Digo, guerra. Vá de continuar, aqui,
aí, ali, acolá… pretexto para
revermos os advérbios de lugar. Mas outros mais poderão ser: De tempo, por
exemplo, hoje, ontem, amanhã, de
modo, de designação, finalmente: “eis!” De
negação é que nunca, este também de
tempo, por acumulação impertinente, no atribulado mundo conflituoso, que nem
sequer deixa o galardão bélico para a Rússia da superioridade na ambição
conquistadora. Desta vez são os houthis… Teremos que consultar, na NET, para o
esclarecimento…
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Apesar do acordo de cessar-fogo com os
EUA, houthis dizem que acordo não inclui a suspensão dos ataques do grupo a
Israel.
Anúncio do acordo de cessar-fogo
surgiu após Donald Trump afirmar que os houthis se tinham rendido e os ataques
no Iémen iam parar de imediato. "No
futuro, nenhuma das partes terá como alvo a outra".
OBSERVADOR, 06 mai. 2025, 23:20
Os rebeldes iemenitas Houthis do
Iémen e os Estados Unidos concordaram com um cessar-fogo, anunciou
esta terça-feira o chefe da diplomacia de Omã, pouco depois de o Presidente
norte-americano, Donald Trump, declarar o fim dos ataques no Iémen. O acordo acontece depois de dois dias consecutivos de
ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Iémen.
Num comunicado divulgado na rede social X, o país do Península Arábica
afirmou ter conduzido “recentes
discussões e contactos” com os Estados Unidos e as “autoridades relevantes” em Sanaa, controladas pelos Houthis.
“Os esforços resultaram num acordo de cessar-fogo entre as duas partes.
No futuro, nenhuma das partes terá como alvo a outra, incluindo
os navios americanos, no Mar Vermelho e no Estreito de Bab al-Mandab,
garantindo a liberdade de navegação e o bom fluxo da navegação comercial
internacional”, pode ler-se na nota.
O anúncio surgiu após as declarações
do Presidente norte-americano, nas quais afirmou que os houthis se tinham rendido e os bombardeamentos dos Estados Unidos no
Iémen iam parar de imediato.
“Os
houthis anunciaram (…) que não querem lutar mais. Simplesmente não querem
lutar. E nós honraremos isso. Vamos parar os bombardeamentos. Eles
renderam-se”, anunciou Donald Trump na Sala Oval da Casa
Branca, onde recebeu, esta terça-feira,
o primeiro-ministro canadiano Mark
Carney.
Após o anúncio da trégua, o chefe do comité revolucionário dos houthis, Mohammed Ali al-Houthi,
afirmou, na rede social X, que o grupo
vai avaliar a suspensão da “agressão” dos
norte-americanos contra o Iémen e garantiu, ainda, que vai continuar a apoiar
Gaza. Al-Houthi sublinha
que o cessar-fogo com os Estados Unidos não inclui a suspensão dos ataques do
grupo contra Israel.
Paralelamente, o líder
político dos houthis, Mahdi
al-Mashat, prometeu uma resposta “rápida, dolorosa e para além do que o inimigo israelita pode
suportar”, num discurso em que garantiu que os ataques a Israel “continuariam”.
CONFLITO
ISRAELO-PALESTINIANO MUNDO MÉDIO ORIENTE ESTADOS
UNIDOS DA AMÉRICA AMÉRICA CESSAR-FOGO CONFLITOS IÉMEN
NOTAS DA INTERNET:
Hutis, em alusão ao nome dos seus dirigentes, Hussein
Badreddine al-Houthi
e seus irmãos) é a denominação mais comum do movimento político-religioso Ansar Allah, ('partidários
de Deus') maioritariamente xiita
zaidita (embora inclua também sunitas) do noroeste do Iémen.
Hussein
Badreddine al-Houthi, líder do
grupo, foi
morto em setembro de 2004, por forças do exército iemenita. Outros integrantes da liderança houthi, incluindo Ali al-Qatwani, Abu Haider, Abbas Aidah
e Yousuf al-Madani (um genro de Hussein al-Houthi) também foram mortos pelas forças governamentais iemenitas.
Em
2014, apoderaram-se de uma grande parte do país, incluindo a capital Saná.
Em março de 2015, a Arábia Saudita criou uma coalizão militar composta
por cerca de quinze países, entre os quais os Emirados Árabes
Unidos e o Egipto, para derrotar os
Houthis e repor no poder o governo do
Presidente exilado Abd Rabbuh
Mansur Al-Hadi. Os
Houthis mantiveram o controle do antigo Iémen do
Norte.
Parte
do grupo tem sido referida como um "poderoso
clã",
denominado Ash-Shabab al-Mu'min (em português, Jovens Crentes)
O presidente Donald Trump disse,
nesta terça-feira, que os EUA
vão parar de bombardear os houthis no Iémen depois
que o grupo concordou em parar de
interromper importantes rotas de navegação no Oriente Médio.
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