido a vários instrumentos para parar esta ofensiva. O primeiro é a propaganda, mesmo aquela que aparece como
respeitável “opinião de referência”; e quando a Comunicação Social, o quarto poder, não
funciona, recorre-se à Justiça, o terceiro poder, e mesmo aos poderes do “Estado
Profundo”, na desesperada corrida para salvar “a democracia” dos ímpetos antidemocráticos do
povo.
Assim, em
Novembro, o Tribunal Constitucional
romeno anulou a eleição de Calin Georgescu, argumentando uma misteriosa interferência russa a favor do candidato
ultra-direitista. Os russos
teriam alegadamente manipulado os eleitores romenos no momento do voto, através
de um algoritmo saído do arsenal do novo KGB, o SVR, sucessor do mesmo KGB que
nos 80 do século passado teria recrutado Donald Trump para “a causa russa”.
A vítima seguinte do terceiro poder foi Marine Le Pen, provável vencedora das eleições
presidenciais francesas de 2027, condenada por “desvio de fundos europeus”. Fez o que fizeram e fazem outros partidos, em Bruxelas e na Europa, pondo os funcionários do Rassemblement
National, pagos pelo Parlamento Europeu, a trabalharem para o partido.
Vamos ver se
desta vez deixam acontecer a segunda
volta da eleição presidencial da Roménia, a 18 de Maio, dia da primeira volta da eleição
presidencial polaca.
Surpresa no Bundestag
Para fechar,
a eleição do governo alemão. Friedrich Merz, o novo líder da CDU-CSU, partido
vencedor das eleições de Fevereiro, negociou com o partido do centro-esquerda,
o SPD, uma coligação; mas ao apresentar-se ao Bundestag, na Terça-feira, 6 de
Maio ficou a seis votos de ser aprovado como novo Chanceler.
A votação do
Chanceler é por voto secreto e, ao que parece, alguns deputados da CDU-CSU ou
do SPD não votaram em Merz. Perante o
alarme e o prenúncio de nova eleição, marcou-se uma segunda votação; só então,
se não houvesse então maioria, poderia haver nova eleição. Perante a necessidade
de negociar com os sociais-democratas, Merz, um homem da grande finança
que foi administrador do Black Rock e
é tido como da ala
direita da CDU-CSU, cedeu
ao SPD em matérias-chave de imigração, clima e elasticidade da despesa, o que desagradou a muitos
dos seus eleitores e, pelos vistos, também a alguns deputados do seu partido.
As sondagens dão agora à AFD (o partido da direita radical que em Fevereiro,
com 21% dos votos, elegeu 152 deputados) 26% do voto popular, o que a tornaria
o primeiro partido na Alemanha.
Perante o risco
para a coligação (e, logo, “para a democracia”) de a AFD (que, entretanto,
parte da classe política, dos mediam e do Deep State quer
proibir) ficar em primeiro lugar numa nova eleição, procedeu-se à segunda
votação de recurso em Berlim; e Merz lá acabou por passar e com mais nove do
que os necessários para a maioria.
O site POLITICO,
insuspeito de simpatias de direita radical ou populista, concluía depois da
segunda votação de 6 de Maio que o facto de Merz “começar assim o seu cargo de
Chanceler” era “um indesmentível sinal da fraqueza”.
O inédito
ultrapassar de todos os obstáculos para conseguir a pouco ortodoxa segunda
tentativa de eleição só foi possível por um acordo dos dois partidos da coligação
– CDU-CSU e SPD – com os Verdes e com a Esquerda ex-comunista.
10 mai. 2025, 00:1821
As referências de Donald Trump ao Canadá como um possível 51º Estado
dos Estados Unidos prejudicaram os nacionalistas e conservadores canadenses, ou
seja, aqueles que, no Canadá, defendem o mesmo que ele defende nos e para os
Estados Unidos e que estavam largamente à frente nas sondagens quando Trudeau
saiu.
Um nacionalista americano tem de
respeitar um nacionalista canadiano, se não acaba por ceder terreno aos
globalistas em nome do nacionalismo.
Outra eleição perdida pelos
conservadores foi na Austrália. Embora
o presidente americano tenha
negado qualquer afinidade com Peter Dutton
(o candidato conservador australiano, derrotado na eleição do passado
fim-de- semana) e se
tenha declarado amigo do vencedor (o trabalhista Anthony Albanese), o facto é que Dutton se reclamou
pró-trumpiano – o
que, com a polémica à volta das tarifas, se pode ter transformado num activo
tóxico.
Também foi de mau gosto a imagem de
Trump vestido de papa, numa inqualificável, gratuita e ofensiva mistura de
Inteligência Artificial e Estupidez Natural. Entretanto, o presidente americano
já reagiu, e com contenção entusiasmada, à eleição do seu compatriota Robert Francis
Prevost como Papa Leão XIV. A
escolha do nome é auspiciosa – Leão
XIII foi o grande papa social do final do século XIX que, com a encíclica Rerum Novarum traçou uma “terceira
via” entre o socialismo marxista e o capitalismo liberal, na linha de vários pensadores e movimentos católicos de leigos, como
os Cercles Catholiques d’Ouvriers. A Rerum Novarum de 1891 marcou a
doutrina social da Igreja, de que o mundo de hoje bem precisa.
As tarifas
Trump parece dar razão aos seus
críticos na aplicação das famosas tarifas. O
uso de tarifas, de barreiras e taxas alfandegárias, como instrumento de
política económico-financeira para alcançar determinados objectivos, como a
redução do déficit externo ou a reindustrialização de certas actividades, é justificável
e defensável, mas a sua determinação e aplicação não pode ser genérica,
indiscriminada, como se houvesse uma conta de deve e haver entre a América e o
resto do mundo ou como se “o resto do mundo” fosse todo um bloco.
O homem por detrás deste modelo
tarifário e o principal conselheiro do Presidente na matéria é Peter Navarro, a quem Elon Musk se
apressou a chamar “moron” (imbecil). É
certo que Navarro tratara o dono da Tesla por “car assembler”, mas isso não
explicará tudo. Scott Bessent, Secretário
de Estado do Tesouro e financeiro de grande experiência e prestígio, apareceu
depois do anúncio da suspensão por 90 dias das tarifas a justificar Trump.
Bessent foi à Florida e voltou com
Trump a Washington antes do anúncio da suspensão, actuando como uma espécie de mediador entre as posições radicais de
Musk e Navarro. No seu
encontro com os jornalistas, procurou dar como razão do vaivém tarifário a
táctica negocial do Presidente, mas não restam dúvidas de que a reacção dos
mercados foi decisiva para o recuo estratégico. De qualquer forma, como agora se viu com
o acordo comercial com o Reino Unido, o método Trump parece funcionar.
Os amigos
Um outro ponto interessante é a
selecção dos contactos europeus do presidente americano, não em função da
importância do país, mas da sua maior ou menor proximidade ideológica. O POLITICO apresentou
recentemente a lista dos “amigos”
europeus de Trump.
À cabeça vem, sem surpresa, Giorgia
Meloni. Meloni teve vários encontros privados com Trump em
Paris, na reabertura de Notre-Dame, em Mar-a-Lago, na Florida, na Inauguração
e, mais recentemente, no auge da guerra comercial, e tem sido uma boa mediadora euro-atlântica entre o trio americano
Trump-Vance-Musk e a “Senhora Dona Europa”, Ursula von der Leyen.
Viktor Orbán vem a
seguir. Apesar das posições
independentes de Orbán em relação à Rússia e dos investimentos chineses na
Hungria, as afinidades ideológicas têm mantido a ligação e a troca de elogios.
Os polacos – como o
candidato presidencial nacional-conservador Karol Nawrocky, que Trump, que nunca recebeu o primeiro-ministro
Tusk, recebeu agora na Casa Branca
– estão também na lista. Como está, e há muito, o nacionalista inglês Nigel
Farage, líder do
Reform Party. De França, curiosamente, não é Marine Le Pen a eleita,
mas Eric Zémour, convidado em 20 de Janeiro para a posse.
A bipolarização
A grande bipolarização na Euro-América é hoje,
claramente, a divisão
entre nacionalistas e globalistas ou, generalizando e simplificando, entre os
defensores de um mundo de nações independentes, guiando-se pelos seus
interesses nacionais, e os defensores de um mundo-humanidade, um imenso mercado governado por uma
oligarquia tipo Davos. Foi em nome desse imenso mercado que
se levou por diante, sobretudo nas três décadas pós-Guerra Fria, as políticas
que conduziram à desindustrialização e à aceleração da queda demográfica na
Europa. E se tais políticas podem ter
beneficiado – e beneficiaram – parte das populações das periferias, sobretudo
as asiáticas, fizeram-no à custa das classes trabalhadoras e das classes médias
do Ocidente.
Contra os globalistas têm surgido nos últimos anos grandes
movimentos populares na Europa e nos Estados Unidos, movimentos que, apesar de
combatidos e difamados pelo “sistema” e pelas suas poderosas máquinas de
propaganda, têm registado sucessos. O último e mais retumbante destes
sucessos foi a vitória de Trump; a seguir vieram as subidas
da AFD alemã nas eleições de Fevereiro e agora a ascensão do Reform
Party no Reino Unido e a vitória de Simion na primeira volta da eleição romena.
O “sistema” (gostava de usar um termo menos
conspiratório, mas é difícil encontrar outro) tem recorrido a
vários instrumentos para parar esta ofensiva. O
primeiro é a propaganda, mesmo aquela que aparece como respeitável “opinião de referência”;
e quando a Comunicação Social, o quarto poder, não
funciona, recorre-se à Justiça,
o terceiro poder, e mesmo aos poderes do “Estado
Profundo”, na desesperada corrida para salvar “a democracia” dos ímpetos
antidemocráticos do povo.
Assim, em Novembro, o Tribunal Constitucional romeno anulou a
eleição de Calin Georgescu, argumentando
uma misteriosa interferência russa a favor do candidato ultra-direitista. Os russos teriam alegadamente manipulado
os eleitores romenos no momento do voto, através de um algoritmo saído do
arsenal do novo KGB, o SVR, sucessor do mesmo KGB que nos 80 do século passado
teria recrutado Donald Trump para “a causa russa”.
A vítima seguinte do terceiro poder
foi Marine Le Pen, provável vencedora das eleições
presidenciais francesas de 2027, condenada
por “desvio de fundos europeus”. Fez
o que fizeram e fazem outros partidos, em Bruxelas e na Europa, pondo os
funcionários do Rassemblement National, pagos pelo Parlamento Europeu, a
trabalharem para o partido.
Vamos
ver se desta vez deixam acontecer a segunda volta da eleição presidencial da
Roménia, a 18 de Maio, dia da primeira volta da eleição presidencial polaca.
Surpresa no Bundestag
Para fechar, a eleição do governo alemão. Friedrich
Merz, o novo líder da CDU-CSU, partido vencedor das eleições
de Fevereiro, negociou com o partido do centro-esquerda, o SPD, uma coligação;
mas ao apresentar-se ao Bundestag, na Terça-feira, 6 de Maio ficou a seis votos
de ser aprovado como novo Chanceler.
A votação do Chanceler é por voto
secreto e, ao que parece, alguns
deputados da CDU-CSU ou do SPD não votaram em Merz. Perante o alarme e
o prenúncio de nova eleição, marcou-se
uma segunda votação; só então, se não houvesse então maioria, poderia haver
nova eleição. Perante a necessidade de negociar com os
sociais-democratas, Merz, um homem da grande finança que foi administrador do
Black Rock e é tido como da ala direita da CDU-CSU, cedeu ao SPD em matérias-chave de imigração, clima e elasticidade da
despesa, o que desagradou a muitos dos seus
eleitores e, pelos vistos, também a alguns deputados do seu partido. As sondagens dão agora à AFD (o
partido da direita radical que em Fevereiro, com 21% dos votos, elegeu 152
deputados) 26% do voto popular, o que a tornaria o primeiro partido na Alemanha.
Perante o risco para a coligação (e,
logo, “para a democracia”) de a AFD (que, entretanto, parte da classe
política, dos media e do Deep State quer proibir) ficar em
primeiro lugar numa nova eleição, procedeu-se à segunda votação de
recurso em Berlim; e Merz lá acabou
por passar e com mais nove do que os necessários para a maioria.
O site POLITICO, insuspeito de simpatias
de direita radical ou populista, concluía depois da segunda votação de 6 de
Maio que o facto de Merz “começar
assim o seu cargo de Chanceler” era “um indesmentível sinal da fraqueza”.
O inédito ultrapassar de todos os obstáculos para conseguir a pouco
ortodoxa segunda tentativa de eleição só foi possível por um acordo dos dois
partidos da coligação – CDU-CSU e SPD – com os Verdes e com a Esquerda
ex-comunista.
Assim vai a Democracia …
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DEMOCRACIA
SOCIEDADE
ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA AMÉRICA CANADÁ
ALEMANHA
EUROPA
COMENTÁRIOS (de 23)
José B Dias: Assim vai a Democracia … Mas parece que poucos o
querem ver e quase nenhuns admitir! Insistem que os problemas são mesmo os
russos ...
Miguel Macedo: Muito bem! Como sempre!
Maria Madeira: Excelente análise.
João Santos: Excelente reflexão
Tim do A: Isto é um aparte. Que pena vê-lo sair, e também a Jorge Marrão, do
programa online Think Tank! Deixei de assistir ao programa... Fantástico seria criar
um novo programa semanal com Jorge Marrão, nos mesmos moldes. Teria muito
interesse e boa audiência com certeza. E até sugiro juntarem ao programa João
José Brandão Ferreira. Seria um programa fabuloso. Mesmo!
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