Como não se fala doutra coisa, como pretexto para mais rapidamente se “apagar”
o actual governo, talvez, como se tem visto e ouvido nas reflexões de tantas
das nossas intelectualidades televisivas ou outras, inicio a reflexão sobre o belo
texto de RUI RAMOS, com “NOTAS” – extraídas da INTERNET
para me “abastecer”, com mais qualidade “energética”, sobre um assunto em que
sou leiga, por motivos de outras prioridades vividas:
I-«As energias renováveis são aquelas que têm origem em fontes que se renovam naturalmente e nunca se esgotam, tais como o vento (energia eólica), o sol (energia solar), a água (energia hídrica), os oceanos (energia oceânica), o calor da Terra (energia geotérmica) e a biomassa (biocombustíveis). Por isso, são consideradas energias limpas e sustentáveis.»
II - «As energias renováveis permitem
a diminuição da dependência dos combustíveis fósseis como o petróleo, o gás
e o carvão como fontes de energia na maior parte das suas utilizações actuais, reduzindo
assim a emissão de gases com efeito de estufa (GEE). São, por isso, determinantes
para a descarbonização das economias mundiais de forma a limitar o aquecimento
global a 1,5 graus centígrados face aos níveis pré-industriais até 2050,
como estipulado no Acordo de Paris.
Embora as renováveis não
possam ser usadas directamente em certas actividades não eletrificáveis, como a
aviação, o transporte pesado de mercadorias por via marítima ou rodoviária, ou
certas necessidades industriais, elas servem como base para o
desenvolvimento de soluções energéticas alternativas, como sejam o hidrogénio
verde ou os combustíveis de baixo carbono (SAF, HVO, e-fuels).
Além dos benefícios
ambientais, as energias renováveis também ajudam a reduzir os custos de energia
eléctrica no mercado, conforme salienta a Associação Portuguesa de Energias
Renováveis (APREN). Outra vantagem a ter em conta diz respeito ao facto
de a indústria de energia renovável contribuir para
a criação de empregos locais.
Recentemente, os 198 países que
estiveram presentes na COP28, a conferência sobre o clima que se realizou nos
Emirados Árabes Unidos, concordaram em triplicar
a capacidade de energias renováveis em todo o mundo e em duplicar a taxa
de melhoria da eficiência energética até 2023.»
Recentemente, os 198 países que
estiveram presentes na COP28, a conferência sobre o clima que se realizou nos
Emirados Árabes Unidos, concordaram em triplicar
a capacidade de energias renováveis em todo o mundo e em duplicar a taxa
de melhoria da eficiência energética até 2023.»
III- «No total do ano, a produção renovável abasteceu 52% do consumo nacional, repartida pela eólica e hidroeléctrica (cada uma com 23%) biomassa (5%) e fotovoltaica (1,5%). Por sua vez, a produção não renovável abasteceu os restantes 48%, repartida pelo gás natural (27%) e pelo carvão (21%)»
Eis o texto de RUI RAMOS que nos dá
excelente lição sobre as políticas nacionais, ao aclarar com indubitável sabedoria
o tema do “apagão energético” por aqui vivido, na passada segunda feira, transferindo-o
igualmente para outro tipo de apagões políticos que a sua hombridade – que é
nossa também – condena:
Não deixem apagar a liberdade
Por detrás de um apagão como o de segunda-feira
está sempre outro apagão: o do debate, isto é, o da liberdade. Os regimes
ocidentais têm de recuperar a capacidade de discutir tudo livremente.
RUI RAMOS Colunista
do Observador
OBSERVADOR, 02 mai. 2025, 01:3682
O mais assustador do apagão não é que
tenha acontecido: é que, dias depois, as autoridades continuem a não saber por
que aconteceu. Entretanto, descobrimos isto: por opção dos governos,
o nosso sistema energético tem vulnerabilidades que tornam os apagões prováveis. É o resultado da “transição
energética”, que sujeitou o
sistema às intermitências das energias renováveis, e ao mesmo tempo o privou de
elementos de estabilização e de recuperação, como eram as antigas centrais a
gás ou a carvão. Há quem
ande há muito tempo a chamar a atenção para esse risco, como o Engenheiro
MIRA AMARAL. Acontece
que ninguém o ouviu. Nunca houve qualquer debate sobre as escolhas energéticas
dos últimos anos, incluindo, no caso português, a opção da
dependência de Espanha. E essa
falta de debate público é talvez o aspecto mais relevante.
A substituição da energia fóssil e nuclear por energia renovável passou por
indiscutível. Era a energia “limpa” e “inesgotável”. Ter dúvidas era um crime: era querer matar o planeta. Mas a
energia não foi o único assunto submetido, no Ocidente, a este regime de conversa proibida. O mesmo,
por exemplo, aconteceu à opção de deslocalizar fábricas para a China. Quem hesitasse era um
reaccionário “nacionalista económico”, cego perante o futuro: um mundo de
países unidos pela harmonia do comércio global, por fim iguais nas suas
instituições e maneiras de ver, e portanto sem motivos de conflito entre si. Que mal faria se a China fosse o nosso único
fornecedor de um produto essencial? E que mal faria também se fizemos de conta
que não havia fronteiras e deixássemos entrar no país, ilegalmente, quem
quisesse? Era o modo mais simples de compensar o declínio demográfico ou a
relutância da população para desempenhar certas tarefas. Problemas de integração? Nenhuns.
Bastaria abolir as identidades nacionais e fazer de cada país uma espécie de
aeroporto internacional, onde os habitantes apenas tivessem de cumprir umas
poucas de regras mínimas, sem precisarem de ter mais nada em comum entre si. Só um
xenófobo ou um racista se lembraria de ter dúvidas.
Houve, perante estas opções, um
pressuposto comum: era preciso ser pelo menos “nazi” para as querer discutir. Aliás, nem sequer eram “opções”. Eram
evoluções naturais, facetas de um progresso inevitável e salutar. Não havia
nada a discutir. Por isso, não pudemos examinar as vulnerabilidades dos
novos sistemas de energia intermitente, e o seu verdadeiro custo. Por isso, não
pudemos admitir que a China maoísta, em vez de se tornar uma nova Suíça,
continuasse a ser uma potência subversiva da ordem ocidental. Por isso, não pudemos reconhecer que
migrações massivas, bruscas e descontroladas iriam pôr em causa a coesão social
que, no Ocidente, sustenta a democracia pluralista, o “Estado social” e o
sentimento de segurança.
Ficámos presos numa rede de tabus. Por causa da “emergência climática”, não podia haver reservas
às eólicas. Por causa
do “perigo do populismo”, não se podia falar do caos
migratório. Os “especialistas” que assinavam os relatórios oficiais ou
pregavam nas televisões serviram sempre, não para iniciar debates, mas para
calar quem pensasse de outra maneira. Assim se tomaram decisões com toda a
inconsciência, e se deixaram acontecer coisas com toda a irresponsabilidade. Um dos resultados desse dogmatismo pode bem ter sido o
apagão ibérico de segunda-feira. Por detrás de um apagão como esse está
sempre outro apagão: o do debate público, isto é, o da liberdade. As
democracias ocidentais têm de recuperar a capacidade de discutir tudo
livremente. Disso
depende a sua sobrevivência.
ENERGIA ECONOMIA POLÍTICA DEMOCRACIA SOCIEDADE DEBATE GEOPOLÍTICA MUNDO
COMENTÁRIOS (de 82)
José Paulo Castro: Além de tudo isso, há uma
norma europeia para acabar com o dinheiro, substituindo-o por dinheiro
digital. Ninguém discutiu ou referendou isto. Agora imagine um apagão,
com as pessoas sem forma de pagar, e perda de dados ou acesso a informação
fiável. É mesmo o fim da liberdade. Não nos deixarem discutir isto tudo
(globalismo, migrações, dependências externas, nacionalidades, dinheiro, etc.)
é apenas uma ante-câmara para a suprimirem em nome da eficiência de uma utopia
falível (como já se está a ver...). Antonio
Rodrigues: Este artigo remete para o melhor discurso político feito em território
Europeu, JD Vance, Munique, 14 Fevereiro. São poucas vozes a ver o óbvio, mas
pelo menos existem. Lidia
Santos: Excelente e corajosa crónica. Obrigada e Parabéns!! Tiago
Maymone: Subscrevo
totalmente. Porém, a sensação que tenho é de que andamos a pregar no vazio.
Os que lemos isto estamos, mais coisa menos coisa, todos de acordo. José B
Dias: Concordo
totalmente ... madalena
colaço: Quem exige
que as energias intermitentes, ou seja renováveis, tenham prioridade na
alimentação do sistema eléctrico, (em relação outras energias) tornando-o muito
mais vulnerável a situações de apagão? A Senhora Ursula, ou seja, uma
comissária que não foi eleita pelo povo e que governa a Europa a seu belo
prazer. Quem define as regras da imigração, é a Senhora Ursula, que define se
se pode ou não expulsar os clandestinos, ou criminosos que invadem a Europa. A
França, já foi humilhada pelas regras de Bruxelas, ao ser obrigada a pagar e
deixar novamente entrar no país um criminoso que tinha sido expulso. No último
Forum de Davos, a Senhora Ursula sublinhou no seu discurso, a importância do
controlo da comunicação, para assim evitar notícias falsas. É tempo de acordarmos e de olharmos criticamente para o que Bruxelas nos impinge,
para não deixarmos que a liberdade se apague. Carlos Chaves: Caríssimo Rui Ramos, é isto mesmo! Se a nível Europeu
esta tentativa de silenciamento se pode assacar à esquerda, por exemplo a
António Costa e Pedro Sánchez, também se pode assacar ao centrão, estou a
pensar na Alemanha de Merkel e Scholz, e na França de Macron. Entretanto os
ventos estão a mudar, por demais evidente nos Estados Unidos, e a questão é se
a direcção destes novos ventos, nos levarão a porto seguro. Maria Tubucci: Muito bem observado Sr. RR. Os eleitores ao permitirem
às elites políticas colocarem a soberania da nação no caixote do lixo, tornaram
tudo isto possível. Esta casta criou os tabus necessários para impor a sua
ideologia e controlar as pessoas. Assim, pela nossa goela abaixo querem
meter os chavões do “Não há planeta B”, “fica mais barato importar que
produzir”, “tudo é feito para o nosso bem”, “que os imigrantes vêm salvar a
segurança social”, “que alguém tem de fazer o trabalho que os portugueses não
querem fazer”. Tudo baboseiras, para imporem os seus tabus e apagar a
liberdade, e quem discordar é rotulado de negacionista. Os resultados estão
à vista de quem os quer ver. Perdemos a segurança energética temos apagões;
perdermos a confiança nos produtos made in China feitos sem qualidade, muitos
deles feitos com tóxicos proibidos no ocidente; perdemos a segurança no nosso
país, ao importarem descontroladamente o 3º mundo vêm muitas pessoas que não se
querem integrar, só querem conspurcar a nossa cultura e impor a sua. Faltou-lhe
referir que, também querem decidir o que comemos, por exemplo, comer farinha
de insectos. As pessoas comem o pão que compram nos Hipermercados, mas já o
provaram? Sabe a trigo ou a milho ou centeio? Comessem a provar! Eu já não
compro pão em 2 superfícies comerciais, aquilo já não é pão, é uma mistela
qualquer só com a forma de pão. Os 3S deixaram de ser cumpridos: Soberania,
Segurança e Sustentabilidade, pela casta política gananciosa e ignorante. No
dia 18 de Maio, todos têm na sua mão o poder de correr com as castas políticas
que mais têm contribuído para o estado em que estamos. Se isto não acontecer
deixaremos de ter energia, indústria, cultura e pessoas nativas, ou seja,
deixaremos de ser um país, passaremos a ser um simples aeroporto do Mundo
chamado Portugal ... João Floriano: Excelente! Portugal pode muito
bem ser um study case a nível europeu: como em 1974 se saiu de um sistema «opressor
e retrógrado», que nos punha em contramão com a Europa democrática no ocidente,
visto que a leste tínhamos os países da Cortina de Ferro, para cairmos
precisamente noutro sistema, desta vez de esquerda que só nos tem causado
problemas. Como é que levamos 51 anos desta «marmelada» e continuamos a
insistir nos mesmos partidos e nas mesmas ideias decadentes como se pode ver
pelos debates recentes, onde partidos como PCP e Bloco já nem sequer deviam
participar, tal é o desajustamento que apresentam em relação ao que
verdadeiramente precisamos como país. O LIVRE de Rui Tavares, manhoso ,
apresenta-se como a esquerda verde e o PAN mais manhoso ainda, tanto dá para o
PS como para o PSD, desde que assegure o tacho da sua lider. Não consegui
perceber pela análise da minha factura de electricidade, qual a fatia que pago
pelas renováveis. Mas está lá de forma muito transparente que paguei mais de 7
euros ( já inclui IVA) por dois meses de taxa do audiovisual. Dirão que é pouco
e até é verdade. Mas por uma questão de princípio não gosto de pagar os
ordenados de estrelas decadentes da RTP ( excluo o Herman José que ainda
continua a ser um humorista genial que mete RAP e companhia num chinelo) e
comentadeiros woke. Rui Lima: O sistema esquece que o clima nunca foi estático, e essa perspectiva
histórica é muitas vezes ignorada ou simplificada no discurso mediático e
político de hoje, no passado havia instrumentos de tortura para quem não
acreditava na Verdade, voltamos a esses tempos todos têm de acreditar na doutrina
da salvação do planeta. Porque os pintados de verde (vermelhos no interior) não
se insurgem contra os 600 grandes aviões que todas as noites aterram na Europa
carregados de bugigangas? F. Mendes: Melhor do que os últimos artigos do Rui Ramos. Ainda
assim, no que toca à abertura de mercados à China, houve vantagens. Como em
tudo, há inconvenientes no comércio com menos barreiras alfandegárias, tanto
mais que os Chineses cometeram abusos na subsidiação de indústrias nacionais e
no roubo de propriedade intelectual. No entanto, julgo que os benefícios têm
compensado os efeitos da deslocalização industrial. Concordo que algumas das
observações relativas aos movimentos migratórios são pertinentes, embora não
concorde que tenha havido uma abertura generalizada à imigração de países
pobres. Isso acabou há muito, em vários países. Portugal é uma excepção
chocante, não sendo evidente que os nossos partidos (CH incluído) queiram
resolver, de facto, o problema. Miguel
Geraldes Cardoso: Caro Senhor Prof. Dr. Rui Ramos: Pensar é fundamental. Sem dogmas e com dúvidas. Obrigado pela sua luta. At Miguel Geraldes Cardoso Américo Silva: Isto não se resolve só com
liberdade, também é preciso competência, as explicações têm que ser dadas por
engenheiros; quando até as engenharias são dominadas pelo wokismo, não vamos a
lado nenhum. Miguel
Vaz Pinto: A questão de fundo é o risco da dependência. Hoje somos auto-suficientes em
muito pouca coisa. Se pensarmos no básico, energia, alimentação, água, eu diria
que a energia será a mais crítica, pois assegura as restantes. Se queremos
auto-suficiência total ou parcial, diria que a discussão sobre as alternativas,
incluindo o nuclear, teria que ser relançada. Ficou também patente a negociata
das renováveis do Ali-Babá da Ericeira: 20% mais cara, compramos aos espanhóis
e franceses que é mais barato e ficamos dependentes e bem na fotografia, pois a
maioria da energia que "produzimos" é limpa. Um logro. nuno
alves > José Paulo Castro: Os Australianos também queriam
acabar com o cash até que há uns anos houve uma catástrofe que os obrigou a
inverter isso. A Austrália não é uma aldeia perdida nos Andes. Porque foi a UE
fazer semelhante escolha depois disso? Por acharem, como em tudo o resto, que
vai sempre tudo correr bem? Ou por incompetência? Seja qual for a razão, que
reconheçam o que está errado e governem bem. Carlos F.
Marques: Excelente. Há quem lucre bastante com a "agenda" em curso, por
isso não interessa o contraditório. Manuel Magalhaes: Muito bem e importante este
artigo de Rui Ramos, “ficámos presos numa rede de tabus”, frase lapidar a que
eu só acrescentaria “idiotas” (os tabus, claro está)… Francisco
Almeida: Rui Ramos, sempre lúcido, termina com a necessidade de a Europa recuperar a
capacidade de discussão para salvar a democracia. Mas, infelizmente, pode tirar
os cavalinhos da chuva. A perda da democracia, perda de qualidade na Europa, aumento de autocracias
no resto do mundo, resulta do globalismo. É um efeito perverso do mesmo
globalismo criador de riqueza que tirou centenas de milhões da pobreza (na
China 800 milhões). Assim o que havia a discutir era o globalismo e, aí, escolher entre
liberdade e automóveis eléctricos e i-pods de última geração. Abandonadas as
virtudes da moral cristã, assistindo à desvalorização da Política (a maiúscula
é intencional) face à economia, não tenho qualquer dúvida sobre qual será a
escolha das maiorias. Será preciso vivenciar um desastre e uma nova geração
para que o quadro se altere. Resta Trump, que não perde tempo a pensar, muito
menos a discutir. e quer evidentemente acabar com o globalismo. E pode bem ser
ele o causador do desastre, dispensando os europeus de terem de escolher. Joana
Fernandes: Muito bem, RR! Há anos que oiço na SicN no programa do José Gomes Ferreira
o Eng Mira Amaral e o Prof Catedrático do Técnico Clemente Pedro Nunes a
falarem sobre esta matéria! É assustador ver que ninguém quer saber dos perigos
de se ter retirado do sistema a Inércia que é o que permite dar ao sistema a
estabilidade da rede! É a segurança de um país inteiro que ficou nas mãos
de quem define que importa mais de 50% de renováveis e menos de 5% de outras
energias que dessem a tal estabilidade apenas por causa do preço! Está decisão
está nas mãos da Ren mas o regulador ERSE tem que ser proactivo e tem que agir
em nome dos contribuintes e do ESTADO e exigir segurança na “mistura de
energias” que se está a importar e não ser apenas com base no Preço! Ora o
preço é também de espantar! É que todos dizem que é mais barato mas afinal o
consumidor paga em média 200€ mês! Porquê? Pq há leis do tempo de Sócrates,
Manuel Pinho e João Conceição (REN) que criaram rendas permanentes até 2080 ou
mais que impede que o custo da energia de facto baixe para cada um dos
portugueses! Mais, em ESPANHA o tribunal já reverteu essa lei e o preço lá é
mesmo mais barato pq acabaram com as rendas fixas! E em Portugal? O governo não
vai reverter estas rendas? Temos que pagar tudo e sofrer pelos vistos apagões?!
Temos que estar mais informados e haver debate! Não ponham palas nos olhos! Ana Torres: O caos migratório e a crise
climática só tem um nome ESQUERDALHA, foram eles que nos tornaram reféns da rede
tabus e da imigração descontrolada na UE e em Portugal Manuel
Magalhaespronouncer *: Mas que comentário tão
poucochinho, para não dizer pior…
Paulo Machado: Discutam o Nuclear
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