Por cá, no quartel… preparado há muito
pelos que usaram lorpamente novidades ideológicas desprezadoras de conceitos clássicos
que se supunha inextinguíveis, para orientarem o mundo segundo os maquiavelismos
snobes de quem foi permitindo os novos conceitos - por ódio, ironia, pequenez, receio
ou para proveito próprio… Restam-nos ainda figuras exemplares, como a do autor
do texto que segue, para a esperança numa “Restauração” talvez irrisória, num
mundo que parece cada vez mais caótico, mau grado a esperança sempre pertinaz…
O APAGÂO
Parece ter-se já perdido, de forma
generalizada, aqueles mínimos de pudor, ou até de hipocrisia, que eram, segundo
Santo Agostinho, “a última homenagem que o vício prestava à virtude”.
JAIME NOGUEIRA PINTO Colunista do Observador
OBSERVADOR, 03 mai. 2025, 00:1867
O apagão de 28 de Abril (que começou por ser um ciberataque à Europa
de Van der Leyen e Macron perpetrado pela dupla Trump-Putin, ou só pelos
“russos” ou, quem sabe, pelos “chineses”, a justificar
todos os kits de sobrevivência recomendados, e que acabou, por enquanto, por ter como explicação
oficial uma enigmática convergência de altas tensões) foi uma demonstração do grau de
dependência, impreparação para a contingência e marginalidade do nosso país. Uma dependência e marginalidade justificadas pela
política do melhor preço e ajudadas pelas políticas de “urgência climática” que
nos levaram a fechar ou a congelar centrais eléctricas.
Três dias antes tínhamos tido a celebração do que também já vai sendo
para muitos um insistente apagão: a omissão de certas verdades, números e realidades em
mais um aniversário do 25 de Abril, o 51º. Neste,
porém, houve um acontecimento inédito – o reconhecimento e aplauso
entusiástico de grande parte da classe jornalística e comentatorial à actuação
da Polícia.
Já não era sem tempo. Mudam-se os termos, mudam-se as verdades. Não longe daquela rua do Bem-Formoso
onde, há semanas, os polícias da PSP obrigavam uma série de pacíficos
imigrantes a voltarem-se contra a parede em nome de um falacioso controle à
criminalidade e à irregularidade, numa evocação de cenas terminais do
gueto de Varsóvia, os mesmos
polícias desancavam à cacetada umas dezenas de perigosos neonazis. E, desta
vez, muito bem, porque, desta vez, era em nome da ordem democrática e contra a
extrema-direita que o faziam. Contra
a extrema-direita, não, contra a extremíssima direita, porque de
extrema-direita já era o Chega, como já foram e como também o vão sendo, à
medida das conveniências, o CDS ou o PSD de Passos Coelho. Mas
parece que estes, os que deram para o torto,
estavam mesmo ainda mais à direita do que essa extrema-direita toda.
Por isso os jornalistas e comentadores aplaudiram a Polícia. A
manifestação estava proibida, a direita à direita da direita mais extrema
insistiu em fazê-la, provocando os democratas que celebravam Abril e os
contra-manifestantes Antifas, que antevendo a insistência dos extremistas e a
alta tensão que geraria ali tinham acorrido para assumir moderadamente a
vanguarda da defesa da democracia… ao que a Polícia interveio, de capacete e
couraça, para os poupar ao trabalho.
Enfim,
é urgente defender a democracia,
ameaçada pelo voto popular em seres próximos destes trauliteiros; e
fazê-lo antes que seja preciso recorrer ao sistema da Roménia, onde, para parar o Georgescu teve o Tribunal
Constitucional de anular a eleição. O que, sendo justo e necessário, não deixa
de ser embaraçoso.
É que, agora que se cumpriram oitenta
anos sobre a morte de Hitler e da derrota do nazismo, parece que há reencarnações. Na opinião subtil de um prelado
português, Hitler terá mesmo escolhido os Estados Unidos para
reencarnar… e não é que os americanos foram
escolher para presidente em 5 de Novembro passado a reencarnação de Adolfo?
Os estragos eram inevitáveis. Só não destruiu a ordem liberal internacional porque
a mesma já estava em agonia antes da sua reeleição. E os americanos, não contentes com o lapso da
eleição, parece que continuam a apoiá-lo, mesmo depois de 100 dias de altas
tensões e desatinos.
De qualquer forma, estava-se tão bem
na Europa, na América, no Médio Oriente, no mundo… e agora isto, obra de um só
homem, obra exclusivamente da Direita, que é sempre extrema. Antes que
este desvio e desvario popular chegue a outros povos na Europa, convém prevenir,
exactamente para não ter de remediar. É que à certeza da interferência
russa, junta-se agora a certeza da prepotente
interferência (ou da cruel indiferença) americana.
Quem nos informa sabe do que fala e diz
que assim é. E não há que duvidar da cultura e da perspicácia de alguns dos
que nos informam: houve até uma
jornalista que, lendo os escritos do Papa Francisco, louvou o seu humor ao
comparar a dificuldade
de “um rico entrar no reino dos Céus, com a de um camelo passar pelo buraco de
uma agulha.”
Pobres
ricos, pobres camelos, pobres pobres, pobres de nós, os informados e formados
por quem passa pelos buracos, pelos vistos bem largos, das agulhas da instrução
e da cultura geral.
Às vezes parece não ser possível conter, refrear, por um lado a máquina
da propaganda (que há
cinquenta e um anos nos assegura a bondade e excelência do regime e nos garante
a perenidade dos seus princípios e da sua classe política), por outro, a ignorância
de alguns dos porta-vozes desta nomenclatura partidária tecnoburocrática e dos
seus instrumentos mediáticos (que os torna
orgulhosamente convictos das fantasias que repetem).
De
resto, já nem vai sendo preciso que nos assegurem e se assegurem da bondade e
da integridade de alguns políticos, porque parece ter-se já perdido, de
forma generalizada, aqueles mínimos de pudor, ou até de hipocrisia, que eram,
segundo Santo Agostinho, “a última homenagem que o vício prestava à virtude”.
Isto
vê-se, por exemplo, na ousadia de alguns dirigentes que já se permitem
declarar, em voz alta e pública, que a direita deve ter cuidado com o modo como
quer restringir os direitos dos imigrantes porque estes, “em cinco anos vão ter
a nacionalidade e o direito de voto, e os seus filhos já nascem portugueses”.
Já não há, assim, grande lugar para dúvidas quanto à “substituição
populacional” que a própria Esquerda vem admitir como objectivo… mais
eleitoralista do que humanista.
É
ver a reportagem da Now sobre os arrendamentos em Lisboa de
lojas de conveniência, capa para lavagem de dinheiro e para outros negócios,
como o tráfico humano, de que os imigrantes que por cá passam são as principais
vítimas, tudo com a conivência interessada, a vista grossa ou negligência
danosa do Estado português, sob uma retórica de bons sentimentos.
Combater este dolo muito real – a
cumplicidade no tráfico e no crime a par da perda de identidade nacional, a
nossa e a de outros Estados europeus, com os picos de alta tensão que prometem – e criar planos de contingência
deviam ser das grandes preocupações políticas do presente. Porque uma
coisa é certa: apagar, obscurecer ou distorcer a realidade para
glorificação do regime não é, nunca foi nem nunca será um bom caminho para a
enfrentar.
O apagão, em plena
pós-comemoração cinquentenária, devia-nos fazer pensar nisso.
A Sexta Coluna História Cultura
COMENTÁRIOS (de 67)
António Costa
e Silva: Na Eslováquia tentam
assassinar o primeiro-ministro que se afastou da "política oficial
europeia". Nos EUA, Trump salva-se por uma orelha. Na Roménia o tribunal
anula as eleições porque venceu o candidato da direita. Em França o tribunal
impede Marine Le Pen, prometida vencedora, de concorrer à presidência. Na
Alemanha a AFD é colocada sob vigilância dos serviços de informação, como
primeiro passo para a ilegalização. A conjugação de interesses dos liberais
e da restante esquerda trouxe mais de 1.600.000 estrangeiros para Portugal.
Como estes democratas são muito humanos e o reagrupamento familiar é mais um
direito, falta mandarem vir as famílias, pelo que devem, pelo menos, duplicar.
As consequências no mercado e nas condições do trabalho, na habitação, nas
escolas, nos hospitais, na ordem pública e na segurança, na justiça e nos
outros serviços públicos serão pesadas para os portugueses. Mas não para todos:
o primeiro-ministro continua a angariar "novos portugueses", como
lhes chamou. Há muito tempo que sabemos que em política, o que parece, é. madalena colaço:
Meloni, que na sua campanha
eleitoral teve a coragem de se apresentar como mulher, católica e mãe, foi logo
catalogada pela esquerda como da extrema-direita fascista. Ursula von der Leyen
também não resistiu a ameaçá-la - mas não chegou ao ponto do que fizeram à
Roménia. Meloni ganhou e tem dado estabilidade política, a um país cujos
governos se sucediam. As suas reformas, permitiram reduzir o défice de 7,2% em
2023 para 3,4%em 2024, ou seja uma redução de 161,3 mil milhões de euros para
76,2 mil milhões, uma baixa de 85,1 mil milhões, ao mesmo tempo que reduziu os
impostos, quer nas famílias como nas empresas. Em termos de exportações a
Itália ficou-se no 4 maior exportador, e foi dos países na Europa que mais
cresceu. As reformas que a esquerda acusa a direita de trazerem mais
miséria, estão a abalar esse discurso da esquerda que se apoia sempre numa
política de subvenções para ter o seu eleitorado na mão. Milei, na Argentina, acusado do pior fascismo de
sempre, as suas reformas, de afastar os parasitas que viviam do estado,
permitiram uma melhoria de vida ao povo argentino. Itália e Argentina
deveriam estar nas primeiras páginas dos jornais e televisões, comprovando que
as reformas da direita não trazem miséria e pobreza. Mas não, mal se
fala das reformas de Milei e Meloni, que permitiram melhorar substancialmente a
vida de todos. A esquerda está mesmo incomodada com o resultado destas
reformas, mas consegue que a CS não fale, até mesmo aqui no OBSERVADOR
parece que o assunto não merece relevância. Rui Lima: Faz bem em lembrar» “em cinco anos vão ter a nacionalidade e o direito
de voto, e os seus filhos já nascem portugueses”. Há muito que é um cálculo da esquerda na Europa importar votantes, a direita boa teve o
papel de « idiota útil» , quem grita contra este esquema é vítima de
campanhas negras , mas caso esses partidos ou candidatos tenham sucesso , em
nome da defesa da democracia o sistema acaba com a democracia e a liberdade ,
vários partidos e candidatos enfrentam o banimento. Há cidades na Europa onde no voto local os que
chegaram mandam e não é bonito de ver. Obs. Poucos perceberam
a eleição de Trump, está em jogo a sobrevivência de um povo, o povo que fez os
USA está em vias de ser minoritário. Vítor Araújo: Haja alguém esclarecido a escrever a verdade, para que todos a leiam.
João Floriano: Vamos desejar que o dia 18 de maio resulte num grande
apagão da extrema-esquerda. Não queremos ser estranhos na nossa própria terra. Carlos Chaves “Pobres ricos, pobres camelos, pobres
pobres, pobres de nós, os informados e formados por quem passa pelos buracos,
pelos vistos bem largos, das agulhas da instrução e da cultura geral.” Simplesmente genial, obrigado Jaime Nogueira
Pinto! Após o quinquagésimo primeiro
aniversário do golpe de Estado de 25 de Abril, o estado calamitoso a que chegou
o nosso sistema de educação/instrução, diligentemente formatado pelo regime,
justifica tudo o que acabou aqui de escrever!
afonso moreira: Obrigado, pois poucos são os que não se deixam
apagar pela ideologia reinante desde há décadas. Até o Chatgpt está
infestado pelo apagão da verdade histórica! Como já verifiquei, com várias
questões, as primeiras respostas são-nos dadas sempre com a tal visão
ideológica, e, só com insistência e até "advertência" que fazem sobre
o "apagão", lá nos fornecem dados históricos sobre diversas questões.
Afinal, só com insistência, podemos então verificar que Portugal tem mais de
50 anos! (Muita da classe jornalística tem feito muito mal a este país). Paulo Cardoso: Seja bem regressado JNP, que
nos últimos artigos tem andado arredado da exposição destas pertinentes
verdades. Que nunca se canse de o fazer. Coxinho: JNP nunca desiludiu os seus leitores. E por vezes excede as próprias
expectativas, como foi o caso de hoje. De salientar o notável domínio da língua portuguesa,
virtude cada dia mais rara na literatura jornalística e pseudo-jornalística dos
nossos dias. José B
Dias: Pobres ricos, pobres camelos, pobres pobres, pobres de nós, os informados e
formados por quem passa pelos buracos, pelos vistos bem largos, das agulhas da
instrução e da cultura geral. Exactamente ... Paulo
Cardoso > madalena
colaço: A CS e a academia estão, ainda, pejados de ideologia canhota. Não
podemos demitir -nos de educar os nossos filhos. São estes que, ao questionar a
doutrina dos professores, conseguirão inverter o panorama. A questão que se
coloca, é se ainda será possível. Não sei, mas não desisto. Ricardo
Ribeiro: Brutal, caro Jaime Nogueira Pinto! Nem mais! Por isso e por mais alguma
coisa, cá em casa extrema direita (não extremíssima) para combater esses falsos
democratas! Tim do A: Mais um brilhante artigo do
autor, pleno de ironia e de espírito esclarecido. Só lhe acrescento, hoje, para
além do que sucedeu na Roménia, o que está a suceder na Alemanha desta Europa
dita democrática, mas cada vez mais caminhando para uma ditadura das elites
liberais globalistas que pretendem destruir as nações substituindo a população
europeia por gente do terceiro mundo a fim de implementar um obscuro governo
mundial totalitário, mas para o "bem" de todos, ao estilo do livro de
George Orwell. José B Dias > António
Costa e Silva: Subscrevo! João Bilé Serra: Talvez o melhor artigo de JNP, numa conjugação do seu
proverbial humor fino e incisivo com verdades que desmascaram o Rei que só não
vai nu porque leva uma bandeira do LBQT+COISO (como diz o Alberto Gonçalves) e
uns sapatos de salto alto dourados. Paulo Cardoso > afonso
moreira: Sou mais um desses, que questiona o chatgpt, o corrige e, assim, chega à
resposta certa. Assim o faço com a minha filha e assim o faço com frequência, no
dia a dia, com as pessoas com quem interajo. Só assim, - como bem disse, com
insistência - conseguiremos reverter esta praga, nascida nos EUA na década
de 60 e instalada em Portugal em meados da década de 70. Sou um “produto”
do 25 de abril, que se deu tinha eu 2 anos. Cresci com a mentira sempre ao meu
lado. Valeu-me, juntamente com a educação familiar, a minha personalidade
curiosa e inconformada, que sempre tentou compreender o porquê das coisas.
Nesta senda, sempre fiz por ouvir várias fontes, se possível antagonistas entre
si. A minha posição sobre abril é, penso eu, suficientemente esclarecida.
Quantos mais formos a não termos medo de falar, mais aceleraremos a mudança que
parece pode acontecer. Não desistamos. madalena colaço > Paulo
Cardoso: A CS e a Academia tudo fazem para manterem o apagão. Concordo completamente
com o que escreve, que inverter o panorama é difícil, mas é denunciando com
factos e números , que tenho esperança de inverter este panorama de apagão
absoluto.
João Floriano > Paulo
Cardoso: Eu vou continuar a votar CHEGA. De resto penso precisamente como o Paulo
sobre o que representam os três partidos (CHEGA, IL e PSD, mas não o de
Montenegro). Montenegro está muito mais aberto aos argumentos da esquerda do
que à direita. O que agora o afasta de PNS não são as grandes questões políticas
porque como disse no debate com o lider socialista, o PSD cedeu e muito ao PS
para ter aprovação do OE 25. O que o antagoniza é a Spinumviva, um assunto do
foro pessoal de Montenegro transformado em incómodo político. Manuel Magalhaes: A esquerda e a sua comunicação
social, que é a maioria, para não dizer a totalidade, a única coisa com que se
preocupa é arranjar problemas e dificuldades através de distorções e falsidades
e por essa via impedir uma sã democracia que por natureza e ideologia odeiam,
estamos a viver exactamente no meio disso tudo!!! Maria Correia: Muito bom! Obrigada. Isabel Amorim: Como tem razão.... Gostava de perceber a complexa
lógica desta esquerda mafiosa. Condenaram-nos como colonizadores (os mauzões
que se apoderaram de território) mas estão de braços abertos agora com esta
vaga de colonizadores que aterram na Europa, arrendam lojas e casas caríssimas
(como?) Não tem lógica sequer. É bom que se avise esta gente que daqui a umas
décadas vão ser os maus da fita e tudo o que conquistarem no nosso território
vão ter que ceder e devolver com indemnizações, é bom que comecem a poupar.
Será que as Mortáguas, PNS e o amigo Montenegro sonham em ter nas suas
"mansões luxuosas" criadagem multicultural para lhes dar tecto
condigno, jardineiros etc. Percebo que seja cómodo e que fiquem entusiasmados
com a pespectiva, e ainda para mais não percebendo a lingua estarão mesmo à
vontade para combinarem os próximos golpes sem serem percebidos . É que estes
novos milionários "politicos" gostam mesmo do luxo que vêem nos
filmes ou relembram as histórias os avós contarem quando também foram criados.
O sonho era serem como os patrões. Só que neste salto de tempo os patrões são
ignorantes e boçais que dói e a carroça é puxada pelos servos contribuintes. Paulo Cardoso > João
Floriano: Ele está mais ou menos lançado. Pena LM, o habilidoso II, tolhido de medo
do avanço eleitoral do Chega, ter caído na esparrela das linhas vermelhas e
decretado o “não é não”. Verdade seja dita que AV, com a prestação recente, não
tem ajudado muito. Penso de que, esta estratégia de barafustar a torto e a
direito, com ou sem pertinência, já atraiu todo o eleitor que tinha a atrair.
Insistir nela, começará a afastar o eleitorado mais esclarecido que, consciente
das fragilidades do Chega, nele votou na esperança de um amadurecimento. Eu,
que empresto o meu voto ao Chega há já algumas eleições, cada vez mais vou
ponderando o meu voto e o regresso ao voto nulo. Ainda assim, consciente que
uma das funções que eu acreditava que o Chega teria foi cumprida (ajudar a
alargar o espectro político português mais para a direita; se dúvidas houvesse,
basta ouvir as declarações recentes de PNS, sobre as políticas de imigração
praticadas pelo governo PS), no dia 18 de maio voltarei a emprestar-lhe o meu
voto. Sempre na expectativa de uma coligação PSD(ois) + Chega + IL (os valores
do Chega, a economia da IL, o equilíbrio do PPD, na esperança da ausência do
PSD(ois)). Paulo
Cardoso > S
N: Respeitando a
sua pertinente opinião, pode p.f. ser mais preciso(a) e concretizar a
propaganda referida?
Luís Rodrigues: “…cultura e …
perspicácia de alguns dos que nos informam: houve até uma jornalista que, lendo
os escritos do Papa Francisco, louvou o seu humor ao comparar a dificuldade de
“um rico entrar no reino dos Céus, com a de um camelo passar pelo buraco de uma
agulha.” Perdoai-lhes (a jornalistas desses), porque não sabem o que escrevem. Fernando ce: Brilhante análise. Paulo Cardoso > m s:
Temo que sim, mas vou fazendo a minha
modesta parte para adiar ou reverter. afonso moreira > Paulo
Cardoso: Sim, não
desistamos. Toda a dinâmica escolar, desde os manuais até à formação dos
professores e actividades extracurriculares que desenvolvem, especialmente os
de História, vão no sentido de propagar de uma forma simplista as
"verdades" de abril. Quando alguém ousa questioná-las já sabemos... m s: Têm razão para estar orgulhosos os defensores da
globalização bem como a agenda da ONU/2030, o papa Francisco entre outros. O
mundo que conhecemos está a ficar e ficará cada vez mais irreconhecível. Todos
iguais fazendo perigar a biodiversidade. Com a miscigenação em curso os
estados nação serão apenas regiões administrativas. Tudo será feito para
que o controle ideológico possa instalar-se em definitivo pondo assim a salvo o
controle económico que é o seu princípio e o seu fim. Trump e alguns outros são
apenas contrariedades que adiam o processo mas não o anulam. Paulo
Cardoso > Glorioso
SLB: Este homem, JNP,
seria uma mais valia tremenda, cultural e ideologicamente, em qualquer partido
de verdadeira direita ou centro-direita. Até porque, os nossos partidos
estão exauridos de personalidades dotadas de coluna vertebral, coerência,
cultura e intelecto.
António Lamas: Excelente Não tenho é a certeza que a quem é dirigida, o
perceba, tal o grau de ignorância e iliteracia dos vizados. João Filipe Reis: Brilhante
João Diogo: Excelente
crónica.
Maria Nunes da Silva: Muito bom. Concordo em absoluto. Eduardo Cunha: Boa crónica. Parabéns. Miguel Macedo:
Muito bem! Como sempre. Frederico
Teixeira de Abreu: Muito obrigado pelo excelente artigo!
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