domingo, 4 de maio de 2025

Tudo como dantes

 

Por cá, no quartel… preparado há muito pelos que usaram lorpamente novidades ideológicas desprezadoras de conceitos clássicos que se supunha inextinguíveis, para orientarem o mundo segundo os maquiavelismos snobes de quem foi permitindo os novos conceitos - por ódio, ironia, pequenez, receio ou para proveito próprio… Restam-nos ainda figuras exemplares, como a do autor do texto que segue, para a esperança numa “Restauração” talvez irrisória, num mundo que parece cada vez mais caótico, mau grado a esperança sempre pertinaz…

O APAGÂO

Parece ter-se já perdido, de forma generalizada, aqueles mínimos de pudor, ou até de hipocrisia, que eram, segundo Santo Agostinho, “a última homenagem que o vício prestava à virtude”.

JAIME NOGUEIRA PINTO Colunista do Observador

OBSERVADOR, 03 mai. 2025, 00:1867

O apagão de 28 de Abril (que começou por ser um ciberataque à Europa de Van der Leyen e Macron perpetrado pela dupla Trump-Putin, ou só pelos “russos” ou, quem sabe, pelos “chineses”, a justificar todos os kits de sobrevivência recomendados, e que acabou, por enquanto, por ter como explicação oficial uma enigmática convergência de altas tensões) foi uma demonstração do grau de dependência, impreparação para a contingência e marginalidade do nosso país. Uma dependência e marginalidade justificadas pela política do melhor preço e ajudadas pelas políticas de “urgência climática” que nos levaram a fechar ou a congelar centrais eléctricas.

Três dias antes tínhamos tido a celebração do que também já vai sendo para muitos um insistente apagão: a omissão de certas verdades, números e realidades em mais um aniversário do 25 de Abril, o 51º. Neste, porém, houve um acontecimento inédito – o reconhecimento e aplauso entusiástico de grande parte da classe jornalística e comentatorial à actuação da Polícia.

Já não era sem tempo. Mudam-se os termos, mudam-se as verdades. Não longe daquela rua do Bem-Formoso onde, há semanas, os polícias da PSP obrigavam uma série de pacíficos imigrantes a voltarem-se contra a parede em nome de um falacioso controle à criminalidade e à irregularidade, numa evocação de cenas terminais do gueto de Varsóvia, os mesmos polícias desancavam à cacetada umas dezenas de perigosos neonazis. E, desta vez, muito bem, porque, desta vez, era em nome da ordem democrática e contra a extrema-direita que o faziam. Contra a extrema-direita, não, contra a extremíssima direita, porque de extrema-direita já era o Chega, como já foram e como também o vão sendo, à medida das conveniências, o CDS ou o PSD de Passos Coelho. Mas parece que estes, os que deram para o torto, estavam mesmo ainda mais à direita do que essa extrema-direita toda.

Por isso os jornalistas e comentadores aplaudiram a Polícia. A manifestação estava proibida, a direita à direita da direita mais extrema insistiu em fazê-la, provocando os democratas que celebravam Abril e os contra-manifestantes Antifas, que antevendo a insistência dos extremistas e a alta tensão que geraria ali tinham acorrido para assumir moderadamente a vanguarda da defesa da democracia… ao que a Polícia interveio, de capacete e couraça, para os poupar ao trabalho.

Enfim, é urgente defender a democracia, ameaçada pelo voto popular em seres próximos destes trauliteiros; e fazê-lo antes que seja preciso recorrer ao sistema da Roménia, onde, para parar o Georgescu teve o Tribunal Constitucional de anular a eleição. O que, sendo justo e necessário, não deixa de ser embaraçoso.

É que, agora que se cumpriram oitenta anos sobre a morte de Hitler e da derrota do nazismo, parece que há reencarnações. Na opinião subtil de um prelado português, Hitler terá mesmo escolhido os Estados Unidos para reencarnar… e não é que os americanos foram escolher para presidente em 5 de Novembro passado a reencarnação de Adolfo?

Os estragos eram inevitáveis. Só não destruiu a ordem liberal internacional porque a mesma já estava em agonia antes da sua reeleição. E os americanos, não contentes com o lapso da eleição, parece que continuam a apoiá-lo, mesmo depois de 100 dias de altas tensões e desatinos.

De qualquer forma, estava-se tão bem na Europa, na América, no Médio Oriente, no mundo… e agora isto, obra de um só homem, obra exclusivamente da Direita, que é sempre extrema. Antes que este desvio e desvario popular chegue a outros povos na Europa, convém prevenir, exactamente para não ter de remediar. É que à certeza da interferência russa, junta-se agora a certeza da prepotente interferência (ou da cruel indiferença) americana.

Quem nos informa sabe do que fala e diz que assim é. E não há que duvidar da cultura e da perspicácia de alguns dos que nos informam: houve até uma jornalista que, lendo os escritos do Papa Francisco, louvou o seu humor ao comparar a dificuldade de “um rico entrar no reino dos Céus, com a de um camelo passar pelo buraco de uma agulha.”

Pobres ricos, pobres camelos, pobres pobres, pobres de nós, os informados e formados por quem passa pelos buracos, pelos vistos bem largos, das agulhas da instrução e da cultura geral.

Às vezes parece não ser possível conter, refrear, por um lado a máquina da propaganda (que há cinquenta e um anos nos assegura a bondade e excelência do regime e nos garante a perenidade dos seus princípios e da sua classe política), por outro, a ignorância de alguns dos porta-vozes desta nomenclatura partidária tecnoburocrática e dos seus instrumentos mediáticos (que os torna orgulhosamente convictos das fantasias que repetem).

De resto, já nem vai sendo preciso que nos assegurem e se assegurem da bondade e da integridade de alguns políticos, porque parece ter-se já perdido, de forma generalizada, aqueles mínimos de pudor, ou até de hipocrisia, que eram, segundo Santo Agostinho, “a última homenagem que o vício prestava à virtude”.

Isto vê-se, por exemplo, na ousadia de alguns dirigentes que já se permitem declarar, em voz alta e pública, que a direita deve ter cuidado com o modo como quer restringir os direitos dos imigrantes porque estes, “em cinco anos vão ter a nacionalidade e o direito de voto, e os seus filhos já nascem portugueses”. Já não há, assim, grande lugar para dúvidas quanto à “substituição populacional” que a própria Esquerda vem admitir como objectivo… mais eleitoralista do que humanista.

É ver a reportagem da Now sobre os arrendamentos em Lisboa de lojas de conveniência, capa para lavagem de dinheiro e para outros negócios, como o tráfico humano, de que os imigrantes que por cá passam são as principais vítimas, tudo com a conivência interessada, a vista grossa ou negligência danosa do Estado português, sob uma retórica de bons sentimentos.

Combater este dolo muito reala cumplicidade no tráfico e no crime a par da perda de identidade nacional, a nossa e a de outros Estados europeus, com os picos de alta tensão que prometem – e criar planos de contingência deviam ser das grandes preocupações políticas do presente. Porque uma coisa é certa: apagar, obscurecer ou distorcer a realidade para glorificação do regime não é, nunca foi nem nunca será um bom caminho para a enfrentar.

O apagão, em plena pós-comemoração cinquentenária, devia-nos fazer pensar nisso.

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COMENTÁRIOS (de 67)

António Costa e Silva: Na Eslováquia tentam assassinar o primeiro-ministro que se afastou da "política oficial europeia". Nos EUA, Trump salva-se por uma orelha. Na Roménia o tribunal anula as eleições porque venceu o candidato da direita. Em França o tribunal impede Marine Le Pen, prometida vencedora, de concorrer à presidência. Na Alemanha a AFD é colocada sob vigilância dos serviços de informação, como primeiro passo para a ilegalização. A conjugação de interesses dos liberais e da restante esquerda trouxe mais de 1.600.000 estrangeiros para Portugal. Como estes democratas são muito humanos e o reagrupamento familiar é mais um direito, falta mandarem vir as famílias, pelo que devem, pelo menos, duplicar. As consequências no mercado e nas condições do trabalho, na habitação, nas escolas, nos hospitais, na ordem pública e na segurança, na justiça e nos outros serviços públicos serão pesadas para os portugueses. Mas não para todos: o primeiro-ministro continua a angariar "novos portugueses", como lhes chamou. Há muito tempo que sabemos que em política, o que parece, é.                          madalena colaço: Meloni, que na sua campanha eleitoral teve a coragem de se apresentar como mulher, católica e mãe, foi logo catalogada pela esquerda como da extrema-direita fascista. Ursula von der Leyen também não resistiu a ameaçá-la - mas não chegou ao ponto do que fizeram à Roménia. Meloni ganhou e tem dado estabilidade política, a um país cujos governos se sucediam. As suas reformas, permitiram reduzir o défice de 7,2% em 2023 para 3,4%em 2024, ou seja uma redução de 161,3 mil milhões de euros para 76,2 mil milhões, uma baixa de 85,1 mil milhões, ao mesmo tempo que reduziu os impostos, quer nas famílias como nas empresas. Em termos de exportações a Itália ficou-se no 4 maior exportador, e foi dos países na Europa que mais cresceu. As reformas que a esquerda acusa a direita de trazerem mais miséria, estão a abalar esse discurso da esquerda que se apoia sempre numa política de subvenções para ter o seu eleitorado na mão. Milei, na Argentina, acusado do pior fascismo de sempre, as suas reformas, de afastar os parasitas que viviam do estado, permitiram uma melhoria de vida ao povo argentino. Itália e Argentina deveriam estar nas primeiras páginas dos jornais e televisões, comprovando que as reformas da direita não trazem miséria e pobreza. Mas não, mal se fala das reformas de Milei e Meloni, que permitiram melhorar substancialmente a vida de todos. A esquerda está mesmo incomodada com o resultado destas reformas, mas consegue que a CS não fale, até mesmo aqui no OBSERVADOR parece que o assunto não merece relevância.               Rui Lima: Faz bem em lembrar» “em cinco anos vão ter a nacionalidade e o direito de voto, e os seus filhos já nascem portugueses”. Há muito que é um cálculo da esquerda na Europa  importar votantes, a direita boa teve o papel de « idiota útil» , quem grita contra este esquema é vítima de campanhas negras , mas caso esses partidos ou candidatos tenham sucesso , em nome da defesa da democracia o sistema acaba com a democracia e a liberdade , vários partidos e candidatos enfrentam o banimento. Há cidades na Europa onde no voto local os que chegaram mandam e não é bonito de ver. Obs. Poucos perceberam a eleição de Trump, está em jogo a sobrevivência de um povo, o povo que fez os USA  está em vias de ser minoritário.                 Vítor Araújo: Haja alguém esclarecido a escrever a verdade, para que todos a leiam.                  João Floriano: Vamos desejar que o dia 18 de maio resulte num grande apagão da extrema-esquerda. Não queremos ser estranhos na nossa própria terra.       Carlos Chaves  Pobres ricos, pobres camelos, pobres pobres, pobres de nós, os informados e formados por quem passa pelos buracos, pelos vistos bem largos, das agulhas da instrução e da cultura geral.” Simplesmente genial, obrigado Jaime Nogueira Pinto! Após o quinquagésimo primeiro aniversário do golpe de Estado de 25 de Abril, o estado calamitoso a que chegou o nosso sistema de educação/instrução, diligentemente formatado pelo regime, justifica tudo o que acabou aqui de escrever!                            afonso moreira: Obrigado, pois poucos são os que não se deixam apagar pela ideologia reinante desde há décadas. Até o Chatgpt está infestado pelo apagão da verdade histórica! Como já verifiquei, com várias questões, as primeiras respostas são-nos dadas sempre com a tal visão ideológica, e, só com insistência e até "advertência" que fazem sobre o "apagão", lá nos fornecem dados históricos sobre diversas questões. Afinal, só com insistência, podemos então verificar que Portugal tem mais de 50 anos! (Muita da classe jornalística tem feito muito mal a este país).           Paulo Cardoso: Seja bem regressado JNP, que nos últimos artigos tem andado arredado da exposição destas pertinentes verdades. Que nunca se canse de o fazer.              Coxinho: JNP nunca desiludiu os seus leitores. E por vezes excede as próprias expectativas, como foi o caso de hoje. De salientar o notável domínio da língua portuguesa, virtude cada dia mais rara na literatura jornalística e pseudo-jornalística dos nossos dias.                   José B Dias: Pobres ricos, pobres camelos, pobres pobres, pobres de nós, os informados e formados por quem passa pelos buracos, pelos vistos bem largos, das agulhas da instrução e da cultura geral. Exactamente ...                    Paulo Cardoso > madalena colaço: A CS e a academia estão, ainda, pejados de ideologia canhota. Não podemos demitir -nos de educar os nossos filhos. São estes que, ao questionar a doutrina dos professores, conseguirão inverter o panorama. A questão que se coloca, é se ainda será possível. Não sei, mas não desisto.                  Ricardo Ribeiro: Brutal, caro Jaime Nogueira Pinto! Nem mais! Por isso e por mais alguma coisa, cá em casa extrema direita (não extremíssima) para combater esses falsos democratas!            Tim do A: Mais um brilhante artigo do autor, pleno de ironia e de espírito esclarecido. Só lhe acrescento, hoje, para além do que sucedeu na Roménia, o que está a suceder na Alemanha desta Europa dita democrática, mas cada vez mais caminhando para uma ditadura das elites liberais globalistas que pretendem destruir as nações substituindo a população europeia por gente do terceiro mundo a fim de implementar um obscuro governo mundial totalitário, mas para o "bem" de todos, ao estilo do livro de George Orwell.                   José B Dias > António Costa e Silva: Subscrevo! João Bilé Serra: Talvez o melhor artigo de JNP, numa conjugação do seu proverbial humor fino e incisivo com verdades que desmascaram o Rei que só não vai nu porque leva uma bandeira do LBQT+COISO (como diz o Alberto Gonçalves) e uns sapatos de salto alto dourados.               Paulo Cardoso > afonso moreira: Sou mais um desses, que questiona o chatgpt, o corrige e, assim, chega à resposta certa. Assim o faço com a minha filha e assim o faço com frequência, no dia a dia, com as pessoas com quem interajo. Só assim, - como bem disse, com insistência - conseguiremos reverter esta praga, nascida nos EUA na década de 60 e instalada em Portugal em meados da década de 70. Sou um “produto” do 25 de abril, que se deu tinha eu 2 anos. Cresci com a mentira sempre ao meu lado. Valeu-me, juntamente com a educação familiar, a minha personalidade curiosa e inconformada, que sempre tentou compreender o porquê das coisas. Nesta senda, sempre fiz por ouvir várias fontes, se possível antagonistas entre si. A minha posição sobre abril é, penso eu, suficientemente esclarecida. Quantos mais formos a não termos medo de falar, mais aceleraremos a mudança que parece pode acontecer. Não desistamos.               madalena colaço > Paulo Cardoso: A CS e a Academia tudo fazem para manterem o apagão. Concordo completamente com o que escreve, que inverter o panorama é difícil, mas é denunciando com factos e números , que tenho esperança de inverter este panorama de apagão absoluto.                  João Floriano > Paulo Cardoso: Eu vou continuar a votar CHEGA. De resto penso precisamente como o Paulo sobre o que representam os três partidos (CHEGA, IL e PSD, mas não o de Montenegro). Montenegro está muito mais aberto aos argumentos da esquerda do que à direita. O que agora o afasta de PNS não são as grandes questões políticas porque como disse no debate com o lider socialista, o PSD cedeu e muito ao PS para ter aprovação do OE 25. O que o antagoniza é a Spinumviva, um assunto do foro pessoal de Montenegro transformado em incómodo político.                 Manuel Magalhaes: A esquerda e a sua comunicação social, que é a maioria, para não dizer a totalidade, a única coisa com que se preocupa é arranjar problemas e dificuldades através de distorções e falsidades e por essa via impedir uma sã democracia que por natureza e ideologia odeiam, estamos a viver exactamente no meio disso tudo!!!                Maria Correia: Muito bom! Obrigada.                    Isabel Amorim: Como tem razão.... Gostava de perceber a complexa lógica desta esquerda mafiosa. Condenaram-nos como colonizadores (os mauzões que se apoderaram de território) mas estão de braços abertos agora com esta vaga de colonizadores que aterram na Europa, arrendam lojas e casas caríssimas (como?) Não tem lógica sequer. É bom que se avise esta gente que daqui a umas décadas vão ser os maus da fita e tudo o que conquistarem no nosso território vão ter que ceder e devolver com indemnizações, é bom que comecem a poupar. Será que as Mortáguas, PNS e o amigo Montenegro sonham em ter nas suas "mansões luxuosas"  criadagem multicultural para lhes dar tecto condigno, jardineiros etc. Percebo que seja cómodo e que fiquem entusiasmados com a pespectiva, e ainda para mais não percebendo a lingua estarão mesmo à vontade para combinarem os próximos golpes sem serem percebidos . É que estes novos milionários "politicos" gostam mesmo do luxo que vêem nos filmes ou relembram as histórias os avós contarem quando também foram criados. O sonho era serem como os patrões. Só que neste salto de tempo os patrões são ignorantes e boçais que dói e a carroça é puxada pelos servos contribuintes.                  Paulo Cardoso > João Floriano: Ele está mais ou menos lançado. Pena LM, o habilidoso II, tolhido de medo do avanço eleitoral do Chega, ter caído na esparrela das linhas vermelhas e decretado o “não é não”. Verdade seja dita que AV, com a prestação recente, não tem ajudado muito. Penso de que, esta estratégia de barafustar a torto e a direito, com ou sem pertinência, já atraiu todo o eleitor que tinha a atrair. Insistir nela, começará a afastar o eleitorado mais esclarecido que, consciente das fragilidades do Chega, nele votou na esperança de um amadurecimento. Eu, que empresto o meu voto ao Chega há já algumas eleições, cada vez mais vou ponderando o meu voto e o regresso ao voto nulo. Ainda assim, consciente que uma das funções que eu acreditava que o Chega teria foi cumprida (ajudar a alargar o espectro político português mais para a direita; se dúvidas houvesse, basta ouvir as declarações recentes de PNS, sobre as políticas de imigração praticadas pelo governo PS), no dia 18 de maio voltarei a emprestar-lhe o meu voto. Sempre na expectativa de uma coligação PSD(ois) + Chega + IL (os valores do Chega, a economia da IL, o equilíbrio do PPD, na esperança da ausência do PSD(ois)).               Paulo Cardoso > S N: Respeitando a sua pertinente opinião, pode p.f. ser mais preciso(a) e concretizar a propaganda referida?                 Luís Rodrigues: “…cultura e … perspicácia de alguns dos que nos informam: houve até uma jornalista que, lendo os escritos do Papa Francisco, louvou o seu humor ao comparar a dificuldade de “um rico entrar no reino dos Céus, com a de um camelo passar pelo buraco de uma agulha.” Perdoai-lhes (a jornalistas desses), porque não sabem o que escrevem.                  Fernando ce: Brilhante análise.                 Paulo Cardoso > m s: Temo que sim, mas vou fazendo a minha modesta parte para adiar ou reverter.                 afonso moreira > Paulo Cardoso: Sim, não desistamos. Toda a dinâmica escolar, desde os manuais até à formação dos professores e actividades extracurriculares que desenvolvem, especialmente os de História, vão no sentido de propagar de uma forma simplista as "verdades" de abril. Quando alguém ousa questioná-las já sabemos...                m s: Têm razão para estar orgulhosos os defensores da globalização bem como a agenda da ONU/2030, o papa Francisco entre outros. O mundo que conhecemos está a ficar e ficará cada vez mais irreconhecível. Todos iguais fazendo perigar a biodiversidade. Com a miscigenação em curso os estados nação serão apenas regiões administrativas. Tudo será feito para que o controle ideológico possa instalar-se em definitivo pondo assim a salvo o controle económico que é o seu princípio e o seu fim. Trump e alguns outros são apenas contrariedades que adiam o processo mas não o anulam. Paulo Cardoso > Glorioso SLB: Este homem, JNP, seria uma mais valia tremenda, cultural e ideologicamente, em qualquer partido de verdadeira direita ou centro-direita. Até porque, os nossos partidos estão exauridos de personalidades dotadas de coluna vertebral, coerência, cultura e intelecto.                 António Lamas: Excelente Não tenho é a certeza que a quem é dirigida, o perceba, tal o grau de ignorância e iliteracia dos vizados.               João Filipe Reis: Brilhante     João Diogo: Excelente crónica.                  Maria Nunes da Silva: Muito bom. Concordo em absoluto.                    Eduardo Cunha: Boa crónica. Parabéns.                   Miguel Macedo: Muito bem! Como sempre.                         Frederico Teixeira de Abreu: Muito obrigado pelo excelente artigo!

 

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